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Açores 24Horas – Jornal Diário

19 de Setembro de 2017


desempregoO número de desempregados baixou nos Açores 9,6 por cento em agosto, o que corresponde, de acordo com os dados hoje pinscritos ublicados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), a menos 932 açorianos que no mesmo mês do ano passado, registando-se um novo valor mínimo em cerca de seis anos.

Com uma descida de 33,5 por cento, desde que ocorreu o valor mais elevado de desempregados registado na Região, tem-se verificado nos Açores uma redução consistente do número de inscritos há 46 meses consecutivos, tendo as Agências para a Qualificação e Emprego registado em agosto 8.779 inscritos na Região, quando, em dezembro de 2013, se registavam 13.208 desempregados.

Ao nível das colocações, verificou-se um aumento percentual homólogo de 24,4 por cento.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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ryanairA Ryanair vai cancelar 346 ligações (173 voos) de e para Portugal, desde a próxima quinta-feira até ao final de outubro, de acordo com a lista publicada na página da companhia aérea na Internet.

 

Na sexta-feira, a companhia aérea ‘low cost’ (baixo custo) anunciou o cancelamento de 40 a 50 voos por dia durante seis semanas, até ao final de outubro, num total de cerca de 2.000 voos, com o objetivo de “melhorar a sua pontualidade”, que diz ter caído “abaixo de 80%” nas duas primeiras semanas de setembro.

A lista agora divulgada na página da Internet, com todos os voos abrangidos, mostra que serão cancelados entre seis e 14 ligações diárias de e para Portugal (entre três e sete voos, respetivamente) até ao final de outubro.

Nas seis semanas em causa, só serão canceladas seis ligações (três voos) de e para o aeroporto de Faro e oito ligações de e para a Terceira (Açores), o que corresponde a quatro voos.

Os aeroportos de Lisboa e do Porto serão os principais afetados com este cancelamento de voos da companhia de baixo custo, o que terá mais impacto no Francisco Sá Carneiro tanto em termos absolutos (o número de voos cancelados é maior), como em termos relativos já que a operação da Ryanair tem mais impacto nesta infraestrutura do que no aeoporto Humberto Delgado.

Na segunda-feira, o presidente-executivo da Ryanair, Michael O’Leary, assegurou que o cancelamento de voos nas próximas seis semanas não se deve a falta de pilotos, mas a um “erro” na distribuição de férias, tendo assumido “toda a responsabilidade pessoal”.

Numa conferência de imprensa realizada em Dublin, sede da companhia aérea, O’Leary pediu desculpas aos milhares de passageiros que serão afetados por esta medida, mas insistiu que apenas serão afetados 2% de todos os voos da companhia, líder na Europa no setor ‘low cost’ (baixo custo).

“Não temos falta de pilotos. Houve uma falha na distribuição das férias e não temos uma reserva de pessoal suficiente para enfrentar os transtornos sofridos, como os provocados por controladores ou pela climatologia”, explicou o dirigente.

Segundo O’Leary, faltam pilotos e pessoal de cabine para substituir os que estão de férias em setembro e outubro ou para substituir as equipas de voo que ficam retidas, como aconteceu em Barcelona no passado fim de semana, devido a “uma tempestade”.

Neste contexto, “temos que suspender cerca de 50 voos” diários durante as próximas seis semanas, “enquanto temos estes problemas” com o pessoal, para corrigir a pontualidade, apontou, citado pela agência Efe.

Hoje, a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) recomendou aos passageiros da Ryanair com voos cancelados a apresentarem uma reclamação formal junto da companhia aérea e, caso não obtenham resposta em seis semanas, deverá reencaminhar a queixa ao regulador.

Em comunicado divulgado hoje, a ANAC garante que tem estado a monitorizar a situação, designadamente quanto aos voos cancelados e à assistência prestada aos passageiros pela companhia.

De acordo com o regulador do setor da aviação, e conforme e Lusa noticiou na segunda-feira, os passageiros têm direito a assistência (refeições e bebidas, alojamento quando necessário e comunicações) e indemnização.

 

 

Lusa

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plantar arvore ambienteA Secretaria Regional da Agricultura e Florestas vai enviar até ao final do ano 19 mil árvores de diferentes espécies florestais para a Região Autónoma da Madeira para rearborizar áreas devastadas pelos fogos ocorridos em 2016.

“Até ao final do ano vamos enviar para a Região Autónoma da Madeira 19 mil árvores de diferentes espécies”, anunciou hoje a Diretora Regional dos Recursos Florestais, adiantando que serão enviadas espécies como carvalhos, nogueiras e liquidâmbares para rearborizar áreas florestais afetadas pelos incêndios.

Anabela Isidoro salientou que as árvores vão chegar à Madeira por via marítima em novembro, por ser “a época correta para fazer plantações”.

“É um gesto solidário, de cooperação. Queremos ajudar o nosso arquipélago vizinho a regenerar as áreas florestais que foram devastadas por incêndios”, frisou.

Anabela Isidoro adiantou ainda que chega hoje a São Miguel um técnico do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza da Madeira para uma visita que visa a troca de experiências e conhecimentos sobre técnicas e equipamentos utilizados nos Açores, por exemplo para a produção de plantas endémicas.

Esta deslocação surge no âmbito do protocolo de cooperação entre os Açores e a Madeira estabelecido em fevereiro de 2016.

A visita de trabalho, que termina a 22 de setembro, pretende também mostrar como é que os serviços da Direção Regional dos Recursos Florestais combatem as principais infestantes que surgem nas áreas florestais açorianas.

O técnico madeirense vai também conhecer os viveiros florestais das Furnas e do Nordeste, os ensaios do programa de melhoramento florestal no Labaçal, na Povoação, bem como os pomares produtores de semente de ‘Prunnus azorica’ (Ginja do mato) e ‘Juniperus brevifolia’ (Cedro do mato), no Cerrado dos Bezerros e na Mata dos Cachaços, respetivamente.

O programa inclui ainda visitas às áreas dos perímetros florestais da Achada e da Algarvia, recentemente arborizadas e com gestão florestal certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council), onde foram realizadas operações específicas no combate às principais infestantes nestes povoamentos florestais.

