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Açores 24Horas – Jornal Diário

23 de Maio de 2017


londresUma exposição multissetorial com 3.000 metros quadrados em Londres pretende promover os vários setores industriais de Portugal, aproveitando que o país “está na moda”, revelou a organização.

A Portugal International Expo 2017 está agendada para os dias 17 a 19 de novembro no centro de exposições ExCel, com um programa provisório que inclui palestras, seminários de gastronomia portuguesa, provas de vinhos, degustações de produtos e atuações de artistas.

“Neste momento Portugal está na moda e devemos aproveitar esta vantagem para alavancar os esforços de promoção do melhor que o país tem”, refere na apresentação do evento a organização, a consultora PM Excel Group, da portuguesa Patrícia Marcelino.

O evento, cujos expositores ainda não foram anunciados, pretende, atrair “empresas e negócios que pretendem importar e comercializar produtos portugueses, respondendo dessa forma à crescente demanda que se verifica com o aumento exponencial de portugueses a emigrar para o Reino Unido, assim como pela curiosidade proveniente do facto de Portugal estar cada vez mais na moda”.

O evento quer não só explorar o “mercado da saudade”, composto pelos portugueses residentes no estrangeiro, mas também chegar ao “crescente ‘mercado da curiosidade'”, formado pelos consumidores interessados por produtos étnicos.

Segundo estatísticas oficiais britânicas, desde 2012 registaram-se para trabalhar no Reino Unido 150 mil portugueses e só em 2015 estima-se que 2,5 milhões britânicos tenham visitado Portugal.

Além dos setores agroalimentar e bebidas, estão previstos espaços para representantes das fileiras do Turismo, Imobiliário, Materiais de Construção, Mobiliário, Têxteis, Moda e Calçado e Serviços.

 

 

Lusa

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22 de Maio de 2017


medicina eutanasia saudeO Presidente da República prometeu hoje não falar “em substância” sobre a morte assistida enquanto decorrer o debate sobre o tema e até ao parlamento tomar qualquer decisão porque quer ficar de “mãos livres para decidir”.

“Não vou tomar nenhuma posição até final do processo, qualquer que ele seja. E só tomarei uma posição se tiver que tomar [uma decisão] em termos constitucionais, se chegar a Belém um diploma ou mais do que um diploma para promulgar”, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, depois de abrir o ciclo de debates “Decidir sobre o final da Vida”, na Faculdade de Ciências Médicos, em Lisboa.

 

 

Lusa

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despesa euroA Comissão Europeia decidiu hoje recomendar ao Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin) o encerramento do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) aplicado a Portugal desde 2009.

A decisão, há muito aguardada pelas autoridades portuguesas, foi adotada hoje em Bruxelas por ocasião do “pacote da primavera do semestre europeu”, no quadro do qual o executivo comunitário decidiu recomendar a saída de Portugal e da Croácia dos Procedimentos por Défice Excessivo, o que deverá ser aprovado de seguida pelo Conselho (Estados-membros), após o que Portugal passará do braço corretivo para o braço preventivo do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC).

Bruxelas aponta que Portugal reduziu o seu défice para 2,0% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016, abaixo da meta dos 3% inscrita no Pacto de Estabilidade e Crescimento, e lembra que as suas próprias previsões económicas antecipam que o país continuará com um défice abaixo daquele valor de referência em 2017 e 2018, pelo que ficaram reunidas as condições para o encerramento do procedimento, que era aplicado a Portugal há oito anos.

 

 

Lusa

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censos-populacao-estatistica-juventude-portugA Comissão Europeia anuncia hoje a sua decisão sobre o défice português, esperando as autoridades nacionais que o executivo comunitário recomende ao Conselho o encerramento do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) aplicado ao país desde 2009.

No mesmo dia em que o ministro das Finanças, Mário Centeno, se encontra em Bruxelas para participar numa reunião do Eurogrupo, a Comissão vai apresentar de manhã o “pacote da primavera do semestre europeu”, no quadro do qual emitirá as recomendações específicas por país.

Estas surgem após ter analisado os programas de estabilidade e nacionais de reformas apresentados pelos Estados-membros em abril, e tomará medidas ao abrigo do Pacto de Estabilidade e Crescimento.

E será no âmbito da avaliação do cumprimento das regras do pacto relativamente à meta de um défice sustentadamente abaixo do limiar dos 3% do Produto Interno Bruto (PIB) que Bruxelas tomará uma decisão sobre Portugal, que espera a “luz verde” do executivo comunitário ao encerramento do PDE, depois de as próprias previsões económicas da primavera da Comissão anteciparem que o défice orçamental português, que em 2016 se fixou nos 2%, continuará a descer, para 1,8% este ano e para 1,6% no próximo.

A confirmar-se a recomendação da Comissão no sentido de Portugal ser retirado do Procedimento por Défice Excessivo, e a consequente aprovação ao nível do Conselho (Estados-membros), tal significa que o país passará do braço corretivo para o braço preventivo do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), ficando do mesmo modo obrigado a apresentar ajustamentos estruturais todos os anos e a baixar a dívida pública a um ritmo mais acelerado.

