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Açores 24Horas – Jornal Diário

19 de Setembro de 2017


onuO secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou hoje que a ameaça nuclear está “ao nível mais alto desde a Guerra Fria” e avisou as partes envolvidas na crise da Coreia do Norte que “conversa inflamável pode conduzir a mal-entendidos fatais”.

 

“As ansiedades globais sobre armas nucleares estão ao nível mais alto desde a Guerra Fria”, disse Guterres no seu primeiro discurso como secretário-geral da ONU durante uma Assembleia-Geral da organização.

Sobre a Coreia do Norte, disse que o uso das armas nucleares é “impensável”, mas que o medo “não é abstrato”.

Sublinhou que “apenas a unidade pode conduzir à desnuclearização da Península da Coreia e criar uma oportunidade para uma relação diplomática que resolva a crise”.

Sobre a retórica de guerra entre os EUA e o país de Kim Jong-un, o português avisou que “conversa inflamável pode conduzir a mal-entendidos fatais”.

“O nosso mundo está em problemas. As pessoas estão a sofrer e zangadas. Veem a insegurança a aumentar, a desigualdade a crescer, o conflito a espalhar-se e o clima a mudar”, disse o secretário-geral.

“Somos um mundo em pedaços. Precisamos de ser um mundo em paz”, continuou, num discurso em que foi alternando entre inglês, francês e espanhol.

“A confiança entre os nossos países está a ser levada para baixo por aqueles que demonizam e dividem”, defendeu.

Guterres enumerou depois as sete grandes ameaças que o mundo enfrenta: o risco de conflito nuclear, o terrorismo internacional, conflitos por resolver e violações da lei humanitária internacional, mudanças climáticas, aumento da desigualdade, insegurança cibernética e a crise de refugiados.

Depois de falar sobre a crise na Coreia do Norte, o primeiro tema que abordou, o responsável falou da crise dos refugiados, dizendo que “em vez de portas fechadas e hostilidade aberta, precisamos restabelecer a integridade do regime de proteção do refugiado e a decência simples da compaixão humana”.

“Eu sou um imigrante, como são muitos de vocês. Mas ninguém esperou que eu arriscasse a minha vida num barco que vertesse água ou na parte de trás de um camião para encontrar trabalho fora do meu país de nascimento”, disse.

“Imigração segura não pode estar limitada a uma elite”, defendeu, motivando uma salva de palmas. “Não enfrentamos apenas uma crise de refugiados, enfrentamos uma crise de solidariedade.”

Guterres repetiu o pedido da semana passada para que as autoridades da Birmânia terminem com as ações militares contra o povo ‘rohingya’ e falou ainda sobre as alterações climáticas.

“Sabemos o suficiente para agir hoje. A ciência é inatacável”, defendeu, numa sala em que ainda não estava Donald Trump, que anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris no início do ano.

No final, Guterres regressou ao tema da reforma da ONU, que foi alvo de um encontro de alto-nível organizado pelos EUA na segunda-feira.

“Precisamos de reformar o nosso mundo, e eu estou comprometido em reformar as nossas Nações Unidas”, disse.

Para terminar o seu primeiro discurso de abertura do principal evento da ONU, António Guterres agradeceu em sete línguas, incluindo português.

 

 

Lusa

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donald-trumpO Presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu hoje que a única solução será “destruir totalmente” a Coreia do Norte caso o regime de Piongyang continue a ameaçar os Estados Unidos e aliados.

 

“É altura de a Coreia do Norte perceber que a sua desnuclearização é o único futuro aceitável”, advertiu Trump, na sua primeira intervenção perante a Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que começou hoje na sede da organização, em Nova Iorque.

O chefe de Estado norte-americano insistiu que os testes nucleares e de mísseis balísticos da Coreia do Norte “ameaçam o mundo inteiro”, pedindo unidade para isolar o regime de Pyongyang.

 

 

Lusa

 

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13 de Setembro de 2017


ferias-praiaOs destinos turísticos de todo o mundo receberam no primeiro semestre 598 milhões de turistas internacionais, 6% mais do que no mesmo período de 2016 e o melhor resultado semestral desde 2010, indicou a Organização Mundial de Turismo (OMT).