O Governo dos Açores iniciou em 2014 a gestão ativa das áreas florestais que tem sob sua responsabilidade, através da seleção de áreas para corte e da definição de um conjunto de operações e normativos a atender na sua exploração.

O concelho do Nordeste, onde se encontra uma das maiores manchas florestais do arquipélago sob gestão do Governo Regional, tem sido um ‘macro’ laboratório no que se refere à gestão florestal sustentável, tendo sido a primeira área pública no país a obter a certificação da sua gestão pelo sistema do FSC.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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crime-condenado-preso-justica-cadeia-prisaoA Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Ponta Delgada, identificou e deteve um homem, de 27 anos de idade, pela presumível prática do crime de violação, de que foi vitima uma mulher, de 26 anos de idade.

Os factos ocorreram no concelho de Vila Franca do Campo, tendo-se o autor aproveitado da confiança que tinha com a vitima, em razão de um relacionamento anterior que mantiveram, para a atrair a um local isolado, onde a veio a agredir e violar.

O detido, trabalhador da construção civil, foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida coativa de prisão preventiva.

 

 

Açores 24Horas / NI

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rui bettencourt1O Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o processo de envolvimento da sociedade açoriana na definição do período posterior a 2020 está a ser “muito rico” e “legitimará” a posição dos Açores em relação à política de coesão da Comissão Europeia.

Rui Bettencourt, que falava numa oficina de prospetiva realizada no âmbito deste processo que está a ser desenvolvido pelo Governo dos Açores, salientou que a iniciativa pretende “ouvir e fazer uma reflexão” por vários elementos da sociedade açoriana, de uma forma “muito aberta, muito livre e sem limites”, sobre os fatores que contam para a política de coesão comunitária nos Açores a partir do ano 2020.

O governante salientou que se trata de pequenos grupos de trabalho, com 10 a 12 pessoas “provenientes do mundo político, social e económico dos Açores”, nomeadamente dos parceiros sociais, da economia, da universidade, do ensino profissional e dos partidos políticos, por forma a obter “uma visão muito alargada, muito coesa e muito articulada entre os vários fatores”.

O Secretário Regional lançou um desafio aos participantes nesta oficina para refletirem sobre os fatores chave em que deve assentar uma política de coesão, elaborando uma lista através da técnica de ‘brainstorming’, para depois ser cruzada a sua importância e encontrada a sua influência para elaborar um ‘ranking’ desses fatores e um documento final, que deverá estar concluído no início de 2018.

Para Rui Bettencourt, este é um processo “longo, difícil, mas apaixonante” porque pode “entusiasmar a sociedade civil açoriana”.

Nesse sentido, destacou o facto de ter sido criada uma caixa de correio eletrónico (pos2020@azores.gov.pt)  onde os Açorianos podem deixar as suas opiniões, “o que pode facilitar a participação de todos neste processo”.

A oficina hoje realizada é a segunda de um conjunto de três, que reúne parceiros sociais, partidos políticos e a sociedade civil organizada, no âmbito do processo de envolvimento da sociedade açoriana na definição do futuro da política de coesão pós 2020.

Este processo está estruturado em três eixos, nomeadamente a realização de três conferências, duas das quais já realizadas, sobre a situação regional e nacional, e uma terceira, em novembro, sobre a situação comunitária e a posição dos Açores, além de três oficinas de prospetiva e de uma análise prospetiva e estratégica que avaliará o impacto de cada um dos fatores encontrados na fase anterior para encontrar o melhor posicionamento estratégico para cada um deles por parte da Região.

 

 

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13 de Setembro de 2017


casas açores 2017O Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas afirmou hoje, em Toronto, no Canadá, que se assiste a uma “nova era” na Diáspora, em que se apresentam novos desafios às Casas dos Açores e também ao Governo dos Açores para afirmar a açorianidade e potenciar a presença do arquipélago no mundo.

Rui Bettencourt, que intervinha na sessão de abertura da XX Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores, considerou ser importante refletir o caminho percorrido até agora, mas defendeu que se torna “imperioso desenhar e construir o futuro juntos”, sublinhando que esse é um futuro que se quer “harmonioso, ambicioso e inclusivo, onde todos devem estar”.

“Não te interrogues sobre o que os Açores podem fazer por ti. Interroga-te, sim, sobre o que podes fazer pelos Açores”, asseverou o governante, parafraseando Kennedy para desafiar os açorianos, de todo o mundo e do arquipélago a fazerem “tudo pelos Açores”.

Para o titular da pasta das Relações Externas, “responder aos desafios com pertinência” obriga a todos a “uma grande responsabilidade”. Uma responsabilidade que no seu entender implica a tomada de consciência de que a construção do futuro dos Açores e da sua Diáspora obriga à “união dos açorianos”, mas também à “necessidade imperiosa de entusiasmar os jovens para um projeto açoriano”, dentro e fora dos Açores.

“É importante que os açorianos dos Açores tenham orgulho dos açorianos da Diáspora tal como os açorianos que vivem no Mundo tenham orgulho nos Açores de hoje”, frisou ainda Rui Bettencourt, recordando o desenvolvimento a que se tem assistido na Região, trabalho esse que nalguns casos está “na vanguarda do progresso”, disse.

Na sua intervenção, o governante aproveitou ainda  para reconhecer e agradecer o trabalho dos fundadores do Conselho Mundial e das Casas dos Açores, cuja dinâmica se tem vindo a aprofundar “através de uma maior abrangência, quer na sua realidade geográfica de atuação, quer na sua área de intervenção”, contando sempre com o apoio e parceria do Governo Regional.

Na ocasião, o Secretário Regional ofereceu a Suzanne Cunha, presidente da Casa dos Açores de Ontário e atual presidente do Conselho Mundial das Casas dos Açores, uma reprodução do quadro “Os Regressantes” do pintor açoriano Tomaz Borba Vieira, uma obra que complementa “Os Emigrantes” de Domingos Rebelo.

