Pub

Açores 24Horas – Jornal Diário

27 de Junho de 2017


davA Secretaria Regional da Agricultura e Florestas e a Cooperativa BioAzórica assinaram hoje, em Angra do Heroísmo, um protocolo que define uma estratégia regional para a agricultura biológica, que deverá estar concluída dentro de seis meses, criando as entidades envolvidas um grupo de trabalho, que envolverá ainda técnicos da administração pública regional e especialistas da Universidade dos Açores, a quem caberá também a definição de um plano de ação.

“A BioAzórica é uma cooperativa de charneira nesta área e tem um conhecimento adquirido profundo”, afirmou o Diretor Regional da Agricultura, acrescentando que o plano estratégico que vier a ser delineado “só será consequente e efetivo se corresponder às necessidades da produção, dos produtores e do mercado”.

José Élio Ventura, que falava após a cerimónia de assinatura do protocolo,  salientou que se pretende aumentar o rendimento dos produtores e criar alternativas para determinadas limitações de produção, destacando a importância desta área da agricultura.

“Existe um interesse crescente dos cidadãos pela agricultura biológica, uma vez que ela traz benefícios ambientais, para a saúde pública e para a segurança alimentar”, sustentou o Diretor Regional, para quem a agricultura biológica é atualmente uma “estimulante oportunidade de negócio”, já que “o mercado absorve de forma clara e evidente” aquilo que é produzido, revelando que “existe uma evidente vontade das produções tradicionais, como o leite e a carne, apostarem no modo biológico, um segmento que deve ser potenciado devido às limitações existentes na produção tradicional”.

A agricultura biológica tem vindo a crescer nos Açores, passando de 22 para 93 produtores entre 2005 e 2016, período em que a área explorada aumentou de 68 para 660 hectares.

 

 

Açores 24Horas

talholagoa1

Download PDF




escola professores ensino aulaO calendário escolar para o ano letivo 2017/2018, que estará em vigor nos Açores para os estabelecimentos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário público e para o ensino particular ou cooperativo com paralelismo pedagógico, foi hoje publicado em Jornal Oficial.

O próximo ano letivo terá início a 13 de setembro de 2017 e terminará a 22 de junho de 2018, dividindo-se em três períodos letivos.

O primeiro período decorre de 13 de setembro a 15 de dezembro, o segundo entre 3 de janeiro e 23 de março e o terceiro vai decorrer de 9 de abril a 22 de junho.

As interrupções letivas terão lugar de 18 de dezembro a 2 de janeiro, de 12 a 14 de fevereiro e de 26 de março a 6 de abril, segundo determina a portaria assinada pelo Secretário Regional da Educação e Cultura.

As escolas profissionais e as escolas do ensino regular que ministrem cursos profissionalmente qualificantes devem, segundo esta portaria, observar os períodos de interrupção letiva, cabendo-lhes, face aos condicionalismos desta modalidade especial de educação, fixar as datas de início e encerramento do ano letivo destes cursos, devendo contudo “a terceira interrupção compreender, obrigatoriamente, e no mínimo, o período entre a segunda-feira anterior ao domingo de Páscoa e a segunda-feira seguinte”.

A portaria governamental, entre outros aspetos, determina ainda que, no primeiro dia do ano letivo, 13 de setembro, designado como Dia ProSucesso, em todos os estabelecimentos de ensino “deverão ser calendarizadas e desenvolvidas atividades com alunos, docentes, pais e demais intervenientes da comunidade educativa, que permitam uma ampla divulgação do Plano Integrado de Promoção do Sucesso Escolar, a mobilização de todos e o compromisso com os objetivos e as iniciativas do plano de cada unidade orgânica”.

Determina-se igualmente que as atividades letivas do 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade terminam a 6 de junho, do 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade terminam a 15 de junho, enquanto as atividades educativas na educação pré-escolar e as atividades letivas para os alunos do 1.º, 2.º, 3.º e 4.º anos de escolaridade terminam a 22 de junho.

 

 

 

Açores 24Horas / Gacs

talholagoa1

Download PDF




NEAT HOTEL Avenida - QuartoO preço médio por quarto disponível na hotelaria em Portugal subiu 30% em abril, para 64 euros, face a igual mês de 2016, com o Minho, Coimbra e Viseu a crescerem acima dos 40%, segundo dados hoje divulgados.

De acordo com a AHP — Associação da Hotelaria de Portugal, abril “foi excelente” para a hotelaria nacional, pelo facto de ser já um mês de “maior procura” e devido ao efeito Páscoa.

Nesse sentido, o preço médio por quarto disponível na hotelaria nacional (RevPar) aumentou 30% em abril, quando comparado com o mesmo mês de 2016, sendo que o Minho, Coimbra e Viseu lideraram com subidas de mais de 49%, 46% e 40%, respetivamente.

A taxa de ocupação por quarto, por sua vez, subiu em abril 8 pontos percentuais, para 76%, face a igual mês do ano passado, refere a AHP em comunicado.

Se a taxa de ocupação hoteleira no país em abril continuou a ser liderada pela Madeira e Lisboa, ao ultrapassarem os 85%, pela mesma ordem e com o Grande Porto a fixar-se nos 83%, o Minho, Coimbra e o Alentejo apresentaram os crescimentos homólogo “mais robustos”, puxados pelas miniférias da Páscoa e os feriados do 25 de abril e 1 de maio, apoiados também no turismo interno e espanhol.