Nesse sentido, a dívida terá de obedecer a uma trajetória descendente e a um ritmo mais acelerado, uma vez que os países que não estão em PDE e que têm uma dívida pública superior a 60% do PIB devem reduzir o excesso de dívida (a diferença entre o nível total e o valor de referência de 60% do PIB) em um vigésimo por ano, uma regra que Portugal estava dispensado de cumprir por estar sob aquele procedimento.

O “pacote da primavera” será apresentado pelos comissários europeus do Euro, Valdis Dombrovskis, dos Assuntos Económicos, Pierre Moscovici, e do Emprego e Assuntos Sociais, Marianne Thyssen, ao final da manhã de segunda-feira (11:30 locais, 10:30 de Lisboa), horas antes do início de uma reunião dos ministros das Finanças da zona euro.

 

 

 

Lusa

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secretaria-trabalhoO prazo para os serviços da administração pública enviarem informação sobre os trabalhadores que podem progredir na carreira da função pública e respetivo impacto financeiro do descongelamento termina hoje.

 

Este é o segundo prazo fixado pelo Governo – o primeiro foi 15 de maio – para “todos os organismos, serviços e entidades integrados no setor das administrações públicas (administração central, local e segurança social), no setor público empresarial (setor empresarial do Estado e setor empresarial local), bem como as fundações públicas, as entidades intermunicipais (áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais) […], com exceção do subsetor regional”, remeterem toda a informação relevante para efeitos de valorização remuneratória.

Segundo o despacho que adiou o prazo, de 16 de maio, nos organismos com maior número de trabalhadores “o processo de recolha e registo tem-se revelado complexo, mostrando-se difícil assegurar o cumprimento do prazo inicialmente estipulado sem comprometer a fiabilidade da informação”.

Já para as entidades de administração local, o prazo continua a ser 31 de maio.

Depois, até 30 de junho próximo, a Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), a Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP), a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) e a Inspeção-Geral de Finanças (IGF) têm que assegurar o tratamento e sistematização da informação recolhida sobre os trabalhadores da administração pública e elaborar um “relatório síntese”.

 

 

 

Lusa

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19 de Maio de 2017


irsO ministro das Finanças, Mário Centeno, disse hoje no parlamento que já foram reembolsados 1.200 milhões de euros na campanha de IRS (Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares) deste ano.

 

“O valor reembolsado em IRS atingiu 1.200 milhões de euros até 15 de maio. Este valor corresponde a mais do dobro do ano passado”, disse Mário Centeno na Comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa.

No final de maio do ano passado, os reembolsos de IRS representavam 676 milhões de euros, segundo a síntese de execução orçamental da Direção-Geral de Orçamento (DGO).

Recorde-se que, na campanha de IRS do ano passado, a entrega das declarações decorreu em dois momentos: um primeiro, no mês de abril, para trabalhadores dependentes e pensionistas, e um segundo, no mês de maio, para trabalhadores com rendimentos das restantes categorias (independentes, sobretudo). Este ano, a campanha de IRS começou em 01 de abril – e decorre ainda até ao final de maio — para pensionistas e trabalhadores (com rendimentos das diferentes categorias).

Na sua intervenção inicial, o ministro reiterou que “estão criadas as condições para a saída do Procedimento por Défices Excessivos”, sendo que a Comissão Europeia vai anunciar na segunda-feira a sua decisão sobre o assunto.

Mário Centeno fez um resumo dos resultados do último ano e meio de governação do executivo que integra, considerando que foram enfrentados “ventos adversos”, mas que a confiança foi recuperada.

O ministro destacou também os dados do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre que, segundo divulgou o INE no início desta semana, cresceu 1% em cadeia e 2,8% em termos homólogos: “É o mais elevado crescimento homólogo trimestral deste século e tem ainda mais valor porque é conseguido ao mesmo tempo que conseguimos o valor do défice mais baixo em 40 anos”, disse.

Portugal encerrou 2016 com um défice de 2% do PIB, abaixo da meta de 2,5% definida pela Comissão Europeia para o encerramento do Procedimento por Défices Excessivos aquando do encerramento do processo de aplicação de sanções a Portugal.

Mário Centeno ainda considerou que o desafio continua a ser a estabilização do sistema financeiro.

 

 

 

Lusa

 

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salvadorA Assembleia da República aprovou hoje, por unanimidade e com palmas de pé, um voto de saudação a Salvador e Luísa Sobral pela vitória no Festival da Eurovisão, em Kiev, com os dois irmãos a assistirem nas galerias à votação.

Salvador e Luísa Sobral, que testemunharam a votação entre alunos das várias escolas que assistiram ao plenário, levantaram-se no momento do voto e em sinal de agradecimento.

Os deputados aplaudiram de pé o momento de aprovação do voto.

No texto do voto, os deputados salientam que “é a primeira vez que Portugal vence este festival, que durante décadas deixou o país preso ao ecrã de televisão, como aliás voltou a suceder agora.

“O reconhecimento do intérprete Salvador Sobral e da compositora Luísa Sobral foi assim também um momento de afirmação da universalidade da música e uma grande vitória para a língua portuguesa”, destaca o voto, que elogia também “o profissionalismo com que a RTP organizou participação portuguesa em Kiev”.