Rui Bettencourt aproveitou a mensagem da obra, que “está cheia de simbolismos”, para convidar todos a voltarem à Região. “Regressem aos Açores. Revisitem os Açores, hoje”, afirmou o governante, deixando o desafio para divulgarem e darem a conhecer o arquipélago, mas sobretudo partilharem esse “amor pelos Açores” com os mais jovens para que estes se entusiasmem com a terra dos pais e avós e participem ativamente nas questões açorianas, fazendo com que “a Diáspora perdure”, frisou.

O Secretário Regional propôs ainda à Assembleia Geral um  voto por aclamação a uma saudação e homenagem do CMCA a Tomaz Borba Vieira – “grande açoriano e homem da cultura” – que com este quadro representa “o desejo de voltar” para a emigração açoriana.

A XX Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores decorre em Toronto de 13 a 16 de setembro e conta com a participação de 14 Casas dos Açores, provenientes do Canadá, Estados Unidos, Bermuda, Brasil, Uruguai e Portugal continental, que ao longo destes dias se reúnem em diversas sessões de trabalho para fazer um balanço das suas atividades e analisar os principais problemas e desafios que atualmente se colocam às comunidades açorianas da Diáspora.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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habitacao-casaO Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) promove, em colaboração com a Academia Passivhaus, nos próximos dias 15, 22, 29 setembro; 6, 13, 20, 27 outubro; 3, 10, 17 novembro, o curso CERTIFIED PASSIVE HOUSE DESIGNER.

Este é um curso oficial do Passivhaus Institut, o qual permite o reconhecimento como Certified Passive House Designer, após aprovação no exame mundial agendado para o dia 01 de dezembro de 2017.

O curso poderá ser frequentado na sua totalidade ou apenas nos dias/módulos que interessem aos formandos e destina-se a consultores e projetistas (arquitetos, engenheiros e engenheiros técnicos civis, engenheiros mecânicos, peritos qualificados, entre outros).

Após a frequência deste curso, os formandos estarão aptos a implementar soluções Passive House, projetar edifícios Passive House e utilizar a ferramenta PHPP. Para além disso este curso permitirá, mediante realização de exame mundial, o reconhecimento como Certified Passive House Designer.

O presente curso, com novidades nos módulos lecionados, encontra-se adaptado à realidade nacional e ao NZEB.

Os edifícios com elevada eficiência energética especialmente atingida através de medidas passivas são indicados atualmente como fundamentais para se atingir os edifícios de consumo quase zero (NZEBs). Considera-se assim, que a introdução de medidas passivas é a metodologia mais eficaz para efetivamente contribuir para a diminuição das emissões de carbono e do consumo de energia no setor da construção em geral e em particular no dos edifícios.

A Passive House é um conceito construtivo que define um padrão eficiente, sob o ponto de vista energético, confortável, economicamente acessível e sustentável, apresentando-se como solução para os edifícios com necessidades quase nulas de energia, obrigatórios a partir de 2019, nos edifícios públicos, e 2021, nos restantes.

Os interessados em obter mais informações ou efetuar a inscrição no curso deve aceder à página da Associação Passivhaus Portugalhttp://passivhaus.pt/index.html.

 

 

Açores 24Horas/NI

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escola vascoO Presidente do Governo destacou hoje a absoluta tranquilidade verificada na abertura do novo ano letivo 2017/2018 nos Açores, que deriva também da colocação a tempo e a horas dos professores necessários nas diversas escolas da Região.

“A primeira ideia que gostaria de partilhar convosco e que transmite bem este início de ano letivo é a ideia da tranquilidade num conjunto de processos e de procedimentos que foram lançados e alterados neste ano e que, apesar disso, permitiram que o ano letivo começasse, aqui, nos Açores, com absoluta normalidade”, afirmou Vasco Cordeiro.

O Presidente do Governo falava na Escola Básica e Integrada de Ponta Garça, na sessão que assinalou abertura do ano letivo 2017/2018, no qual estão matriculados mais de 43.500 alunos, distribuídos pelas 40 Unidades Orgânicas, onde prestarão serviço cerca de 5.000 professores e perto de 3.000 elementos de pessoal não docente.

Na sua intervenção, Vasco Cordeiro destacou as alterações legislativas feitas ao regime de concurso de pessoal docente e a “colocação de professores em cada uma das escolas a tempo e a horas”, assim como o reforço dos recursos humanos de apoio ao Sistema de Educativo Regional, em áreas como Psicologia, Terapia da Fala, Educação Especial e Reabilitação, entre outras, que significam mais de centena e meia de técnicos superiores que estão ao serviço dos alunos açorianos.

 

“Refiro-me, também, a algo que concretizamos neste ano letivo e que tem a ver com o alargamento até ao 12º ano do sistema de empréstimo de manuais escolares em todas as escolas da Região, numa medida de apoio social que consideramos bastante relevante”, salientou.

Depois de garantir que o “critério e a medida da ação do Governo é o aluno e as condições para o sucesso educativo”, Vasco Cordeiro anunciou que, no âmbito do ProSucesso, o programa “PROF DA – Professores Qualificados na Resolução de Dificuldades de Aprendizagem” de Matemática vai ser alargado ao Segundo Ciclo, incluindo, também, a disciplina de Português e abrangendo doze escolas, a título experimental, da Região.

Relativamente ao projeto “Apoio Mais – Retenção Zero”, iniciado no ano letivo de 2015/2016, vai, partir de agora, abranger ainda mais anos e ser ampliado na escola da Ponta Garça, face aos bons resultados que tem alcançado ao nível da redução das retenções de alunos.

O Presidente do Governo anunciou, por outro lado, que o Projeto de Intervenção Comunitária “Sucesso Educativo – Escola, Comunidade, Família”, que se iniciou em 2016/2017 no concelho da Lagoa com o envolvimento de diversas entidades, vai ser também implementado no concelho de Vila Franca do Campo, abrangendo um universo de 1.730 alunos, de mais de 200 professores e diversos parceiros locais, entre os quais a Câmara Municipal.