 

Segundo o último barómetro da organização, o aumento, que corresponde a mais 36 milhões de turistas, foi maior no Médio Oriente (9%), na Europa (8%), em África (8%), seguindo-se Ásia e Pacífico (6%) e América (3%).

Os destinos do sul da Europa e Mediterrâneo registaram um crescimento particularmente destacado nos primeiros seis meses, de 12%, enquanto no norte de África foi registada uma subida de 16%, com uma recuperação em destinos que tiveram quedas em anos anteriores, como Egito e Tunísia.

A Ásia Meridional (com uma subida de 12%) liderou o crescimento na região Ásia e Pacífico.

Numa intervenção na 22.ª assembleia-geral da OMT, que decorre em Chengdu, na China, o secretário-geral da OMT, Taleb Rifai, disse que prevê um aumento entre 4,5% e 5% no número de turistas internacionais este ano.

 

 

Lusa

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12 de Setembro de 2017


aeroporto aviao voarA companhia aérea cabo-verdiana TACV disse hoje não ter perspetivas de realização de voos internacionais nos próximos dias, adiantando que continua a encaminhar os passageiros para outras empresas, como a TAP ou a SATA.

 

A companhia aérea pública cabo-verdiana tem vindo a cancelar, desde o início do mês, a quase totalidade dos voos internacionais para a Europa, Brasil e Estados Unidos, devido a uma avaria no motor do seu único Boieng, deixando vários passageiros retidos em Cabo Verde.

“A TACV continua à procura de melhores soluções para o reencaminhamento dos passageiros e para a reposição dos voos afetados. A procura de um avião para fretamento prossegue, assim como de um motor de substituição equiparado, mas sem sucesso pelas dificuldades do fim de época alta em todos os mercados”, explicou em comunicado.

A empresa adianta que o reencaminhamento de passageiros através de outras companhias como a TAP, a Royal Air Marroc e SATA, “continua a ser a solução mais viável estando, todavia, sujeita à disponibilidade de lugares”.

“Tendo em conta estas extremas dificuldades e a falta de perspetivas para os próximos dias, a TACV disponibiliza aos passageiros que estão a iniciar as suas viagens o cancelamento e o reembolso integral dos seus bilhetes”, acrescenta o comunicado.

Os aeroportos mais afetados são os da Praia e São Vicente, com passageiros retidos para a Europa, Brasil e Estados Unidos.

“A ilha do Sal, por dispor de mais companhias a operar, não regista nenhum caso pendente”, assegura a TACV.

Algumas dezenas de passageiros retidos em São Vicente concentraram-se hoje à porta da delegação da TACV, à procura de informações sobre os respetivos voos.

Segundo a agência cabo-verdiana de notícias Inforpress, a maioria são emigrantes cujas férias terminaram, em alguns casos há vários dias, e receiam perder os postos de trabalho nos países de destino.

Segundo a Inforpress, o voo de quarta-feira com destino ao Brasil foi cancelado e os passageiros estão a aguardar por uma chamada telefónica da TACV.

Na sexta-feira, o ministro das Finanças, Olavo Correia, disse que o Governo está a trabalhar para encontrar alternativas ao único avião que opera nas linhas internacionais, que está avariado, e pediu compreensão aos passageiros afetados.

A companhia aérea pública cabo-verdiana está em processo de reestruturação com vista à sua privatização, tendo o Governo assinado com o grupo islandês Icelandair um contrato de gestão da empresa pelo período de um ano.

Com um passivo acumulado de mais de 100 milhões de euros, a empresa assegura agora apenas as ligações internacionais depois de o Governo ter negociado com a Binter Cabo Verde o exclusivo das ligações no mercado doméstico, empresa na qual entrou com 49% do capital.

 

 

Lusa

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11 de Setembro de 2017


sismoO balanço do sismo de magnitude 8,2 que atingiu na quinta-feira passada o sul do México subiu para 96 mortos, após o anúncio de mais seis mortos no estado de Oaxaca, o mais afetado, confirmou hoje o porta-voz do Presidente.

Eduardo Sanchez, porta-voz da presidência mexicana, confirmou à agência de notícias France-Presse a informação avançada pelo governador de Oaxaca, Alejandro Murat, a uma televisão local.