As unidades hoteleiras de quatro estrelas mantiveram em abril o pódio com uma subida de 9,6 pontos percentuais, face a idêntico mês do ano passado, refletindo uma taxa de ocupação de 79%.

O preço médio por quarto ocupado (ARR), por sua vez, fixou-se nos 84 euros, uma subida de 17% em termos homólogos, segundo a AHP, que destaca o crescimento de 20% nas unidades hoteleiras de 4 estrelas e de 15% nas unidades hoteleiras de 5 estrelas.

Os destinos turísticos do Oeste, Algarve e Açores, foram os que maiores acréscimos registaram com 25%, 20% e 19%, pela mesma ordem.

A receita média por turista no hotel foi outro dos indicadores que registou em abril “uma significativa subida”, de 6% face a igual mês de 2016.

Os destinos insulares destacaram-se tanto em valores absolutos, com a Madeira a obter uma receita média de 290 euros, como em valores relativos, com os Açores a crescerem mais 12% que em idêntico mês do ano passado.

Até abril, verificou-se “um bom arranque de ano”, com destaque para o RevPAR que tem crescido sempre a dois dígitos.

Segundo Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, “o mês de abril foi realmente muito forte para os hotéis portugueses. Já era, tradicionalmente um bom mês, mas este ano superou todas as expectativas”.

E prosseguiu: “Este crescimento espantoso em todos os indicadores não é alheio ao efeito Páscoa. Há destinos, como o Minho e o Alentejo, em que se percebe que esse fator foi decisivo”.

Assim, numa análise aos primeiros quatro meses deste ano, em comparação com o período homólogo e antevendo crescimento análogo para o resto do ano, a AHP perspetiva 2017 com sendo “o melhor ano de sempre” para a hotelaria nacional.

 

 

 

Lusa

Download PDF




sata-a320Uma viatura de ‘catering’ danificou na segunda-feira à noite uma porta de um avião da transportadora SATA no aeroporto de Lisboa, situação que está hoje a condicionar a operação da empresa, disse à Lusa o porta-voz da companhia.

 

“Uma viatura de ‘catering’ que ia abastecer o avião A320, para depois este fazer o voo da noite Lisboa-Ponta Delgada, encostou-se à aeronave e embateu numa porta, danificando-a”, afirmou António Portugal, explicando que a porta tem de ser reparada, pelo que a aeronave está fora de serviço.

António Portugal afirmou que esta ligação aérea foi assegurada por outro avião que a companhia tinha, mas hoje, devido a este incidente, “a SATA não consegue realizar os voos Lisboa-Ponta Delgada, Ponta Delgada-Porto, Porto-Ponta Delgada e Ponta Delgada-Lisboa”.

“Nestas ligações estão 400 passageiros e estamos a tentar arranjar alternativas àqueles voos de forma a transportá-los o mais rapidamente possível”, garantiu.

No domingo, registou-se um outro incidente com uma aeronave A310 da SATA, depois de aterrar em Boston, nos Estados Unidos da América, proveniente de Ponta Delgada.

“Ao passar da pista para o ‘taxiway’ para acesso ao estacionamento, o avião danificou duas luzes de sinalização da faixa”, informou António Portugal.

A aeronave “não teve qualquer dano, mas perante estas circunstâncias tem que ser inspecionada”, referiu o porta-voz da SATA, esclarecendo que esta aguarda “neste momento a autorização da construtora, a Airbus, para voar”.

Segundo António Portugal, hoje ou o mais tardar na quarta-feira, o avião estará operacional, mas face a este incidente a SATA foi forçada a cancelar as ligações Boston-Ponta Delgada no domingo e na segunda-feira Ponta Delgada-Boston.

Este mês foi ainda registado um outro incidente entre um avião da SATA e a viatura de reboque em Boston, o que cancelou também um voo que tinha com destino final Barcelona.

Neste caso, registou-se um incidente quando o avião A310 da estava a preparar-se para sair de Boston e a viatura que o estava a rebocar, ocorrendo um embate, o que danificou a aeronave.

“Este primeiro avião já está em Lisboa e hoje retoma a operação”, garantiu António Portugal.

Explicando que “estes são um conjunto de incidentes que têm afetado a operação da SATA”, o responsável frisou que “estas situações não têm origem em avarias técnicas” e que “a segurança é a primeira prioridade da companhia”.

“Estamos a fazer o melhor possível para arranjar alternativas à falha de aeronaves, que provoca grandes constrangimentos operacionais, e fazer todos os possíveis para regularizar a operação”, acrescentou António Portugal.

 

 

 

Lusa

talholagoa1

Download PDF



26 de Junho de 2017


vegetais-legumes“Todas” as escolas dos Açores terão no próximo ano letivo, através de prévia marcação, a opção do fornecimento aos alunos e docentes de uma refeição vegetariana, garantiu hoje, em Angra do Heroísmo, o Secretário Regional da Educação e Cultura.

Avelino Meneses, que falava aos jornalistas no final de uma audiência na Comissão de Assuntos Sociais da Assembleia Legislativa, onde esteve em análise uma petição que solicita a inclusão de uma alternativa vegetariana nas cantinas/refeitórios das escolas da Região, salientou que a marcação prévia para esta refeição tem em vista “evitar o desperdício”.

“Pela experiência e pela expetativa que temos relativamente a este tipo de refeição, a procura poderá não ser elevada”, afirmou Avelino Meneses, acrescentando que as escolas do arquipélago já oferecem desde o ano letivo 2015/2016 um prato ovolactovegetariano, que tem “uma baixa procura”.