Sobre a edição do próximo ano, que se irá realizar em Portugal, os deputados confiam que o país vai estar “certamente à altura da nossa tradição de bem receber e organizar estes grandes eventos”.

A convite de Ferro Rodrigues, Salvador Sobral e Luísa Sobral – intérprete e autora da música vencedora, respetivamente – assistiram à votação, naquele que é o primeiro convite que aceitam desde que ganharam o festival. Também o presidente do Conselho de Administração da RTP, Gonçalo Reis, esteve no parlamento.

Antes, reuniram-se durante cerca de dez minutos com o presidente da Assembleia da República e representantes das várias bancadas parlamentares.

Depois da votação, segue-se um almoço reservado na Residência Oficial do Presidente da Assembleia da República, estando previstas declarações pelas 14:45.

Salvador Sobral, 27 anos, venceu no sábado o Festival Eurovisão da Canção, em Kiev, com o tema “Amar pelos dois”, escrito pela irmã, Luísa Sobral. A visibilidade nacional e internacional do músico surgiu um ano depois de ter editado o álbum de estreia, “Excuse me”, marcado pelo jazz e pela pop e com o qual tem andado em digressão pelo país há vários meses.

Segundo a agenda já anunciada, o primeiro concerto de Salvador Sobral depois da vitória no festival acontece no sábado, no Marco de Canavezes, no âmbito do Festival Confluências, com entrada gratuita sujeita à lotação do espaço.

Nascido em Lisboa, em 1989, Salvador Sobral participou, ainda criança, no concurso de talentos “Bravo, Bravíssimo”, na SIC, a estação de televisão onde voltaria aos 18 anos, para participar no “Ídolos”.

No sábado, ainda em Kiev, nas primeiras declarações depois da vitória, Salvador Sobral disse que “a música não é fogo-de-artifício, é sentimento”.

 

 

Lusa

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18 de Maio de 2017


açoreana segurosO grupo Seguradoras Unidas confirmou hoje ter em curso até final de 2018 um “programa de redimensionamento” dos quadros da Tranquilidade e da Açoreana, que se fundiram, escusando-se a antecipar “o número exato” de trabalhadores a dispensar.

Numa declaração escrita enviada à agência Lusa, a Seguradoras Unidas – nova designação assumida pela Tranquilidade após a fusão com a Açoreana – diz estar “a dar continuidade ao programa de redimensionamento que tem vindo a implementar”, adiantando que este “será feito de forma planeada”, com vista à “adequação dos postos de trabalho às reais necessidades da empresa”.

“Estima-se que o programa termine no final de 2018 e não estamos em condições de antecipar o número exato que resultará do redimensionamento”, referiu, salientando que o processo decorrerá “por via do diálogo com os seus colaboradores, assegurando-lhes condições financeiras e sociais que permitam um entendimento entre as partes”.

O Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins (SINAPSA) acusou hoje a Apollo de querer despedir “de forma ilegal” 380 trabalhadores da Seguradoras Unidas após ter integrado a Açoreana na Tranquilidade.

“O acionista Apollo, que adquiriu a Tranquilidade e posteriormente a Açoreana, fez no ano passado rescisões amigáveis, portanto, despediu 100 trabalhadores, e agora, após a integração da Açoreana na Tranquilidade, pediu uma autorização ao Ministério do Trabalho para despedir mais 380 trabalhadores”, afirmou à Lusa José Manuel Jorge, porta-voz do SINAPSA.

“Com este pedido [a Apollo] quer que seja o dinheiro do Estado, através das contribuições dos trabalhadores para a Segurança Social, a sustentar o despedimento”, salientou.

Como os representantes dos trabalhadores não foram consultados, como é obrigatório, e não existe projeto de reestruturação porque, segundo a mesma fonte, “a empresa não está com dificuldades económicas”, o SINAPSA considera que se está perante “mais uma ilegalidade”.

E reforçou: “A Apollo fica com os lucros e os nossos descontos ajudam a despedir”.

O porta-voz do SINAPSA referiu que a entidade vai enviar o seu parecer negativo ao Conselho de Concertação Social e divulgá-lo pelos trabalhadores, que devem “manter-se unidos na defesa dos seus postos de trabalho”.

 

 

Lusa

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17 de Maio de 2017


cantina escola alimentacaoA Ação Social Escolar vai ter um aumento de oito milhões de euros no próximo ano letivo para garantir refeições em tempo de interrupções letivas, visitas de estudo gratuitas e um novo escalão de apoio para compra de manuais.

 

“O Orçamento do Estado 2017 tem um acréscimo de 3,8% em matéria de ação social escolar que se traduzirá numa alteração ao despacho de Ação Social Escolar […] que muito concretamente prevê as seguintes medidas: o reforço da oferta das refeições escolares nos períodos de interrupção letiva, a reposição do apoio da Ação Social Escolar (ASE) às visitas de estudo para os alunos de ambos os escalões e prevê também a criação de um 3.º escalão de abono em matéria de manuais”, disse a secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, no parlamento.

A governante falava aos deputados da comissão parlamentar de Educação e Ciência no âmbito da audição regimental à equipa do Ministério da Educação (ME).