“No ano letivo que terminou, este projeto incluiu o concelho da Lagoa e contribuiu para que, em três escolas, se tivesse registado uma diminuição, particularmente, acentuada do número de retenções. É o caso da EBI da Lagoa, em que o número de retenções diminuiu 27 por cento, é o caso da Secundária da Lagoa, em que o número de retenções diminuiu 42 por cento, e é o caso da EBI de Água de Pau, em que o número de retenções diminuiu 50 por cento”, destacou.

Já relativamente aos investimentos no parque escolar, Vasco Cordeiro recordou que estão em curso intervenções de grande envergadura na escola da Calheta de São Jorge e na escola Canto da Maia, em São Miguel, adiantando que, muito em breve, vão arrancar as obras na escola das Capelas, seguindo-se intervenções nos estabelecimentos de ensino dos Arrifes, Rabo de Peixe e Lagoa.

“Uma das principais ideias que gostaria de reforçar, neste início de ano letivo, é a necessidade da Educação e do Sucesso Escolar serem considerados por toda a comunidade, pela nossa Região, por todos e cada um dos Açorianos, como um desígnio regional”, sublinhou Vasco Cordeiro.

Nesse sentido, o Presidente do Governo deixou o apelo para que “cada família açoriana, para que cada pai e cada mãe, considere o sucesso do seu filho como aluno como uma das principais conquistas que pode ter, como uma das peças mais valiosas daquilo que transmite”.

“Se assim for, acredito que temos todas as condições para que a Educação, para que o sucesso de cada aluno, não seja considerado apenas na perspetiva dos muros da escola, não seja considerado apenas na perspetiva do aluno que sabe ler e escrever, mas que seja, sobretudo, na perspetiva de termos, hoje e no futuro, Açorianos cada vez mais qualificados, conscientes de si e daquilo que os rodeia, cidadãos esclarecidos, exigentes e disponíveis para a comunidade”, concluiu Vasco Cordeiro.

 

 

Açores 24Horas / GACS

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12 de Setembro de 2017


base lajes 1O ministro da Defesa, Azeredo Lopes, propôs hoje ao secretário da Defesa norte-americano, James Mattis, a criação de um Centro de Segurança Atlântica na Base das Lajes, nos Açores.

“Portugal considera que chegou a altura de apresentar novas ideias para valorizar aquele que é, de facto, um enorme ativo para a segurança atlântica. A ideia principal, o projeto mais ambicioso, é a constituição de um centro de segurança atlântica nos Açores, que vá muito a frente do academismo, e que represente a valorização de uma das principais capacidades de Portugal”, explicou Azeredo Lopes.

O ministro disse que a “ideia já tinha sido referida inicialmente, de forma embrionária” mas que “Portugal já a tem muito mais trabalhada neste momento.”

O novo centro poderia formar não só oficiais portugueses, mas também de outros países interessados na segurança do Atlântico.

“Ou seja, [um local] onde possamos desenvolver não só as nossas capacidades próprias, mas também que seja um centro de excelência para formação e treino desses países”, disse, referindo-se a países como São Tomé e Príncipe e Cabo Verde.

O membro do Governo precisou que o centro “não estaria, necessariamente, sob jurisdição da NATO, embora possa vir a ser, no futuro, reconhecido como um centro de excelência da Aliança Atlântica.”

“O que se tratava agora era de apresentar [este projeto] aos Estados Unidos, um projeto que achamos que é moderno, que é ambicioso, em que Portugal se compromete, e que depois teria necessariamente uma dimensão multinacional, que envolveria os EUA, mas poderia também, evidentemente, envolver outros estados”, explicou o responsável.

Durante o encontro no Pentágono, que excedeu a duração inicialmente prevista, o secretário da Defesa norte-americano, James Mattis, respondeu de forma positiva à proposta.

“Pareceu-me que foi recebida muito bem, com interesse. Agora vamos, evidentemente, trabalhar nela, cabendo a Portugal não só o papel passivo de ficar à espera, mas também de apresentar propostas concretas que possam ser interessantes para desenhar algo de facto inovador e que, tanto quanto sei, não tem um precedente que possamos imitar”, disse o ministro da Defesa.

Portugal admite trabalhar com a União Europeia neste projeto, mas para já a ideia será apenas apresentada aos EUA.

“Não esta ainda decidido, vamos esperar para ver qual é a reação deste nosso parceiro estratégico nas Lajes, e depois pretendemos alargar o numero de associados ou membros. Quantos mais formos, melhor conseguimos fazer”, disse Azeredo Lopes.

O ministro disse ainda que o centro pode inaugurar um novo capitulo para Base das Lajes, e que o objetivo do governo “é dinamizar, através de projetos novos, aquilo que pode ser o futuro do contributo das Lajes, e de Portugal, para a paz, segurança e defesa.”

 

 

Lusa

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11 de Setembro de 2017


alunos mochila escolaO Vice-Presidente do Governo revelou hoje, em Ponta Delgada, que o Executivo açoriano já aprovou este ano, na sequência do compromisso assumido aquando do debate e aprovação do Plano e Orçamento para 2017, na Assembleia Legislativa Regional, a contratação de mais 114 assistentes operacionais para as escolas do arquipélago.

“Foram autorizadas aberturas de contratos para 114 assistentes operacionais para as nossas escolas”, anunciou Sérgio Ávila em declarações aos jornalistas, após as audições aos parceiros sociais e primeiros partidos políticos, esta manhã, no Palácio de Santana, a convite do Presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, tendo em vista a preparação das propostas de Plano e Orçamento para o próximo ano.

Desde abril, foi autorizada progressivamente a aberturas de concurso para 350 “vagas para o quadro, de acordo com as necessidades identificadas na altura” com o objetivo de colmatar necessidades presentes e também futuras.

Uma decisão tomada, sublinhou, “devido a situações de aposentação ou por ausência prolongada do serviço dos trabalhadores”, designadamente por motivos de doença, em que se integra a contratação desta mais de uma centena de assistentes operacionais para os estabelecimentos de Ensino da Região.