O Secretário Regional, que também foi ouvido no âmbito de uma iniciativa do Bloco de Esquerda que visa a promoção da igualdade de género na atribuição de prémios em competições desportivas, frisou que a legislação “pugna pela igualdade do género” na prática desportiva.

Avelino Meneses acrescentou ainda que, ao nível dos escalões de formação, as equipas femininas beneficiam de uma majoração de 25% nos primeiros dois anos de atividade, além de que, quando a solicitação é feita ao mesmo tempo, beneficiam de prioridade na utilização de instalações.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

talholagoa1

 

Download PDF




marca açoresO Vice-Presidente do Governo destacou hoje, na Praia da Vitória, a crescente aposta das empresas de distribuição na promoção dos produtos açorianos, que têm registado um significativo aumento de vendas devido à estratégia de valorização desenvolvida pelo Executivo Regional, ao aumento do rendimento disponível das famílias e à procura por parte de turistas.

“A valorização dos produtos açorianos tem sido cada vez mais evidenciada no âmbito da nossa estratégia de desenvolvimento da Região”, frisou Sérgio Ávila.

“Se, no passado, eram as entidades públicas que solicitavam às empresas de distribuição a realização de feiras de produtos açorianos, hoje cada vez mais são as empresas que têm interesse em valorizar o produto açoriano”, acrescentou o Vice-Presidente.

Para o titular da pasta da Competitividade Empresarial, que visitou a feira de produtos regionais promovida pelo supermercado Guarita, “isto é sinal de que já foi incorporado no consumidor açoriano a valorização dos nossos produtos”, que se traduz no aumento do consumo interno.

Um aumento que, segundo Sérgio Ávila, se verifica “devido ao aumento do rendimento disponível das famílias, que é claro na Região”, pelo “aumento da apetência do consumo de produtos açorianos”, em consequência da sua qualidade e da eficácia da sua promoção e valorização, e “pelo aumento efetivo do mercado externo que consome na Região”.

“A conjugação destes três aspetos faz com que estejamos a assistir a uma enorme dinâmica no aumento da procura de produtos da Região”, salientou o Vice-Presidente, destacando também, “no âmbito da estratégia da Marca Açores, um crescimento muito assinalável nas vendas de todas as empresas” detentoras deste selo identificativo de origem.

 

 

 

Açores 24Horas/ Gacs

talholagoa1

Download PDF




base-lajesO Grupo Parlamentar do CDS-PP Açores quer desaterrar um parque de estacionamento automóvel para aumentar a placa de estacionamento de aviões na Aerogare Civil das Lajes, quer a utilização civil do porto dos norte-americanos na Praia da Vitória para transformação em cais de cruzeiros para a ilha e reivindica o início urgente da construção da rampa ro-ro no Porto das Pipas.

As acessibilidades à ilha Terceira foram mote de preocupação dos deputados populares que estiveram reunidos, em Jornadas Parlamentares, na ilha Terceira, e dizem ter ouvido “várias entidades e personalidades que têm a mesma visão”, tendo em vista a melhoria das acessibilidades marítimas e aéreas à ilha, a melhoria das ligações de pessoas e bens entre as ilhas do Grupo Central e a captação eficaz de turistas de cruzeiros.

Alonso Miguel foi o parlamentar que deu voz às conclusões das reuniões de trabalhos dos democratas- cristãos, apontando soluções concretas para a melhoria das acessibilidades à ilha. Assim e relativamente à ampliação da placa de aeronaves civis e comerciais na Aerogare das Lajes, “promessa esquecida pelo PS e há anos defendida pelo CDS”, lembrou, os centristas tem uma solução fácil e que “não está dependente de qualquer autorização militar”.

Para o CDS-PP “o aumento da placa faz-se desaterrando o atual parque de estacionamento automóvel nº 1”, o parque mais a oeste, na direção da Vila das Lajes, possibilitando assim que que “a placa civil possa ter capacidade para, pelo menos, mais 4 aviões do tipo A320 e fazendo também com que os passageiros possam desembarcar e estar logo à porta da Aerogare, como se faz em várias partes do mundo, como se faz no Aeroporto de Ponta Delgada”.

Para Alonso Miguel este investimento seria relativamente fácil e barato de concretizar e “não estava dependente de nenhuma autorização militar”, como está o projeto de ampliação que existe há largos  anos e que não avança por falta de autorização da Força Aérea Portuguesa, uma vez que “os terrenos deste parque de estacionamento automóvel são terrenos públicos regionais”.

Por outro lado, e ao nível da melhoria das acessibilidades marítimas à Terceira, o CDS-PP defende “a certificação urgente para uso civil do cais dos americanos na Praia da Vitória”, visando “a sua transformação no cais de cruzeiros na ilha com a vantagem de os passageiros e turistas desembarcarem logo no interior da cidade”, assim como reivindicam “o arranque urgente das obras de construção da rampa ro-ro do Porto das Pipas”, em Angra do Heroísmo, tendo por objetivo a melhoria “expressiva nasligações com as restantes ilhas do Grupo Central”.

Questionado pelos jornalistas sobre o facto de estes serem investimentos há muito defendidos como prioritários para o desenvolvimento económico da ilha Terceira, Alonso Miguel não teve dúvidas em referir que “eles só não avançaram já e continuam parados por falta de vontade política”.