“O despacho está em audição ma associação nacional de municípios. Ouviremos naturalmente o que tenham a dizer e depois será publicado para ser aplicado no ano letivo 2017-2018″, disse Alexandra Leitão.

O ME esclareceu depois, questionado pela Lusa, que o acréscimo de 3,8% representa oito milhões de euros.

A secretária de Estado referiu-se ainda ao problema das turmas mistas, aquelas que juntam alunos de vários anos do 1.º ciclo, para afirmar que neste ano letivo foi possível reduzir em mais de 300 o total de turmas mistas.

“Não vamos conseguir erradicá-las, mas vamos tentar diminuir ao mínimo”, disse Alexandra Leitão, precisando que o objetivo é eliminar aquelas que juntam três anos escolares numa mesma sala e reduzir ao mínimo as que juntam dois anos escolares.

A secretária de Estado reconheceu ainda que existe uma “taxa de substituição por doença elevadíssima” entre os professores, adiantando que só nas reservas de recrutamento de janeiro e fevereiro foram colocados oito mil professores em substituição de colegas.

A questão foi levantada pela deputada do CDS-PP Ilda Araújo Novo, que propôs a criação de uma bolsa de professores de caráter regional para reduzir os tempos de espera para colocações nas escolas, permitindo que estes pudessem ser contactados por telefone pelas direções e colocados em 48 horas, num modelo com semelhanças com a Bolsa de Contratação de Escola (BCE) criada pelo ex-ministro Nuno Crato e que o atual Governo extinguiu.

Na resposta, Alexandra Leitão contrapôs que a colocação pelas reservas de recrutamento tem uma abrangência nacional, alargando o universo de professores elegíveis, e seleciona por graduação profissional, “o critério que os professores consideram mais justo”.

Sublinhando que todos os casos de demora na colocação se relacionam com recusas de aceitação de horários atribuídos nas reservas de recrutamento – “porque são pequenos, pouco apelativos” — Alexandra Leitão adiantou que houve casos em que a tutela autorizou o pagamento de horas extraordinárias quando não foi possível colocar um substituto.

A governante referiu-se ainda ao concurso interno deste ano para afirmar que a perspetiva do Governo é a de que será possível “movimentar um grande número de professores”, aumentando os níveis de estabilidade do corpo docente.

Alexandra Leitão disse que será possível retirar professores vinculados apenas a um quadro de zona pedagógica (área geográfica alargada para colocação) para os afetar a um agrupamento ou escola específicos, algo que não aconteceu nos últimos anos devido ao elevado número de vagas negativas existentes nas escolas (vagas que são extintas quando deixam de ter um professor a ocupá-las), e que o ME “conseguiu corrigir” este ano.

Depois de na segunda-feira os trabalhadores das cantinas, incluindo as escolares, terem feito greve em protesto pelas suas condições de trabalho, Alexandra Leitão disse hoje aos deputados que o atual contrato quadrienal para a concessão do serviço de refeições das escolas a empresas termina no final deste ano letivo e que o ME definiu no caderno de encargos para o contrato dos próximos quatro anos o cumprimento de algumas condições laborais.

Alexandra Leitão deu como exemplo a exigência de que as empresas que queiram explorar a concessão das cantinas serem obrigadas a ter, no mínimo, contratos anuais com os funcionários, pagando todo um ano de salários, para evitar que ao chegar a julho muitos fossem despedidos para serem novamente contratados no arranque do ano letivo seguinte.

 

 

Lusa

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16 de Maio de 2017


pobreza-fome-solidaoQuase 2,6 milhões de portugueses estavam em risco de pobreza ou exclusão social em 2016, menos 1,5 pontos percentuais que no ano anterior, apesar de um aumento de 79 euros no rendimento mensal das famílias, segundo dados estatísticos revelados hoje.

Os números estão no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento feito pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que contou 2,595 milhões de pessoas, entre as quais 487 mil com menos de 18 anos e 468 mil com mais de 65, em risco de pobreza e com outros problemas daí decorrentes.

Casas com falta de divisões habitáveis, sem casas de banho, apertadas e escuras são os problemas nas condições de vida que mais afetam famílias com crianças que se contam entre os que estão em risco de pobreza.

De 2015 para 2016, o rendimento médio disponível por família aumentou 79 euros, para 1.497 euros por mês, ou seja, 17.967 euros anuais. O valor de 2015 esteve ao nível de 2008.

 

 

Lusa

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15 de Maio de 2017


carta conducaoOs atestados médicos para as cartas de condução passam a ser hoje emitidos por via eletrónica, mas muitos médicos afirmam que vai ser difícil cumprir os requisitos legais nos centros de saúde.

O Governo adiou de abril para hoje, 15 de maio, a obrigatoriedade de emissão dos atestados médicos informaticamente para cartas de condução, adiamento que foi justificado pela necessidade de concluir a validação das aplicações informáticas no setor privado e social, bem como para a criação de novos centros de avaliação de condutores.

A Ordem dos Médicos tinha desafiado em abril o Ministério da Saúde a criar Centros de Avaliação Médica e Psicológica (CAMP) para gerir a emissão de atestados médicos para cartas de condução, considerando que são os “organismos vocacionados para emissão e revalidação das cartas de condução e outras licenças”.