O governante adiantou também que se está “a concluir o processo de integração no quadro de todas as pessoas com trabalho a contrato ou a recibo verde, nos termos em que foi regulamentado”, a fim de regularizar 150 situações identificadas na Administração Pública Regional como necessidades permanentes de serviço.

O Governo dos Açores implementou este ano duas medidas de integração nos quadros da Administração Pública Regional.

Por um lado, desde que manifestando os profissionais essa vontade, a integração até 150 trabalhadores há mais de dois anos ou há mais de 28 meses em situação de contrato a prazo ou em prestação de serviço, colmatando necessidades permanentes de serviço.

Por outro, e tendo em conta que a Administração Pública Regional apresentava no início deste ano 253 trabalhadores com 65 ou mais anos e mais 111 trabalhadores com baixa prolongada ou com idade superior a 60 anos, promover ao longo deste ano à abertura de 350 concursos.

 

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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lula submarino gacsO Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia anunciou hoje que os destroços do submarino alemão ‘U-581’, afundado em 1942, a sul da ilha do Pico, irão ser classificados como património arqueológico subaquático.

Segundo Gui Menezes, “as secretarias regionais da Educação e Cultura e do Mar, Ciência e Tecnologia irão classificar este naufrágio como património arqueológico, pelo seu valor histórico e cultural, mas também pelo seu valor científico”.

O Secretário Regional do Mar falava a bordo do catamaran Ada Rebikoff, depois de um mergulho no submersível ‘LULA 1000’ ao submarino alemão ‘U-581’, ao largo de São Mateus do Pico, a quase 900 metros de profundidade.

Para além do valor histórico deste submarino, que representa a importância dos Açores no grande conflito mundial de 39-45, existe “muito interesse científico”, disse Gui Menezes, referindo que serão realizados trabalhos de investigação com base em amostras recolhidas dos organismos que, entretanto, se fixaram ao casco do submarino.

O ‘U-581’ é um recife artificial, datado, para estudar a recolonização do oceano profundo, relevante, por exemplo, para o estudo dos processos de recuperação de habitats degradados por atividades humanas.

“Ao sabermos a data em que submarino foi afundado [fevereiro de 1942], ou seja, o ‘ponto zero’ da colonização por certos organismos, como corais e esponjas de águas frias, é possível saber a sua idade e a taxa de crescimento”, referiu.

Os destroços do ‘U-581’ foram encontrados o ano passado pela Fundação Rebikoff-Niggeler a bordo do ‘LULA 1000’.

Gui Menezes frisou a importância deste submersível enquanto “plataforma de investigação, com características operacionais únicas” para a documentação vídeo do mundo submerso e para a recolha de informação científica extremamente valiosa para o conhecimento do mar profundo dos Açores”.

“Através do ‘LULA 1000’ tem sido possível documentar em vídeo muitos habitats e espécies do oceano profundo na Região, algumas desconhecidas, e recolher informação georreferenciada sobre a biodiversidade do nosso mar”, disse, destacando também o trabalho da Rebikoff-Niggeler na projeção da Região no exterior através das colaborações que tem desenvolvido com canais televisivos, como a BBC e a National Geographic, na produção de documentários sobre vida marinha.

O titular da pasta do Mar afirmou ainda que “a divulgação das imagens recolhidas pelo ‘LULA 1000’ permite ao grande público ter contacto com um mundo desconhecido, chamando a atenção para a riqueza dos nossos mares, que deve ser preservada”.

Sediada no Faial desde 1994, a Fundação Rebikoff-Niggeler é atualmente parceira do Governo dos Açores num projeto de monitorização de lixo marinho de fundo, enquadrado no Plano Estratégico para o Ambiente Marinho dos Açores (PEAMA), contribuindo para o Plano de Ação para o Lixo Marinho nos Açores (PALMA), através de imagens recolhidas pelos submersíveis LULA 500 e LULA 1000.

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pspOs deputados do PSD/Açores na Assembleia da República questionaram o Ministro da Administração Interna sobre as recentes notícias, de que “os candidatos açorianos, que pretendam concorrer ao curso da PSP, terão de prestar provas no continente, sendo as despesas pagas pelos próprios”.

Berta Cabral e António Ventura citam mesmo um dirigente sindical da PSP, frisando  que “esta situação coloca em risco o acesso dos açorianos a esta profissão, e pode mesmo afetar o número de efetivos de segurança policial na Região”, adiantam.

Segundo lembram, até 2017, as provas de pré-candidatura ao curso da Polícia de Segurança Pública, eram realizadas em Angra do Heroísmo, Horta e Ponta Delgada.

“Acontece que agora estas provas passam a ser efetuadas, uma parte em São Miguel e as restantes em Torres Novas, tendo os candidatos de suportar todos os custos de deslocação, alojamento e alimentação”, refere António Ventura.

O deputado recorda que o “Manual do candidato 2017”, disponibilizado pela PSP,” refere que as provas para os candidatos dos Açores seriam realizadas em Ponta Delgada”, afirma.

“É que, com esta alteração, o Governo pode estar a colocar em risco o acesso dos candidatos açorianos ao curso e ao próprio efetivo da PSP na Região”, alerta Ventura.

Aliás, e sobre esta outra situação, os parlamentares açorianos querem saber, “neste momento, qual é o efetivo de agentes da PSP em falta nos Açores. E para quando está previsto colmatar essa falta”, avança o deputado.

“Duas situações de solução urgente, pelas quais também esperamos que o Governo Regional se chegue à frente e faça por resolvê-las, cumprindo aquelas que são algumas das suas promessas por cumprir”, conclui António Ventura.

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parceiros sociaisO Vice-Presidente do Governo destacou hoje, em Ponta Delgada, o reconhecimento unânime dos parceiros sociais da nova fase de crescimento da economia, da criação de emprego e da redução do desemprego que se verifica nos Açores, assim como do consenso manifestado relativamente aos novos desafios motivados por essa realidade.

“Há um consenso entre os parceiros sociais e os partidos políticos, que já ouvimos, de que, efetivamente, entramos numa nova fase e numa nova realidade nos Açores”, sublinhou Sério Ávila esta manhã após as audições previstas para hoje dos parceiros sociais e dos partidos políticos com assento parlamentar, no Palácio de Santana, a convite do Presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, no sentido de preparar as propostas de Plano e Orçamento para 2018.