Os deputados Artur Lima, Graça Silveira, Catarina Cabeceiras e Alonso Miguel estiverem reunidos em Jornadas Parlamentares na ilha Terceira, durante os últimos três dias, com especial enfoque para os transportes e acessibilidades e para o desenvolvimento e crescimento económico, depois de já terem passado pelas ilhas do Pico e de São Jorge também focados nos assuntos da agricultura, pescas e turismo.

 

 

Açores 24Horas / NI

Download PDF




artesanato dos AçoresO Artesanato dos Açores estará presente na Feira Internacional de Artesanato de Lisboa (FIA), que decorre até 2 de julho e se estima que possa registar mais de 100 mil visitantes, apresentando-se nesta edição do maior certame da Península Ibérica nesta área, num novo stand com 225 m2, que inclui uma dezena de módulos de negócio para as empresas e um espaço do Centro Regional de Apoio ao Artesanato (CRAA), concebido pela dupla de jovens arquitetos Filipe Mota e Paulo Vieitas, da SALA2, foi construído por empresas açorianas utilizando apenas madeira de criptoméria dos Açores.

O novo espaço desenvolve-se a partir de módulos cuja criação teve a influência não só na arquitetura tradicional açoriana, nos seus volumes de fornos e chaminés, como também nos elementos de arquitetura de produção, como os sequeiros de tabaco, os granéis ou as burras de milho, e que pretende associar a inovação e a tradição, no âmbito da estratégia de promoção desenvolvida pelo Governo dos Açores e que vincula a Região a uma imagem de competitividade e mais-valia ambiental, conquistando o mercado exterior com o objetivo de obter o reconhecimento internacional para os produtos certificados ao abrigo da marca “Artesanato dos Açores”.

A presença dos Açores conta com unidades produtivas artesanais de São Miguel, Terceira e Pico, que exibem trabalhos nas áreas dos bordados, rendas, escama de peixe, presépios de lapinha, registos do Santo Cristo dos Milagres, cerâmica, bijuteria, fibras vegetais e tecelagem.

A participação na Feira Internacional de Artesanato de Lisboa, promovida pela Vice-Presidência do Governo, visa promover o artesanato e os artesãos açorianos, numa perspetiva de se alcançarem novos públicos, uma vez que o evento recebe, durante nove dias, não só profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, mas também interessados no artesanato enquanto manifestação cultural, num certame que é das mais importantes plataformas para a promoção e negócio das empresas artesanais açorianas, potenciando não só a mostra e a venda de produtos tradicionais, mas também fomentando o desenvolvimento regional e rural e o relacionamento dos recursos naturais com a cultura e o turismo.

O artesanato apresenta um crescente dinamismo nos Açores com o aparecimento de novas empresas e a criação de emprego, assumindo uma fase de mudança, de renovação e de reposicionamento, sobretudo da marca coletiva “Artesanato dos Açores”.

 

 

 

 

Açores 24Horas / Gacs

talholagoa1

Download PDF




cartaz APAVNo âmbito das comemorações do seu 10º aniversário, que se assinala dia 1 de Julho, a Associação Portuguesa de Apoio à Vitima (APAV) promove no próximo dia 30 de Junho, às 10h30, o seminário “APAV Açores, 10 Anos a Dar Voz ao Silêncio”.

O seminário terá lugar no Auditório do Edifício CTT, em Ponta Delgada, e pretende olhar para o trabalho desenvolvido pela APAV nos Açores ao longo destes 10 anos, “traçando o caminho para o futuro”.

A APAV é uma instituição particular de solidariedade social, de utilidade pública, que tem como objectivo estatutário promover e contribuir para a informação, protecção e apoio aos cidadãos vítimas de infracções penais.

Na sua missão a APAV promove a mensagem “que cada um de nós pode ser, num dado momento da vida, vítima de um crime. O impacto do crime na vida da vítima pode ser tremendo e avassalador, dependendo de cada pessoa, do tipo de crime, das suas circunstâncias. Cada pessoa reage à experiência de ser vítima de crime de forma diferente: enquanto uns conseguem reagir e lidar com isso, prosseguindo a sua vida normal sem que a vitimação os afete; muitas pessoas sofrem um grande impacto negativo nas suas vidas. Não existe uma maneira “correta” ou “certa” de se reagir ao crime – os sentimentos e as suas emoções após o crime são reações normais a um acontecimento, esse sim, nada normal – ser vítima de um crime”, centrando-se a génese da Associação no “ouvir, aconselhar e apoiar a vítima de qualquer crime a lidar com os efeitos e consequências do crime. Tenha ou não participado o crime às autoridades, informando e aconselhando sobre direitos e como exercê-los”.

Os serviços de apoio prestados a cada vítima são gratuitos e confidenciais.

 

 

Açores 24Horas

 

Download PDF




habitacao-casaO Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) promove, nos dias 3 e 4 de julho, um curso de Construção e Materiais Sustentáveis – estratégias, técnicas e métodos de avaliação e valorização.

Este curso pretende dotar os participantes de competências que lhes permitam uma atuação técnica e de gestão fundamentada no domínio da construção sustentável, com capacidade para usar ferramentas de apoio e avaliação de projeto, comparar soluções, selecionar materiais de construção.

Considerando que um dos grandes desafios que se colocam ao desenvolvimento sustentável é o impacto do ambiente construído, é essencial que a sociedade entenda a importância da alteração dos seus padrões de vida, da discrepância entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, da redução dos desperdícios e do consumo de recursos, do reaproveitamento, da reciclagem e da adoção de políticas económicas e sociais que promovam a sustentabilidade.

