Almeida Maia lança “Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida”, e relança a questão sobre os Açores “serem o que resta da Atlântida perdida”

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Depois de “Bom Tempo no Canal – A Conspiração da Energia”, a obra que foi galardoada com o Prémio Letras em movimento 2010, e que abordava em estilo policial questões relacionadas com a energia geotérmica nos Açores, Pedro Almeida Maia dá continuidade às desventuras do drilling engineer John Mello e anuncia a data oficial de lançamento do segundo romance de ficção, “Capítulo 41 – A Redescoberta da Atlântida”.

Com a chancela da editora Letras Lavadas, Almeida Maia aplica o mesmo ritmo que o caracterizou na primeira obra e convida o leitor a visitar recentes locais e achados arqueológicos sugestivos à passagem de outros povos pelos Açores antes dos portugueses, como os fenícios.

Além disso, faz desfilar informação pertinente acerca da localização da Atlântida perdida. O autor reúne argumentos acusadores de que as nove ilhas são o ponto mais alto das montanhas de uma gigantesca plataforma submersa, outrora uma ilha-continente que dominava o Oceano Atlântico e que era a morada do povo atlante. “A ligação que faltava entre as grandes civilizações do planeta, um elo que vem explicar o que a Humanidade nunca conseguiu decifrar. Onde está a conexão entre a magnânima civilização do Egipto e as dos Maias e Incas? Está nos Açores!”, afirma .

O capítulo quadragésimo primeiro, que foi ocultado em “Bom Tempo no Canal”, assim como a ponta solta da ameaça deixada pela seita Free the Landscape of Atlantis, são resolvidos nesta sequela, que vem reacender as discussões acerca da legitimidade dos Descobrimentos. O autor lança perguntas como: “Será que outros povos já conheciam os Açores antes da chegada dos navegadores portugueses? Poderão ter deixado provas da sua passagem? As nove ilhas de bruma podem ser o que resta da Atlântida perdida?”, mas também alerta para a necessidade de proteger e catalogar o património arqueológico do arquipélago.

A apresentação do livro irá decorrer no próximo dia 10 de Setembro, às 18h30, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. Os leitores poderão encontrar mais informações no site oficial, em www.almeidamaia.com, assim como nas redes sociais.

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