“Se ao longo dos últimos anos o esforço feito em termos de medidas públicas visava retomar o crescimento económico e a criação de emprego, acho que é unânime por parte de todos os parceiros sociais e os partidos políticos que até agora ouvimos, que, efetivamente, a Região regista um crescimento económico com solidez e tende a crescer e com perspetiva de crescimento ainda superior ao longo dos próximos”, afirmou.

Neste contexto, o governante defendeu que, “felizmente existem novos desafios a vencer e é para esses novos desafios de consolidação da retoma económica e da consolidação do crescimento do emprego que se deve dirigir a nossa atuação e as políticas públicas”, num esforço conjunto e concertado.

“Hoje, o que todos são unânimes é que há efetivamente um crescimento do emprego e uma redução do desemprego”, frisou, acrescentando que, por isso, designadamente “se no passado a nossa prioridade era a criação de emprego, neste momento a nossa prioridade é manter o esforço para reforçar ainda mais a criação de emprego” e “olhar cada vez mais, progressivamente, para a qualidade do emprego”, no sentido de ser “mais bem remunerado” e “mais estável”.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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10 de Setembro de 2017


casasacoresA XX Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores (CMCA) vai decorrer em Toronto, no Canadá, entre 13 e 16 de setembro, e conta com a presença do Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas, Rui Bettencourt.

Durante quatro dias, as 14 Casas dos Açores que integram o Conselho Mundial, provenientes do Canadá, Estados Unidos, Bermuda, Brasil, Uruguai e Portugal continental, reúnem-se em diversas sessões de trabalho para fazer um balanço das atividades que desenvolvem e analisar os principais problemas e desafios que atualmente se colocam às comunidades açorianas da Diáspora.

A sessão de abertura terá lugar na quarta-feira, dia 13 de setembro, na Universidade de Toronto, com intervenções de Rui Bettencourt e Suzanne Cunha, presidente da Casa dos Açores do Ontário, que detém a presidência do Conselho Mundial das Casas dos Açores, seguindo-se sessões de trabalho internas e de apresentação das atividades das diversas Casas dos Açores.

Ainda no dia 13 de setembro terá lugar uma apresentação do Canadian Centre for Azorean Research and Studies por professores das universidades de Toronto e de York e também será inaugurada a exposição “Antero de Quental e Vitorino Nemésio: Verbos vivos da cultura açoriana”, na Biblioteca Pública de Toronto Bloor-Gladstone, que é promovida pelo Governo dos Açores.

No dia seguinte, os trabalhos prosseguem, na Casa dos Açores do Ontário, com a apresentação das atividades das Casas dos Açores, seguindo-se uma sessão interna para análise dos desafios presentes e futuros das Casas dos Açores, terminando o programa com uma visita ao Museu dos Pioneiros.

Já na sexta-feira, dia 15 de setembro, a manhã será dedicada a visitar a instituição social Portuguese Support Services for Quality Living, em Hamilton e o Centro Cultural Português de Mississauga onde decorrerá uma sessão sobre “O papel dos jovens na Diáspora”, terminando o dia com a inauguração da exposição “20 anos do Conselho Mundial das Casas dos Açores” na Câmara Municipal de Brampton.

O último dia dos trabalhos fica marcado pela cerimónia de atribuição de medalhas de mérito, na qual as Casas dos Açores vão homenagear diversas personalidades e instituições, além de distinguirem o ‘Produto Açoriano de Qualidade’ 2017, que será a carne dos Açores, prémio este que será recebido pelo presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita.

Os trabalhos da XX Assembleia Geral do Conselho Mundial das Casas dos Açores contam com a presença, a convite do Governo dos Açores, de representantes dos partidos políticos com assento na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

O Conselho Mundial das Casas dos Açores, fundado em 1997, é constituído pelas Casas dos Açores do Norte, de Lisboa e do Algarve, em Portugal continental, do Winnipeg, do Quebeque e do Ontário, no Canadá, de Hilmar e de Nova Inglaterra, nos EUA, da Bermuda, do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, no Brasil, e do Uruguai, sendo também membro do CMCA a Direção Regional das Comunidades.

O CMCA tem por objetivos congregar as comunidades açorianas e dar a conhecer os Açores, os açorianos e a sua cultura às populações das suas respetivas áreas de influência, promovendo e desenvolvendo atividades que contribuam para a afirmação dos Açores e da sua Diáspora, defendendo os interesses da Região e promovendo relações sociais, culturais e económicas entre o arquipélago e os territórios onde estão inseridas cada uma das instituições que o integram.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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9 de Setembro de 2017


filipe macedoO Diretor Regional do Turismo afirmou que o Geoturismo é uma realidade fundamental no setor e cada vez mais relevante nos Açores, enquanto destino turístico sustentável.

Filipe Macedo falava em Ponta Delgada na sessão de encerramento da 14ª Conferência de Geoparques Europeus, que durante 3 dias reuniu cerca de 400 participantes de 35 países diferentes em torno do tema “Geoparques como estratégia de turismo sustentável para o desenvolvimento”.

“É certo que esta já é uma realidade fundamental no setor onde se destacam os 57 geossítios selecionados como prioritários para a implementação de estratégias de geoconservação e ações de valorização e de promoção turística dos Açores, num total de 121 identificados”, frisou o Diretor Regional.

Filipe Macedo realçou ainda que os Açores apresentam uma rede de 27 centros de interpretação”, que registaram um crescimento de cerca de 10% do número de visitantes até julho deste ano, em comparação com o período homólogo, que “contribuem para um geoturismo de qualidade na Região, em estreita ligação com o respeito pela conservação da natureza, os valores ambientais e o desenvolvimento da sua população”.

Na sua intervenção, o Diretor Regional acrescentou que “82% dos nossos visitantes escolhem os Açores pela natureza e pelos seus recursos naturais, o que se traduz numa forte preponderância do destino de turistas ambientalmente exigentes e muito sensíveis a potenciais impactos que possam afetar a imagem de excelência que conseguimos criar com o trabalho desenvolvido por todos ao longo dos últimos anos”.