Sanchez anunciou também que o Presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, se deslocará hoje a esta zona, onde está prevista a distribuição de mantimentos e de abrigos.

As forças armadas criaram uma ponte aérea entre os estados de Oaxaca e Chiapas, igualmente afetado, nomeadamente para transportar máquinas de construção para limpar os escombros, acrescentou a mesma fonte.

O porta-voz reconheceu a dificuldade de distribuição de alimentos nas zonas montanhosas, de difícil acesso.

Por seu lado, o governador de Oaxaca indicou que pelo menos 12.000 habitações ficaram danificadas naquele estado.

O epicentro do sismo — o mais forte no último século no México — localizou-se no Pacífico, a cerca de 100 quilómetros ao largo de Tonala (estado de Chiapas), de acordo com o centro geológico norte-americano.

O tremor de terra fez ainda mais de 200 feridos no México, enquanto na Guatemala quatro pessoas ficaram feridas.

 

 

Lusa

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10 de Setembro de 2017


Coreia do Norte Kim Jong-unA Coreia do Norte ameaçou hoje os Estados Unidos com “o maior sofrimento e dor” se continuarem a insistir que as Nações Unidas endureçam as sanções contra Pyongyang, após o seu sexto teste nuclear.

 

Num comunicado reproduzido pela agência de notícias oficial norte-coreana, KCNA, o Ministério dos Negócios Estrangeiros adverte que se Washington “avançar com esta ‘resolução’ ilegal sobre um endurecimento das sanções, a Coreia do Norte assegurará que seja absolutamente certo que os Estados Unidos paguem o preço”.

“As medidas que serão tomadas causarão aos Estados Unidos o maior sofrimento e dor em toda a sua história”, disse o ministério.

“O mundo será testemunha de como a Coreia do Norte domina os ‘gangsters’ americanos, lançando uma série de ações que serão mais duras do que jamais imaginaram”, referiu.

A pedido de Washington, o Conselho de Segurança da ONU vai votar, esta segunda-feira, novas sanções duras contra o regime de Kim Jong-un, acusado de ameaçar a paz com os seus programas de armamento nuclear e convencional.

A Coreia do Norte realizou, em 03 de setembro, o seu sexto ensaio nuclear, que disse ter-se tratado de uma bomba de hidrogénio, ou bomba H miniaturizada, apta a ser colocada num míssil balístico intercontinental (ICBM).

O teste com uma bomba de hidrogénio foi o mais potente já realizado pelo regime norte-coreano e suscitou a condenação da comunidade internacional, aumentando a tensão na região.

Em julho, aquele país asiático já tinha realizado dois disparos de ICBM.

Estas atividades nucleares e balísticas violam as resoluções das Nações Unidas, que já infligiram sete conjuntos de sanções a Pyongyang.

 

 

Lusa

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3 de Setembro de 2017


coreia usaOs Estados Unidos prometeram hoje uma “resposta militar maciça” em caso de ameaças da Coreia do Norte contra o seu território ou dos seus aliados, insistindo na unidade da comunidade internacional para exigir a desnuclearização da península coreana.

 

“Temos muitas opções militares, e o Presidente [Donald Trump] quis ser informado sobre cada uma delas”, disse o secretário da Defesa norte-americano, Jim Mattis, numa breve declaração feita no final de uma reunião com Trump na Casa Branca.

“Indicámos claramente que temos capacidade para nos defendermos e para defender os nossos aliados, a Coreia do Sul e o Japão”, acrescentou, sublinhando que “qualquer ameaça visando os Estados Unidos ou os seus territórios, incluindo Guam, ou os seus aliados, será alvo de uma resposta militar maciça”, com o chefe do Estado-maior das Forças Armadas dos Estados Unidos, general Joe Dunford, ao seu lado.

Mattis precisou que os Estados Unidos não pretendem, de forma alguma, “a aniquilação total” da Coreia do Norte, mas exortou o seu líder, Kim Jong-Un, a ouvir a mensagem do Conselho de Segurança da ONU segundo a qual “todos os membros se mostraram de acordo, por unanimidade, quanto à ameaça que a Coreia do Norte representa”.