Também o Sindicato Independente dos Médicos tem feito repetidos pedidos aos diretor-geral da Saúde para “livrar os médicos de família” da tarefa de passar atestados para as cartas de condução, insistindo que não é possível cumpri-la no Serviço Nacional de Saúde.

O sindicato tem argumentado que as condições de trabalho no SNS não permitem aplicar na realidade as exigências para avaliação da aptidão para emitir um atestado médico.

“Podem contar-se pelos dedos o número de gabinetes onde se pode encontrar o equipamento médico” referido na orientação da Direção-geral da saúde como necessário para efetuar exames com vista ao atestado para a carta de condução.

Martelo de reflexos, escala de avaliação visual e testes de visão cromática são alguns dos exemplos de materiais em escassez nos consultórios dos médicos de família dados pelo SIM.

Tal como a Ordem, este sindicato considera que os condutores devem ser todos avaliados com o mesmo rigor e sem perturbar o acesso às consultas do SNS nem a relação médico-doente, sugerindo que todos os candidatos a atestado sejam avaliados nos CAMP.

 

 

 

Lusa

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14 de Maio de 2017


salvadorO terminal de chegadas do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, encheu-se hoje para receber o vencedor do festival da Eurovisão, Salvador Sobral, que acredita que esta vitória inédita “é muito importante para a cultura” portuguesa.

 

Salvador Sobral e a irmã Luísa aterraram hoje à tarde em Lisboa e à sua espera estavam largas centenas de pessoas, que quando o viram chegar pelas escadas rolantes aplaudiram e gritaram, em êxtase, “Salvador! Salvador! Salvador!”, que estava rodeado de polícias e visivelmente surpreendido pela emocionante receção.

Antes de abandonar o aeroporto, em conferência de imprensa, o vencedor da Eurovisão tinha considerado que este resultado era “muito importante para a cultura portuguesa”, recordando que muitos dos que votaram “não percebiam uma única palavra” e que “a língua portuguesa esteve muito bem representada”.

 

 

 

Lusa

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Portsalvador sobralugal venceu hoje pela primeira vez o Festival Eurovisão da Canção, com “Amar pelos dois”, interpretada por Salvador Sobral.

“Amar pelos dois”, composta por Luísa Sobral,  e que venceu a 06 de março a final do Festival da Canção, que decorreu no Coliseu dos Recreios em Lisboa marcou o regresso de Portugal à Eurovisão, após um ano de ausência, onde se estreou em 1964.

A melhor classificação portuguesa anterior a esta, foi um sexto lugar em 1996, com a canção “O meu coração não tem cor”, interpretada por Lúcia Moniz.

A última vez que Portugal competiu numa final do Festival Eurovisão da Canção foi em 2010.

 

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13 de Maio de 2017


pastorinhoO papa Francisco canonizou às 10:27 de hoje, em Fátima, os pastorinhos Jacinta e Francisco Marto, afirmando que os novos santos são um exemplo e elogiou Nossa Senhora de Fátima que, a partir de um “esperançoso Portugal”, abençoou a Igreja Católica há cem anos.

“Como exemplo, temos diante dos olhos São Francisco Marto e Santa Jacinta, a quem a Virgem Maria introduziu no mar imenso da Luz de Deus e aí os levou a adorá-Lo”, afirmou Francisco na homilia da eucaristia, que encerra a peregrinação de maio à Cova da Iria, já depois da cerimónia de canonização.

Para o papa, “daqui lhes vinha a força para superar contrariedades e sofrimentos”, destacando que “a presença divina tornou-se constante nas suas vidas”.

Antes, Francisco recordou os acontecimentos de 13 de maio de 1917 e o relato de Jacinta de que tinha visto a Virgem.

“A Virgem Mãe não veio aqui, para que a víssemos. Para isso teremos a eternidade inteira, naturalmente se formos para o Céu. Mas Ela, antevendo e advertindo-nos para o risco do Inferno onde leva a vida — tantas vezes proposta e imposta — sem-Deus e profanando Deus nas suas criaturas, veio lembrar-nos a Luz de Deus que nos habita e cobre”, salientou o papa.

Francisco referiu-se, de novo, à Mensagem de Fátima e às palavras da irmã Lúcia.

“E, no dizer de Lúcia, os três privilegiados ficavam dentro da Luz de Deus que irradiava de Nossa Senhora. Envolvia-os no manto de Luz que Deus Lhe dera”, adiantou.

Para Francisco, “no crer e sentir de muitos peregrinos, se não mesmo de todos, Fátima é sobretudo este manto de luz”.

Um manto que “nos cobre, aqui como em qualquer outro lugar da Terra quando nos refugiamos sob a proteção da Virgem Mãe”, frisou, pedindo aos “queridos peregrinos” que, agarrados à Virgem, vivam “da esperança que assenta em Jesus”.

Aos milhares de fiéis, o papa Francisco expressou ainda o desejo de que “seja esta esperança a alavanca da vida de todos”.

“Com esta esperança, nos congregamos aqui para agradecer as bênçãos sem conta que o Céu concedeu nestes cem anos, passados sob o referido manto de Luz que Nossa Senhora, a partir deste esperançoso Portugal, estendeu sobre os quatro cantos da Terra”, salientou o papa Francisco.