Um dos sectores considerado com maior impacte ambiental é o da construção, uma vez que consome grandes quantidades de materiais, matérias-primas e energia, sendo uma grande parte não renovável, e é um produtor significativo de gases nocivos. Assistimos também a uma saturação do mercado, com a construção nova e desertificação dos centros urbanos com a consequente degradação das habitações.

A inversão deste cenário, com a crescente valorização da reabilitação urbana, que se começa a sentir, ainda que timidamente, exige conhecimento técnico e estratégico, com domínio das ferramentas de apoio ao projeto e ao planeamento, mas também das grandes linhas orientadoras e dos mais recentes desenvolvimentos internacionais, em particular na Europa.

Neste contexto, o LREC, no âmbito das suas atribuições de divulgação do conhecimento, considerou oportuno promover um curso de formação teórico/prático nesta área.

Os interessados em participar neste curso poderão inscrever-se na página do LREC em www.lrec.azores.gov.pt.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

Download PDF




vinho-vinicultura-alcoolO Laboratório Regional da Enologia promove no dia 30 de junho, pelas 21:30, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Madalena, na ilha do Pico, um evento denominado “Conversas Sobre o Vinho – Passado, Presente e Futuro: Estratégias e Caminhos a Traçar”.

A iniciativa pretende promover o diálogo entre diversa entidades e individualidades ligadas ao sector vitivinícola na ilha montanha, onde existe uma tradição secular ligada à vinha e à produção de vinho.

Desde 2004 que a paisagem da vinha da ilha do Pico está classificada pela UNESCO como património mundial.

A conversa em torno do vinho integra o programa “Madalena – Cidade do Vinho 2017”.

 

 

 

Açores 24Horas / Gacs

Download PDF



25 de Junho de 2017


gui meneses A24HO Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia participa, de 27 a 29 de junho, em São Francisco, na Califórnia, na conferência ‘NewSpace 2017: Convergence’, organizada pela Fundação Space Frontier, onde serão debatidas questões relacionadas com o setor espacial.

Segundo Gui Menezes, os Açores desempenham já “um relevante papel” na cena internacional do Espaço, “fruto dos investimentos que, visionariamente, têm vindo a ser realizados em infraestruturas, redes e projetos relacionados com esta temática”, destacando, por isso, “a importância” da Região marcar presença “no maior evento mundial sobre Espaço”.

A conferência NewSpace, que se realiza desde 2006, reúne todos os ‘players’ do setor espacial, nomeadamente ‘startups’ e empresas do setor já estabelecidas, agências governamentais, investidores privados e inovadores tecnológicos, e irá centrar-se nos desafios a curto, médio e longo prazo relacionados com o Espaço.

A edição deste ano é dedicada ao tema ‘Convergência’, pretendendo debruçar-se sobre a importância da colaboração interdisciplinar na criação de uma economia espacial sustentável.

O Governo dos Açores integra a comitiva portuguesa que participa no evento, com o objetivo de divulgar o potencial da Região para o desenvolvimento de atividades ligadas à indústria espacial.

“Pretendemos estabelecer contactos com entidades que, desenvolvendo a sua atividade longe da Região, possam integrar na sua cadeia de conhecimento empresas açorianas, e que, futuramente, possam ser uma mais valia no desenvolvimento das atividades espaciais no arquipélago”, defende o Secretário Regional.

 

 

Açores 24Horas / Gacs

talholagoa1

Download PDF




peditorioConferência Episcopal Portuguesa sublinha importância da solidariedade e de apostar na prevenção de futuras tragédias.

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) anunciou  que as dioceses católicas vão promover um peditório nacional, a 2 de julho, para ajudar as vítimas dos incêndios que atingiram o país nos últimos dias e a que a diocese deAngra, também, não é indiferente.

“Pedimos a todas as comunidades cristãs, e a quem deseje associar-se, que além de outras iniciativas solidárias dediquem a oração, o sufrágio e o ofertório do primeiro domingo de julho a esta finalidade”, refere uma nota divulgada  pelo porta-voz do episcopado, padre Manuel Barbosa.

O montante recolhido vai ser enviado para a Cáritas Portuguesa, “a fim de ser encaminhado, com brevidade, para aqueles que necessitam”.

A Cáritas já tinha avançado com a abertura de uma conta solidária – ‘Cáritas com Portugal abraça vítimas dos incêndios’ – (PT50 0035 0001 00200000 730 54), na Caixa Geral de Depósitos.

Numa carta enviada a todos os sacerdotes, o Vigário geral da diocese, Cónego Helder Fonseca Mendes,  lembra que caso “não seja possivel o depósito” o produto da coleta pode ser enviado para a Cúria Diocesana que depois garantirá  a chegada ao destino.

Os bispos católicos manifestam o seu “reconhecimento e apoio” aos bombeiros, às organizações de socorro e aos “numerosos” voluntários que estão no terreno e desenvolvem “todos os esforços para salvar vidas, minorar danos e evitar a perda de pessoas e bens”, mesmo à custa de “riscos pessoais”.

O fogo que começou este sábado numa área florestal em Escalos Fundeiros, em Pedrógão Grande (Distrito de Leiria, Diocese de Coimbra), e se alastrou aos municípios vizinhos de Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos, provocou até ao momento 64 mortos; há também mais de 160 feridos a registar e 150 famílias desalojadas.

“Nós, os bispos portugueses, acompanhamos com dor, preocupação solidária e oração a dramática situação dos incêndios, que provocaram numerosas vítimas e que estão a causar enorme devastação no país”, refere a nota da CEP.