O responsável da Defesa norte-americana reagiu assim ao anúncio feito horas antes pelo regime de Pyongyang de que detonou hoje “com total êxito” uma bomba de hidrogénio que pode ser colocada na ogiva de um míssil intercontinental.

Tratou-se do sexto ensaio nuclear da Coreia do Norte desde 2006, recebido, como os que o precederam, com muitas condenações por parte da comunidade internacional.

O Conselho de Segurança da ONU realiza na segunda-feira, às 10:00 locais (15:00 de Lisboa), uma reunião de emergência para debater o que fazer perante a continuação das ameaças norte-coreanas, solicitada pelos Estados Unidos e por França, Reino Unido, Japão e Coreia do Sul.

Em 05 de agosto, o órgão executivo da ONU aprovou por unanimidade uma resolução impondo novas sanções económicas à Coreia do Norte por causa dos seus testes nucleares e balísticos.

 

 

Lusa

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26 de Agosto de 2017


transsessualO Presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou na sexta-feira ao Pentágono que suspenda o recrutamento de transexuais e também o pagamento do tratamento hormonal aos que já estão nas Forças Armadas, cujo futuro laboral fica agora no limbo.

O documento assinado hoje por Trump reverte as alterações aprovadas pelo ex-Presidente Barack Obama, para abrir as Forças Armadas aos transexuais em 2016, poucos meses antes de deixar a Casa Branca.

Na opinião de Trump, o Governo de Obama tomou a decisão sem provas suficientes de que a alteração “não iria prejudicar a eficácia militar ou a letalidade, não iria alterar a coesão interna, nem afetaria os recursos militares”.

A ordem assinada por Trump afirma que são necessários “mais estudos” para determinar que as alterações não têm efeitos negativos no aparelho militar.

 

 

Lusa

 

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22 de Agosto de 2017


natoO secretário-geral da NATO disse hoje que a Aliança Atlântica, que intervém no Afeganistão desde 11 de setembro de 2001, a pedido de Washington, nunca deixará aquele país “tornar-se novamente um santuário para terroristas”.

“O nosso objetivo é garantir que o Afeganistão nunca mais se torne um santuário para os terroristas que atacariam os nossos próprios países”, disse Jens Stoltenberg em comunicado.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou na segunda-feira à noite a retirada dos Estados Unidos do Afeganistão, abrindo a possibilidade de enviar tropas adicionais.

“O meu instinto era retirar, e normalmente eu sigo o meu instinto”, disse Trump, a partir da base norte-americana em Fort Myer, no sudoeste de Washington. Mas depois de uma análise, “sob todos os ângulos”, do Afeganistão, o Presidente norte-americano concluiu que uma retirada ia criar um “vazio” que iria beneficiar os “terroristas”.

Cerca de 2.400 soldados norte-americanos morreram no Afeganistão desde 2001, e mais de 20.000 ficaram feridos.

O secretário da Defesa norte-americano, Jim Mattis, disse, num comunicado divulgado após o discurso de Trump, que as tropas no Afeganistão vão ser reforçadas.

Segundo responsáveis da Casa Branca, Donald Tump autorizou o Pentágono a destacar até 3.900 soldados adicionais.

“Vou consultar o secretário-geral da NATO e os nossos aliados, muitos dos quais também se comprometeram a aumentar o número de soldados destacados”, disse Jim Mattis no comunicado.

Atualmente 8.400 militares norte-americanos estão destacados no Afeganistão. Os Estados Unidos chegaram a ter 100.000 tropas no país durante a administração de Barack Obama, em 2010-2011.

 

 

Lusa

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21 de Agosto de 2017


donald-trumpO chefe dos serviços secretos norte-americanos, Randolph Alles, avisou hoje que a dispendiosa proteção ao Presidente dos Estados Unidos e à sua família está a deixar a organização sem fundos, ameaçando o pagamento de salários e horas extraordinárias.

 

Numa entrevista ao diário USA Today, Randolph Alles disse que mais de mil, de um total de 6.500 agentes que integram os serviços secretos, já atingiram o limite máximo estabelecido pelo Governo para os seus salários e horas extraordinárias, porque se esgotaram os fundos destinados ao ano inteiro.