Filipe Macedo lembrou, ainda, que “2017 foi declarado o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento e que é essa a assinatura para qual o Governo tem trabalhado, fazendo jus ao desígnio dos Açores certificados pela Natureza”.

Sobre a 14ª Conferência de Geoparques Europeus, o Diretor Regional deu destaque à iniciativa por se “revestir de elevada importância ao colocar na ordem do dia temáticas que devem ser discutidas e pensadas por todos nós, os stakeholders, porque só em conjunto é que conseguiremos promover o desenvolvimento harmonioso da nossa comunidade em termos ambientais, sociais, económicos e culturais.”

“Fazer dos Açores o palco privilegiado no que diz respeito a temáticas sobre o desenvolvimento sustentável, onde o setor do turismo e do ambiente assumem um papel preponderante de atuação, é, para o Governo dos Açores, uma estratégia que deve manter-se no futuro”, garantiu Filipe Macedo.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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rafael carvalhoEntre originais e alguns temas tradicionais, o músico açoriano Rafael Carvalho, apresenta o seu terceiro trabalho discográfico no Festival Cordas, que acontece de 10 a 17 de setembro na Madalena, ilha do Pico, e onde uma vez mais marca presença encerrando uma série de concertos no Auditório da Madalena, sábado 16 de setembro pelas 21h30, agora com o lançamento de “Relheiras” , o seu terceiro CD de Viola da Terra produzido e editado pelo músico e compositor.

As relheiras são sulcos na paisagem lávica deixados pela passagem dos carros de bois, e onde Rafael Carvalho se inspirou na “passagem do tempo e na forma como marcamos ou ficamos marcados pelas nossas vivências”, reflexo da sua relação com os diferentes locais e pessoas que marcaram a sua vida.

A viola dos dois corações não só está em boas mãos com o grande artista Rafael Carvalho, como a sua inovação recebe elogios de várias figuras públicas, assim como de músicos e de musicólogos de várias gerações.

Tiago Ribeiro da Antena 3 apresenta o novo trabalho de Rafael Carvalho com louvor:  “Desta música falar-se tradicional é apenas indicar-lhe o seu porto de desembarque. A viagem tem a grandeza da despretensão e o desarme da surpresa a cada nova canção. Só se diz desta viola inovadora porque se embebeu, ela, da tradição inteira dos seus tocadores e desse território demarcado no chão que aqui pisamos, ouvindo. Há muito que Rafael Carvalho é um continente de invulgar estudo, sobriedade e insistência no que ainda se não disse da nossa Terra transposta em cordas.”

Enquanto que Emiliano Toste diz que “a viola de 12 cordas saiu da sua zona de conforto: a interpretação do repertório regional da ilha… senti-me a viajar no tempo e no espaço. No tempo, porque a exploração modal é efetiva e frequente. No espaço, porque outros continentes (entre os quais, o nosso), vieram desaguar nos Açores… Eis mais uma boa fonte de inspiração para as gerações vindouras.”

Acompanhado no violão por César Carvalho, a única atuação do músico, este ano, na ilha montanha é um convite da MiratecArts, organizadora do festival internacional de músicas do mundo, para uma viagem através do som, do instrumento de cordas mais típico dos Açores.

 

Mais sobre o Festival Cordas em  www.festivalcordas.com

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8 de Setembro de 2017


vasco cordeiroO Presidente do Governo anunciou hoje que vai enviar uma carta a Congressistas e Senadores dos Estados Unidos a manifestar a apreensão e preocupação pela decisão da Administração norte-americana de acabar com o programa de proteção de jovens imigrantes indocumentados.

“Esta é uma decisão, da parte do Governo dos Estados Unidos, que nos causa bastante apreensão e preocupação, pelo impacto que pode ter, desde logo, ao nível das comunidades açorianas emigradas e descendentes”, afirmou Vasco Cordeiro.

Questionado pelos jornalistas sobre a decisão do Presidente Donald Trump de acabar com o Deferred Action for Childwood Arrivals (DACA), criado pelo anterior Presidente Barack Obama, Vasco Cordeiro adiantou que vai enviar uma carta aos Congressistas do Portuguese American Caucus na Câmara dos Representantes, assim como aos Senadores que integram o grupo Friends of Portugal.

Com esta iniciativa, o Presidente do Governo pretende alertar para o impacto que esta medida tem, não apenas na perspetiva das comunidades emigradas, mas também nas comunidades de acolhimento, “uma vez que muitos destes jovens fazem um percurso que contribui para o desenvolvimento de cada uma destas comunidades”.

“Esta ação, que não exclui outras medidas que o Governo dos Açores está a avaliar, é essencial, desde logo, para sinalizar junto dos decisores políticos, ao nível do Congresso dos EUA, a importância que atribuímos a esta matéria e a gravidade deste assunto para as comunidades açorianas”, salientou Vasco Cordeiro.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

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artur LimaO Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores, Artur Lima, lamentou, esta quinta-feira, que a proposta do Governo socialista ao regime de apoios aos órgãos de comunicação social privados dos Açores (PROMÉDIA 2020), mantenha subjugados ao poder político os jornais e rádios da Região, lamentando que o PS não tenha aceite um alargamento da pluralidade democrática no âmbito da fiscalização destes apoios.