Os bispos católicos deixam uma palavra de proximidade com a “dor dos que choram os seus familiares e amigos que perderam a vida, pedindo a Deus que os acolha junto de si”.

“Neste momento, em cada uma das nossas Igrejas diocesanas, sentimo-nos próximos e comprometidos com a situação dramática dos que sofrem”, observam os membros da CEP.

A nota sublinha a participação das comunidades cristãs, das Cáritas diocesanas, da Cáritas Portuguesa e de outras instituições eclesiais nos esforços de “acudir às vítimas, providenciar meios de primeira necessidade e colaborar no ressurgir da esperança, da solidariedade e do alento para reconstruir a vida, o alento e o futuro”.

A Conferência Episcopal Portuguesa tinha denunciado a 27 abril o “flagelo” dos incêndios e pedia a toda a sociedade que se mobilize para contrariar uma “chaga” de “proporções quase incontroláveis”.

Na nota pastoral ‘Cuidar da casa comum – prevenir e evitar os incêndios’, o episcopado católico defendeu que Portugal “tem sido de tal modo assolado por incêndios que estes se tornaram um autêntico flagelo com proporções quase incontroláveis”.

A CEP reforçou a necessidade de “medidas mais preventivas, concretas e concertadas” sobre uma “calamidade” que atinge Portugal “todos os anos”.

 

 

In igrejaacores.pt

Download PDF



24 de Junho de 2017


foto praia vitoriaNo dia 23 de junho, pelas 17h30, horas locais, foram detetadas pequenas manchas escuras na água da zona balnear da Praia Grande, Praia da Vitória, tendo sido içada a bandeira vermelha e desaconselhada a prática de banhos aos utentes daquela zona balnear, para prevenção de eventuais questões de saúde pública.

O Comando-local da Polícia Marítima de Praia da Vitória procedeu à recolha de amostras, permanecendo contudo enormes dúvidas relativamente à natureza e origem do eventual produto poluidor, que apresenta cor escura, sem qualquer tipo de odor ou de viscosidade/gordura, típico de hidrocarbonetos.

De referir ainda que o fenómeno somente foi registado zona balnear em causa, dentro de toda a bacia do porto da Praia da Vitória, onde existem mais 3 zonas balneares, prosseguindo as autoridades as diligências no sentido de identificar a origem e o tipo de produto que originou este eventual episódio de poluição.

A Câmara Municipal foi contactada para, caso necessário, promover uma ação de limpeza do areal.​

 

 

Açores 24Horas / GIRP / Foto- GIRP

Download PDF



23 de Junho de 2017


aguas vivasFace ao elevado número de águas-vivas e caravelas-portuguesas registado este ano em zonas balneares de todo o arquipélago, a Direção Regional dos Assuntos do Mar e a Autoridade Marítima alertam os banhistas para os cuidados a ter com estes animais marinhos.

As águas-vivas, também conhecidas por medusas ou alforrecas, e as caravelas-portuguesas (Physalia physalis), frequentes no mar e em zonas costeiras dos Açores, incluindo areais, sobretudo durante a Primavera e o Verão, possuem tentáculos urticantes que em contacto com a pele podem, potencialmente, causar irritações e ferimentos mais ou menos graves.

Segundo a Direção Regional dos Assuntos do Mar, é importante evitar, sobretudo, o contacto com as caravelas-portuguesas, organismos coloniais que vivem à superfície do mar, graças ao seu flutuador, azul-arroxeado, cheio de gás.

Os tentáculos destes animais, que podem atingir os 30 metros, possuem estruturas venenosas que largam um potente veneno quando entram em contacto com outros organismos, sendo que este veneno causa na vítima uma forte reação cutânea aliada a uma dor intensa.

A água-viva, por outro lado, em contacto com a pele, provoca uma sensação de choque, sendo que os sintomas posteriores são dor forte e sensação de queimadura (calor/ardor), irritação, vermelhidão, inchaço e comichão.

Caso tenha contacto com águas-vivas ou caravelas, não esfregue ou coce a zona atingida para não espalhar o veneno, não use água doce, álcool ou amónia, nem coloque ligaduras, e lave cuidadosamente a zona afetada com água do mar, retire os tentáculos da caravela, utilizando, se possível, luvas, uma pinça de plástico e água do mar e procure assistência médica o mais rapidamente possível.

Algumas pessoas são especialmente sensíveis ao veneno das águas-vivas e podem ter reações alérgicas graves, nomeadamente falta de ar, palpitações, cãibras, náuseas, vómitos, febre, desmaios, convulsões, arritmias cardíacas e problemas respiratórios, devendo, por isso, ser encaminhadas de imediato para o serviço de urgência.

Nas praias vigiadas os nadadores salvadores afixam bandeiras quando existem avistamentos e/ou queixas de picadas por águas-vivas, sendo que quando se registam caravelas portuguesas o banho de mar é desaconselhado.

Por iniciativa do Governo dos Açores, em parceria com o Comando da Zona Marítima dos Açores e o Departamento Marítimo dos Açores, foi realizado, em 2015, o concurso “Alerta Águas Vivas” dirigido a alunos das escolas da Região que permitiu a criação desta sinalética para alertar os banhistas para a existência de águas-vivas nas zonas balneares.