De acordo com Alles, esses mil agentes já atingiram os 160.000 e 187.000 dólares anuais, correspondentes a salário e horas extraordinárias, de modo que, se o Congresso não autorizar um aumento das despesas, terão que parar de trabalhar ou trabalhar de graça.

“O presidente tem uma grande família e as nossas responsabilidades estão estabelecidas por lei”, disse Randolph Alles ao jornal, acrescentando: “Não posso mudar isso, não tenho flexibilidade para tal”.

Desse modo, o responsável destacou que é obrigação dos serviços secretos proteger o Presidente quando viaja até aos seus três clubes de golfe, situados em Bedminster (Nova Jersey), em Sterling (Virginia) e em Palm Beach (Florida), onde a residência de Mar-a-Lago passou a ser conhecida como a “Casa Branca de inverno”, devido às frequentes viagens do governante.

Os serviços secretos — especificou Randoph Alles — também têm a responsabilidade de proteger os quatro filhos adultos de Donald Trump (Donald Jr., Ivanka, Eric e Tiffany) quando fazem viagens de negócios e de férias, tanto dentro como fora dos Estados Unidos.

Trump tem outro filho menor de idade, Barron, que viveu em Nova Iorque com a primeira-dama, Melania, durante quase cinco meses para poder terminar o ano letivo.

A prolongada estada de Melania e do único filho do casamento na luxuosa Trump Tower provocou um aumento dos gastos dos serviços secretos, que tiveram de pagar um aluguer para poder instalar um posto de comando numa unidade da torre, um piso abaixo da residência do milionário.

Em suma, Randolph Alles atribui o aumento dos gastos às constantes viagens familiares e ao grande número de pessoas protegidas pelos serviços secretos, que chegam a 42, um número superior aos 31 protegidos durante os mandatos do ex-Presidente Barack Obama (2009-2017).

O diretor dos serviços secretos está em conversações com os principais membros do Congresso com vista a conseguir aumentar o limite federal estabelecido para o salário dos agentes com o objetivo de financiar a proteção da ampla família presidencial nas suas diferentes residências e durante as suas viagens.

De acordo com uma notícia de abril da cadeia norte-americana CNN, as viagens frequentes de Donald Trump para a residência de Mar-a-Lago custaram mais de 20 milhões de dólares nos seus primeiros 80 dias como Presidente, um ritmo que, a manter-se, fará com que as faturas de viagens no seu primeiro ano na Casa Branca ultrapassem o total do que gastou o seu antecessor, Barack Obama, nos seus oito anos de mandato.

 

 

Lusa / Foto: Direitos de autor

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17 de Agosto de 2017


O grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do atentado perpetrado em Barcelona, nordeste de Espanha, que causou 13 mortos e 80 feridos, segundo anunciou a sua agência Amaq.

 

 

Lusa

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A polícia de Barcelona, nordeste de Espanha, confirmou que o atropelamento de várias pessoas hoje na zona das Ramblas foi um ataque terrorista.

O veículo, uma furgoneta branca, galgou um passeio na zona da Praça da Catalunha, atropelando dezenas de pessoas e gerando situações de pânico em toda a área.

Através da rede social Twitter, a polícia pede aos cidadãos que comuniquem através das redes sociais e não utilizem as linhas telefónicas.

O governo regional da Catalunha, Generalitat, recomendou aos habitantes que evitem estar nas ruas devido a este “incidente grave” e pediu o encerramento das estações de metro e de comboio na zona.

O ataque, segundo  provocou, segundo um novo balanço divulgado pelo Governo da Catalunha, pelo menos 13 mortos e mais 50 feridos.

A polícia catalã confirmou a detenção de uma pessoa relacionada com o ataque, e disse que está a “tratá-lo como um terrorista”.

 

 

(EM ATUALIZAÇÃO) Açores 24Horas c/Lusa

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Uma carrinha atropelou hoje dezenas de pessoas na turística zona das Ramblas, em Barcelona, fazendo vários feridos, anunciou a polícia espanhola.

 Lusa ( em atualização)
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12 de Agosto de 2017


Coreia do Norte Kim Jong-unO regime norte-coreano garantiu hoje que quase 3,5 milhões de jovens e militares na reserva pediram para lutar contra os Estados Unidos, em plena ‘guerra de palavras’ entre Washington e Pyongyang.