 

 

 

Assista às celebrações de Fátima em direto: https://www.facebook.com/agenciaecclesia/videos/1329460550422903/?hc_ref=NEWSFEED

Açores 24Horas / Lusa / Foto Lusa ( Direitos reservados)

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12 de Maio de 2017


papa fatimaO papa Francisco pediu hoje “a concórdia entre todos os povos”, na oração que fez na Capelinha das Aparições, no Santuário de Fátima, onde chegou esta tarde para as cerimónias que assinalam o Centenário das Aparições.

 

Repetindo as suas preocupações em relação aos conflitos que ocorrem em diversas partes do mundo, como “bispo vestido de branco”, pediu a Nossa Senhora para, “no mais íntimo” do seu “Imaculado Coração”, que veja “as dores da família humana que geme e chora neste vale de lágrimas”.

O papa evocou, na ocasião, o exemplo dos beatos Francisco e Jacinta Marto, que no sábado serão canonizados no início da eucaristia no recinto do Santuário da Cova da Iria.

“Percorreremos, assim, todas as rotas, seremos peregrinos de todos os caminhos, derrubaremos todos os muros e venceremos todas as fronteiras, saindo em direção a todas as periferias, aí revelando a justiça e a paz de Deus”, afirmou Francisco na sua oração, acrescentando: “Seremos, na alegria do Evangelho, a Igreja vestida de branco, da alvura branqueada no sangue do Cordeiro derramado ainda em todas as guerras que destroem o mundo em que vivemos”.

Francisco fez esta oração depois de ter rezado perante a imagem de Nossa Senhora de Fátima durante perto de oito minutos, ao longo dos quais os milhares de peregrinos presentes no santuário, tal como o papa, se mantiveram em silêncio.

O papa chegou às 16:10 a Portugal, tendo aterrado na Base Aérea de Monte Real, seguindo depois de helicóptero para o campo de futebol de Fátima, após o que seguiu de papamóvel para a Capelinha das Aparições, onde proferiu esta oração.

Ainda hoje, Francisco presidirá à bênção das velas, a partir das 21:30.

No sábado, o papa presidirá à eucaristia após um encontro com o primeiro-ministro António Costa, um momento de oração junto dos túmulos dos pastorinhos, na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, e um breve encontro com o padre mais idoso de Portugal.

Depois da missa, Francisco almoçará com os bispos portugueses, regressando depois à Base Aérea de Monte Real, de automóvel, de onde partirá de avião rumo a Roma.

 

 

Lusa

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papa fatimaO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou que hoje é um dia “muito importante” para Portugal, e de “grande alegria”, pela visita do Francisco a Fátima, no centenário das “aparições”.

Em declarações aos jornalistas, na Casa de Retiro de Nossa Senhora das Dores, em Fátima, o chefe de Estado defendeu que “Portugal é um país muito seguro” e “não há problema nenhum de segurança” relacionado com esta visita do líder da Igreja Católica. Por isso, disse não ter “nenhum medo”.

Sobre o encontro que terá hoje com o papa Francisco, Marcelo Rebelo de Sousa não quis antecipar esse diálogo, “até porque há uma dose de inesperado e de improviso nessas conversas”, e afirmou: “Não estou nervoso. Já fui recebido pelo papa. É uma pessoa que pacifica, acalma, aquieta, não enerva”.

 

 

Lusa

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10 de Maio de 2017


promessa

Pagador de promessas há 15 anos, Carlos Gil publicita na internet o negócio que o leva a Fátima para pagar promessas alheias a troco de 2.500 euros por peregrinação.

A ideia “surgiu de repente”, sem que ele próprio saiba explicar porquê, e resume-se em poucas palavras numa página na internet: “Se tem uma promessa para cumprir e não o pode fazer, ou simplesmente quer a agradecer a Nossa Senhora de Fátima as boas graças recebidas ao longo da vida, Carlos Gil caminha por si até Fátima”.

Assim começava, há 15 anos, um negócio como “Pagador de Promessas”, que leva Carlos Gil “duas a três vezes por ano” ao Santuário de Fátima para pagar promessas alheias, em troca de um pagamento devidamente tabelado.

Uma peregrinação da grande Lisboa ao Santuário de Fátima custa 2500 euros, rezar um terço 250 euros, por uma vela 25 euros.

Noutros serviços, como peregrinações no estrangeiro, o preço “é visto caso a caso”, num negócio que começa normalmente por “um telefonema, a pessoa diz o que quer, faz a transferência bancária e eu inicio o serviço”, contou à Lusa.

De Luanda a Muxima (Angola) ou a Trilha Inca até Machu Picchu (Peru) são algumas das peregrinações que já leva fora do país, num ano em que tem também prevista, em outubro, uma caminhada de mais de 200 quilómetros entre S. Paulo e a Nossa Senhora da Aparecida, no Brasil. Estas, com tarifa mais elevada.

Agente imobiliário de profissão, Carlos Gil assegura ganhar “mais a vender casas”, mas não esconde já ter ganho “muito dinheiro” com o “nobre serviço de peregrinar a pedido de outras pessoas”.