“A existência de uma comunicação social independente é uma garantia de participação cívica, livre, democrática e um pilar essencial da democracia pluralista que, todos nesta casa da Autonomia, temos a obrigação de diariamente, construir, defender e aprofundar. A proposta do Regime Jurídico do Programa Regional de Apoio à Comunicação Social Privada apresentada pelo Governo foi, na sua essência, conformada contra a vontade do universo dos agentes do setor, centralizou no Governo todas as competências de fiscalização e reduziu a pluralidade existente em sede da Comissão de Análise e Acompanhamento”, criticou Artur Lima.
Por consequência, acrescentou, o CDS-PP apresentou um conjunto de propostas de alteração que visavam, em primeiro lugar, “garantir, nos termos da nossa Constituição, que este programa regional de apoio seja um instrumento de aprofundamento da liberdade e da independência dos nossos meios de comunicação social privados”.
O CDS preconizava “um efetivo exercício do direito à liberdade de imprensa e a garantia dos meios necessários para que a sua aplicação seja real, pluralista e democrática nos nossos meios de comunicação social privados”, assim como defendia “que os nossos meios de comunicação social privados sejam, efetivamente, independentes do poder político”, propondo que o PROMÉDIA 2020, ao nível da comissão de análise e acompanhamento das candidaturas, fosse alargada, reintroduzindo nesta comissão os representantes das associações de imprensa e radiodifusão e a inclusão de um elemento de cada grupo e representação parlamentar com assento na Assembleia Regional, considerando por isso o bancada liderada por Artur Lima que “com o programa de apoio que vigorará até 2020, a comunicação social açoriana vai continuar subjugada ao poder político regional”.

 

 

Açores 24Horas / NI / Foto de Arquivo

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7 de Setembro de 2017


queijo sao jorgeO Secretário Regional da Agricultura e Florestas, João Ponte, anunciou hoje que o Governo dos Açores vai apoiar a Cooperativa Uniqueijo numa campanha para promoção, a nível nacional, do queijo de São Jorge “no âmbito da legislação que regula os apoios às organizações de produtores e cooperativas”,  afirmou João Ponte, após uma reunião com a Direção da União de Cooperativas Agrícolas de Lacticínios de São Jorge – Uniqueijo em São Jorge, onde destacou que o apoio do Executivo açoriano a este projeto representa “o empenho em apoiar um setor que é fundamental e estruturante para a economia da ilha de são Jorge e que ocupa muita gente”.

João Ponte considerou, ainda, que estamos perante “um importante passo para a consolidação da Agricultura na ilha”, esperando que a esta ação de promoção no mercado nacional contribua para o aumento das vendas e notoriedade do queijo de São Jorge.

“O queijo de São Jorge é um produto de excelência, que tem tradição, tem história, tem qualidade e já tem alguma notoriedade. Contudo, a Uniqueijo entendeu e bem que tem condições para aumentar ainda mais a notoriedade deste queijo e, por via disso, as vendas no mercado nacional”, referiu João Ponte, acrescentando que a campanha vai também contribuir para aumentar a notoriedade dos lacticínios e produtos lácteos dos Açores.

Apesar das vendas da Uniqueijo estarem a aumentar e haver novos mercados interessados em comprar o queijo de São Jorge, como é o caso da Arábia Audita a partir de Outubro, João Ponte reconheceu que há ainda um stock considerável de queijo que é preciso escoar e sobretudo valorizar.

Por outro lado, o Centro Açoriano de Leite e Laticínios, do qual o Governo dos Açores é associado fundador, preparou e apresentou por intermédio de um dos seus associados, no caso a Associação Agrícola de são Miguel, no passado mês de abril, uma candidatura à medida “Ações de Informação e Promoção”, que aguarda decisão da Comissão Europeia.

A referida candidatura destina-se a desenvolver um conjunto de ações de promoção, que terão lugar durante um período de 3 anos (2018 – 2020) e que serão direcionadas para os mercados norte-americano e asiático, designadamente o Canadá (Toronto e Montreal) e a China (Xangai, Hong Kong e Macau).

Como forma de contribuir para a valorização e aumento da notabilidade dos queijos açorianos, a Secretaria Regional da Agricultura e Florestas está, também, a preparar a realização anual de um concurso de queijos de âmbito regional, que terá início em 2018.

 

Açores 24Horas / GaCS

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vulcao-capelinhosCerca de 360 participantes provenientes de 35 países participam, de 7 e 9 de Setembro, em Ponta Delgada, na 14a Conferência de Geoparques Europeus, organizada pelo Geoparque Açores, Geoparque Mundial da UNESCO, com o tema “GEOPARQUES COMO ESTRATÉGIA DE TURISMO SUSTENTÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO”, durante a qual irão ser apresentadas diversas comunicações orais e posters.

De modo a proporcionar aos participantes na Conferência uma visão abrangente da realidade insular do Geoparque Açores vão ainda realizar-se 2 excursões pós-conferência às ilhas Faial, S. Jorge e Pico, de 10 a 13 de setembro, e às ilhas Flores e Corvo, de 10 a12 de setembro.

Integrado neste evento decorrerá nos dias 7  e 8, uma (Geo)Feira no Pavilhão do Mar, aberta ao público em geral e que pretende promover o geoturismo europeu e demonstrar a importância deste produto turístico como importante ferramenta de desenvolvimento local sustentável, e durante a qual será lançada a edição filatélica dos Correios de Portugal, S.A. Sociedade Aberta, denominada “Geoparque Açores”.

Para além de 26 países da Europa, estarão presentes participantes de países de outros continentes, nomeadamente, Austrália, Brasil, Colômbia, México, China, Japão, Irão, Canadá e Estados Unidos da América.

A Rede Europeia de Geoparques criada em 2000 é constituída atualmente por 70 geoparques de 23 países europeus.

O Geoparque Açores, criado em 2010, foi reconhecido como Geoparque Europeu em 2013 e como Geoparque Mundial da UNESCO em 2015. Alia uma estratégia de geoconservação a políticas de educação e sensibilização ambientais e à promoção de um desenvolvimento socioeconómico sustentável baseado no geoturismo.
Está assente numa rede de 121 geossítios dispersos pelas 9 ilhas e zona marinha envolvente, que garantem a representatividade da geodiversidade açoriana e traduzem a sua história geológica e eruptiva.
A par da gepdiversidade e património geológico, existem na Região outros valores de referência, como é o caso de uma rica biodiversidade e património arquitetónico, cultural, etnográfico e imaterial de inegável valor. Integra no seu território, 2 áreas de Património Mundial, 4 Reservas da Biosfera e 13 sítios RAMSAR, sendo uma das duas regiões do Mundo com as quatro designações UNESCO (www.azoresgeopark.com).

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