Para mais informações, consulte este endereço eletrónico  http://www.azores.gov.pt/Gra/SRMCT-MAR/conteudos/livres/Alerta_Aguas_Vivas.htm

 

 

 

 

Açores 24Horas / Gacs

talholagoa1

Download PDF




gaudencioA Câmara da Ribeira Grande pretende transformar o antigo matadouro da cidade numa incubadora social viabilizando assim um espaço que se encontra fechado há muitos anos e cujo enquadramento é viável no âmbito dos apoios comunitários para o efeito.

A intenção de requalificar o antigo matadouro foi apresentada publicamente por Alexandre Gaudêncio, presidente da autarquia, numa sessão aberta à comunidade que serviu igualmente para a recolha de contributos que possam valorizar a ideia inicial.

“A ideia surgiu a partir do momento em que foi permitido às autarquias apresentarem projetos de recuperação de imóveis em que o financiamento suporta a adaptação do espaço a incubadoras de base social. Foi por isso que quisemos reunir com as instituições que trabalham nesta área no concelho para recebermos contributos que possam valorizar a ideia que preconizamos para o local”, esclareceu o autarca.

Alexandre Gaudêncio explicou que o financiamento com fundos comunitários pode oscilar entre os 50 e os 200 mil euros, motivo pelo qual a autarquia “entendeu ser uma oportunidade para reabilitar um imóvel degradado e dar uma nova vida a um espaço que está paredes meias com o mercado municipal e que também será alvo de uma intervenção.”

Segundo o autarca esta decisão teve por base o facto de ser um local que “diz muito aos ribeiragrandenses pois tem uma história relevante, está no centro da cidade e, para além disso, será o local onde as pessoas terão um primeiro contato assim que estiverem concluídas as obras da frente mar.”

Na incubadora social, adiantou Alexandre Gaudêncio, “as instituições particulares de solidariedade social poderão apresentar os seus produtos e existe igualmente o propósito de se trabalhar no recuperar de profissões antigas, como sapateiros ou oleiros, entre outras cujos interessados possam vir a apresentar”, explicou.

 

 

 

Açores 24Horas / NI

talholagoa1

Download PDF




sataO novo Conselho de Administração do Grupo SATA, presidido por Paulo Simão Carvalho de Borba Menezes, inclui os vogais executivos Isabel Maria dos Santos Barata, João Manuel Trabuco Nunes e Maria Leonor Balacó Amaral Albergaria.

Em março deste ano, o Presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, comunicou à Assembleia Legislativa a nomeação de Paulo Menezes para a Presidência do Conselho de Administração da SATA – Sociedade de Transportes Aéreos, SGPS, S.A..

Paulo Menezes, que exerce funções de Chairman e CEO do Grupo SATA desde dezembro de 2015, desempenhou anteriormente, entre outros, os cargos de Presidente do Conselho de Administração da GLOBALEDA e de administrador da ONIAÇORES e da Novabase Atlântico.

Licenciado em Engenharia Eletrotécnica pelo Instituto Superior Técnico, possui, também, o Programa Avançado de Gestão para Executivos da Escola de Pós-Graduação em Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa.

Paulo Menezes desempenhou, ainda, os cargos de Diretor Regional da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Diretor Regional de Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações e Diretor Regional dos Transportes, tendo representado a Região no Comité Bilateral para os Assuntos Portuários e Aeronáuticos dos Açores no Acordo de Cooperação e Defesa entre Portugal e os Estados Unidos.

O novo Conselho de Administração da SATA passa a incluir João Manuel Trabuco Nunes, licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e detentor do grau equivalente ao MBA em Gestão de Recursos Humanos pela Business School – Middlesex University London.

Foi consultor de empresas na área dos Recursos Humanos, tendo colaborado com diversas empresas, quer da área de formação, quer da prestação de serviços e gestão de Recursos Humanos.

Foi, também, responsável pela Direção do Departamento de Recursos Humanos da Portugal Telecom dos Açores e pela Divisão dos Recursos Humanos e Administrativos da Direção de Coordenação de Correios e Telecomunicações dos Açores.

A economista Maria Leonor Balacó Amaral Albergaria, que foi responsável regional do departamento dos Açores da Caixa Económica Montepio Geral, integra, também, a nova administração da SATA.

Licenciada em Economia pela Universidade Nova de Lisboa e com uma pós-graduação em Gestão, desempenhou funções de Diretora Geral da APIA – Agência para a Promoção do Investimento dos Açores.

De 2002 a 2006 trabalhou na SATA Internacional, na área do Revenue Management Coordinator, ao nível da gestão e coordenação da receita dos voos das rotas regulares domésticas.

No Conselho de Administração do Grupo mantém-se Isabel Barata, licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.

Isabel Barata, que frequentou o Programa Avançado de Gestão para Executivos da Escola de Ciências Empresariais da Universidade Católica, foi chefe de Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos na Empresa de Eletricidade dos Açores E.P. e foi responsável pelas áreas de Comunicação e Imagem, Secretariado Geral e Comercial na mesma empresa.

Deputada à Assembleia da República na VIII Legislatura, desempenhou, ainda, funções de Diretora Regional de Turismo dos Açores e de Presidente da Direção da Associação Açoriana de Formação Turística e Hoteleira.

Download PDF



22 de Junho de 2017


assembleiaO Secretário Regional da Agricultura e Florestas reiterou hoje, no parlamento dos Açores, não ser exequível antecipar para 2018 a entrada em vigor da proibição do abate de animais errantes e de companhia, por “falta de condições objetivas”.