“Não tenho quase custos nenhuns”, admitiu, reconhecendo que no caminho que percorre encontra quem considere “receber um peregrino em casa quase um ato de misericórdia”, fazendo com que, muitas vezes, dos 250 euros que leva na viagem, a maior parte regresse a casa no final da promessa paga.

Mas custe o que custar a peregrinação, não há descontos para a clientela “normalmente abastada e com poder de compra”, a quem Carlos Gil quer fazer sentir na carteira o sacrifício que a promessa feita deveria implicar.

“Quem paga tem que ter consciência do serviço que está a pedir e para ele tem que valer a pena”, explica, considerando esse pagamento elevado “o seu sacro-ofício, o sacrifício”.

Se o que o move é a fé ou o dinheiro, diz nem ele saber, reconhecendo que o serviço é “rentável” e tem no dinheiro “um dos focos”, embora tenha, por outro lado, “muito a ver com um outro lado invisível”, mais voltado para a espiritualidade.

Por isso, deixou de querer saber “as razões das pessoas” que lhe pedem para peregrinar para evitar “entrar em julgamentos sobre se a peregrinação vale ou não a pena”.

Numa era em que muitas das promessas que cumpre têm a ver com negócios e questões materiais, admite que há quem discorde do facto de “o serviço envolver dinheiro”, chegando as críticas pela mesma via que os contratos: a internet.

“Pessoalmente sempre fui bem tratado e bem recebido, mesmo sabendo as pessoas o que estou a fazer. Onde há mais agressividade é na internet, nos comentários de pessoas que não me conhecem e despejam ali toda a sua dor e sofrimento”.

Mas nada que desmotive Carlos Gil, que aos 54 anos continua determinado a cumprir as promessas dos outros enquanto as pernas aguentarem.

 

 

 

https://peregrinoorg.wordpress.com/

Lusa

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enfermeiroOs enfermeiros associados da Federação Nacional dos Sindicatos de Enfermeiros (Fense) começam hoje às 08:00 uma greve de zelo por tempo indeterminado, um protesto que conta com o apoio da Ordem que representa estes profissionais.

 

A greve de zelo visa protestar contra a falta de diálogo do Ministério da Saúde com estas estruturas sindicais que acusam a tutela de não dar seguimento às suas reivindicações, nomeadamente em matéria de horários de trabalho, categorias e vencimentos.

Estes profissionais estão contra a existência de enfermeiros que, trabalhando o mesmo, têm vencimentos diferentes, e contra a inexistência de categorias na carreira.

A greve de zelo consiste no exercício das funções, mas sem pressa para assegurar mais assistência a mais doentes.

Segundo José Azevedo, presidente do Sindicato dos Enfermeiros (SE) que, conjuntamente com o Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem (SIPE) formam a FENSE, esta atitude dos profissionais que aderirem ao protesto irá ter repercussões no atendimento em ambulatório e nos blocos cirúrgicos.

“Na prática, só acabaremos de cuidar de um doente quando este tiver recebido todos os cuidados, independentemente do tempo que demorar. Não vamos andar a correr”, explicou.

No seguimento do anúncio desta greve, a Ordem dos Enfermeiros manifestou “todo o apoio” ao protesto.

A bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Ana Rita Cavaco, justificou a posição com o facto de terem sido “esgotadas todas as ações de diálogo com o Ministério da Saúde”, observando que, apesar de o Serviço Nacional de Saúde (SNS) ser atualmente “pele e osso”, continua-se a despedir enfermeiros nos hospitais.

“Despedem-se enfermeiros nos hospitais, os administradores alegam que não têm autonomia e o ministro (da Saúde) diz que não tem autorização das Finanças”, disse a bastonária, afirmando que é altura de o Governo decidir se quer “salvar os bancos ou salvar o Serviço Nacional de Saúde”.

Segundo Ana Rita Cavaco, além do despedimento de enfermeiros, há serviços que foram encerrados por falta destes profissionais.

A bastonária considerou que todos os sindicatos deviam estar “juntos” no protesto que se inicia hoje, porque esta “devia ser uma greve histórica da enfermagem”.

 

 

Lusa

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9 de Maio de 2017


salvador sobralO cantor Salvador Sobral que representa Portugal, com a música “Amar pelos dois”, foi hoje selecionado para a final do Festival Eurovisão da Canção, que decorre em Kiev, na Ucrânia.

Para a final de sábado ficaram igualmente selecionado os representantes da Moldávia, Azerbeijão, Grécia, Suécia, Polónia, Arménia, Austrália, Chipre e Bélgica.

Em cada semifinal – a segunda realiza-se na quinta-feira – participam concorrentes de 18 países. A final será disputada no sábado por representantes de 26 territórios: os 20 qualificados nas semifinais, os denominados ‘Cinco Grandes’ (França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido) e o país anfitrião (Ucrânia). A segunda semifinal será transmtida quinta-feira, em diferido, pelas 22:00, na RTP.

“Amar pelos dois”, composta por Luísa Sobral, venceu a 06 de março a final do Festival da Canção, que decorreu no Coliseu dos Recreios em Lisboa e foi disputada por oito canções.