João Ponte respondia ao Bloco de Esquerda que pretendia antecipar para 2018 a proibição de abate de animais de companhia e de animais errantes na Região, bem como medidas de redução e controlo dos mesmos, justificando esta posição com o facto de haver concelhos nos Açores que ainda não têm Centro de Recolha Oficial de animais em funcionamento e outros não dispõem de médicos veterinários municipais. Como é o caso da Calheta, Santa Cruz das Flores e Corvo, analisando que que atualmente apenas os municípios de Ponta Delgada, Lagoa, Vila do Porto e um intermunicipal na ilha Terceira (que junta Angra do Heroísmo e Praia da Vitória) têm em funcionamento Centros de Recolha Oficial de animais.

No âmbito do debate parlamentar, em que a proposta do BE foi rejeitada por PS, PSD e PPM, com a abstenção do CDS e do PCP, Paulo Mendes, deputado do BE, acusou o PS de se ter aproveitado da proposta do PCP – aprovada o ano passado na Região – como forma de contornar a legislação nacional, que tem a mesma finalidade, mas que entra em vigor já no próximo ano, “ou seja, ao aprovar uma legislação específica para os Açores sobre fim do abate de animais, que atira a sua aplicação para 2022, o PS fez com que a legislação nacional idêntica – mas que entra em vigor já em 2018 – não seja aplicada na Região”, afirmou.

Em maio do ano passado, o parlamento aprovou a legislação que estabelece a proibição de abate de animais de companhia e de animais errantes na Região Autónoma dos Açores, mas uma alteração introduzida pelo PS atirou a aplicação do fim do abate para seis anos depois da sua aprovação, o que levou o BE a votar contra a proposta. Na altura, a deputada Zuraida Soares disse que “esperar 120 dias [o período previsto na proposta inicial] era razoável, mas esperar seis anos é fazer pouco deste parlamento”.

“Não faz, do ponto de vista do Governo, qualquer sentido mexer na data. Não é exequível, ou seja, neste momento não há condições objetivas para que se possa antecipar esta proibição”, assegurou João Ponte, no debate sobre o projeto de Decreto Legislativo Regional, proposto pelo Bloco de Esquerda, assegurando o titular da pasta da Agricultura que da parte do Governo Regional “logo que estejam reunidas todas as condições para que as autarquias possam cumprir a legislação, procederemos à alteração do diploma no que diz respeito à antecipação data”.

 

 

 

Açores 24Horas

talholagoa1

Download PDF




peixeA Policia Marítima do Comando Local de Ponta Delgada, apreendeu hoje em flagrante delito, 74 quilos de pescado numa embarcação de recreio com três pessoas a bordo, que se encontrava a pescar no interior da Reserva do Parque Arqueológico Subaquático do Dóri, situado na costa sul da ilha de São Miguel, frente à praia do Pópulo, concelho de Ponta Delgada.

A referida embarcação de recreio foi abordada por uma lancha da Policia Maritima, quando se encontrava a exercer a pesca lúdica em local proibido e com excesso de capturas de pescado a bordo.

De acordo com a legislação em vigor, os infratores incorrem numa coima que pode atingir um valor máximo de 2500 euros e o pescado apreendido, por se encontrar em boas condições para consumo, foi doado pela Policia Marítima a três instituições de solidariedade social de Ponta Delgada.

 

 

Açores 24Horas / NI

talholagoa1

Download PDF




queijaria morroO Secretário Regional da Agricultura e Florestas, João Ponte, que hoje visitou uma queijaria na ilha do Faial, apelou à indústria existente na ilha para que faça um ajustamento no preço do leite pago aos agricultores.

“Aproveito também essa visita para lançar um apelo para que a indústria aqui no Faial faça um esforço para que haja um ajustamento no preço do leite, porque é essencial para a melhoria do rendimento dos produtores e para a sustentabilidade do setor leiteiro”, afirmou João Ponte, acrescentando que o leite pago aos agricultores faialenses é “dos mais baixos da região”.

Para titular da pasta da Agricultura, nos últimos tempos os mercados têm recuperado, pelo que “julgo que estão reunidas condições mínimas para que se faça o ajustamento no preço do leite” pago aos produtores.

Após a visita à queijaria “O Morro”, João Ponte destacou que se trata de um negócio que é “um bom exemplo de investimento, um projeto de sucesso e empreendedor” ao nível da transformação do leite em queijo, pois foi capaz de aproveitar “a grande qualidade do leite produzido no Faial e transformá-lo num produto de excelência”.

“É um produto que está a ser devidamente valorizado, que está a conquistar novos mercados e que até já teve prémios de reconhecimento internacional”, referiu o governante, alegando que este trabalho deve servir de exemplo e motivar outros empreendedores.

Além disso, João Ponte salientou que a queijaria paga pelo leite recebido mais do que a restante indústria, pelo que também neste aspeto constitui “um bom exemplo”.

Em março a queijaria “O Morro”, uma unidade industrial familiar a laborar há cinco anos, viu um dos seus queijos reconhecidos como um dos oito melhores do mundo por uma revista em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.

 

 

 

Açores 24Horas / Gacs

talholagoa1

Download PDF



Diretor / Editor – Sissa Madruga
Sede Redação e edição – Rua do Cemiterio, nº16, Livramento-9500 615 Ponta Delgada
Email - acores24@gmail.com
Telm - +(351) 913290915

Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) - Registo nº 126316
Estatuto EditorialAçores 24Horas © 2013
Propriedade Fabio Celio Ribeiro - NIF 214139336