Com a canção “Amar pelos dois”, Portugal regressa à Eurovisão, após um ano de ausência, onde se estreou em 1964. A melhor classificação portuguesa no concurso foi um sexto lugar em 1996, com a canção “O meu coração não tem cor”, interpretada por Lúcia Moniz. A última vez que Portugal competiu numa final do Festival Eurovisão da Canção foi em 2010.

Este ano, Portugal poderá obter um dos melhores resultados de sempre, a avaliar pelas apostas e pelas reações que têm sido difundidas nas redes sociais ou pelo destaque dado ao cantor português por meios de comunicação social estrangeiros.

De acordo com o ‘site’ eurovisionworld.com, dedicado ao concurso, Portugal surge no segundo lugar numa média de várias casas de apostas. Itália, com a canção “Occidentali´s Karma” interpretada por Francesco Gabbani, é apontada como o país favorito para vencer a edição deste ano.

À parte da participação portuguesa, esta edição do Festival Eurovisão da Canção ficará marcada pelo conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

A 13 de abril, a Rússia anunciou que não iria participar no concurso após a Ucrânia ter impedido a entrada da concorrente russa em território ucraniano.

De acordo com a Agência France Presse, a cantora Yulia Samoylova está proibida de entrar na Ucrânia durante três anos, por ter dado um concerto na Crimeia em junho de 2015, após a anexação russa daquela península em 2014.

Entretanto, a organização do festival sugeriu à Rússia a possibilidade de participar no festival com uma atuação via satélite, algo que foi imediatamente rejeitado. A cadeia de televisão russa Perviy Kanal anunciou na quinta-feira que não irá emitir o concurso devido à interdição. Depois deste anúncio, a organização do Festival Eurovisão da Canção divulgou que a Rússia “não está em condições de participar na competição deste ano”.

Além disso, a organização do festival, que insiste na participação da cantora russa, ameaçou excluir a Ucrânia das próximas edições do concurso se Kiev insistir em proibir a entrada de Yulia Samoylova no país.

 

 

Pode ver a atuação de Salvador Sobral aqui : https://www.rtp.pt/noticias/cultura/amar-pelos-dois-reveja-a-atuacao-de-salvador-sobral-na-eurovisao_v1000515

 

Lusa

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salvadorO cantor Salvador Sobral representa hoje Portugal, com a música “Amar pelos dois”, na primeira semifinal da edição deste ano do Festival Eurovisão da Canção, que decorre em Kiev, na Ucrânia.

Em cada semifinal – a segunda realiza-se na quinta-feira – participam concorrentes de 18 países. A final é disputada no sábado por representantes de 26 territórios: os 20 qualificados nas semifinais, os denominados ‘Cinco Grandes’ (França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido) e o país anfitrião (Ucrânia). A primeira semifinal e a final serão emitidas em direto, a partir das 20:00, e a segunda semifinal em diferido, pelas 22:00, na RTP.

“Amar pelos dois”, composta por Luísa Sobral, venceu a 06 de março a final do Festival da Canção, que decorreu no Coliseu dos Recreios em Lisboa e foi disputada por oito canções.

Com a canção “Amar pelos dois”, Portugal regressa à Eurovisão, após um ano de ausência, onde se estreou em 1964. A melhor classificação portuguesa no concurso foi um sexto lugar em 1996, com a canção “O meu coração não tem cor”, interpretada por Lúcia Moniz. A última vez que Portugal competiu numa final do Festival Eurovisão da Canção foi em 2010.

Este ano, Portugal poderá obter um dos melhores resultados de sempre, a avaliar pelas apostas e pelas reações que têm sido difundidas nas redes sociais ou pelo destaque dado ao cantor português por meios de comunicação social estrangeiros.

De acordo com o ‘site’ eurovisionworld.com, dedicado ao concurso, Portugal surge no segundo lugar numa média de várias casas de apostas. Itália, com a canção “Occidentali´s Karma” interpretada por Francesco Gabbani, é apontada como o país favorito para vencer a edição deste ano.

À parte da participação portuguesa, esta edição do Festival Eurovisão da Canção ficará marcada pelo conflito entre a Ucrânia e a Rússia.

A 13 de abril, a Rússia anunciou que não iria participar no concurso após a Ucrânia ter impedido a entrada da concorrente russa em território ucraniano.

De acordo com a Agência France Presse, a cantora Yulia Samoylova está proibida de entrar na Ucrânia durante três anos, por ter dado um concerto na Crimeia em junho de 2015, após a anexação russa daquela península em 2014.

Entretanto, a organização do festival sugeriu à Rússia a possibilidade de participar no festival com uma atuação via satélite, algo que foi imediatamente rejeitado. A cadeia de televisão russa Perviy Kanal anunciou na quinta-feira que não irá emitir o concurso devido à interdição. Depois deste anúncio, a organização do Festival Eurovisão da Canção divulgou que a Rússia “não está em condições de participar na competição deste ano”.

Além disso, a organização do festival, que insiste na participação da cantora russa, ameaçou excluir a Ucrânia das próximas edições do concurso se Kiev insistir em proibir a entrada de Yulia Samoylova no país.

 

 

 

Lusa / Foto : Lusa (Direitos Reservados)

 

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