 

O Rodong Sinmun, jornal do Partido dos Trabalhadores, escreveu que 3,47 milhões de estudantes, jovens trabalhadores e militares na reserva pediram para se juntarem às Forças Armadas desde dia 07, quando o regime norte-coreano anunciou duras represálias devido às novas sanções adotadas pela ONU.

Segundo o diário oficial, que discriminou os alistamentos por dias e províncias, os norte-coreanos “estão a levantar-se por todo o país” para retaliar “milhares de vezes” contra os Estados Unidos, de acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

A Coreia do Norte tem uma população estimada em 25 milhões de habitantes e conta com um exército com entre 700.000 e 1,3 milhões de efetivos, um dos maiores do mundo.

Os meios de comunicação social norte-coreanos mostraram na quarta-feira imagens de uma mobilização de dezenas de milhares de cidadãos que desfilaram pela praça Kim Il-sung, em Pyongyang, com cartazes em defesa do líder Kim Jong-un e contra o mais recente — e mais duro até à data — pacote de sanções imposto pela ONU contra a Coreia do Norte pelos lançamentos de mísseis.

Segundo a agência de notícias norte-coreana KCNA, mobilizações idênticas repetiram-se por todo o país na quinta e na sexta-feira.

Pyongyang e Washington encontram-se em plena ‘guerra de palavras’, depois de os contínuos testes nucleares e de mísseis terem endurecido a retórica da Administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, por várias ocasiões, admitiu a possibilidade de realizar um ataque preventivo contra o regime de Kim Jong-un.

Esta semana, a tensão subiu de tom, depois de Donald Trump ter prometido responder com “fogo e fúria jamais vistos” às ameaças da Coreia do Norte.

Pyongyang retaliou e anunciou um plano para atacar a ilha de Guam, em cujas bases norte-americanas se encontram estacionados caças bombardeiros que o Pentágono envia regularmente para a península coreana e que, na terça-feira, voltaram a voar perto da Coreia do Norte.

 

 

Lusa

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8 de Agosto de 2017


coreia usaO Presidente norte-americano, Donald Trump, avisou hoje a Coreia do Norte de que “é melhor não fazer mais ameaças aos Estados Unidos” ou “elas terão como resposta fogo e fúria como o mundo nunca viu”.

 

Trump emitiu a advertência durante uma sessão sobre dependência de opiáceos que decorreu no seu campo de golfe em Bedminster, Nova Jérsia, onde se encontra de férias.

O ministério da Defesa japonês e a imprensa norte-americana divulgaram hoje que a Coreia do Norte foi bem-sucedida na produção de ogivas nucleares miniaturizadas que cabem dentro dos seus mísseis, o que constitui um marco nos esforços de Pyongyang para se tornar uma potência nuclear de pleno direito.

As preocupações de Washington com as tentativas do líder norte-coreano, Kim Jong-Un, para alcançar o poder nuclear intensificaram-se no último mês, com a realização por Pyongyang de dois testes de mísseis balísticos intercontinentais, ou seja, com capacidade para atingir território norte-americano.

O regime norte-coreano assegurou na segunda-feira que o endurecimento das sanções das Nações Unidas não o impedirá de continuar a desenvolver o seu arsenal nuclear, ameaçando os Estados Unidos de que os “fará pagar mil vezes o preço do seu crime”.

Sob iniciativa de Washington, o Conselho de Segurança da ONU impôs à Coreia do Norte sanções que poderão custar-lhe mil milhões de dólares de receitas anuais, restringindo transações económicas fundamentais com a China, o seu principal aliado e parceiro económico.

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, excluiu um regresso rápido ao diálogo com Pyongyang, considerando que o novo pacote de sanções demonstra que a comunidade internacional perdeu a paciência com as ambições nucleares de Kim Jong-Un.

 

 

Lusa

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30 de Julho de 2017


coreia usaOs Estados Unidos enviaram hoje bombardeiros estratégicos B-1B para a península coreana, em resposta ao míssil intercontinental lançado pela Coreia do Norte na sexta-feira, segundo informou hoje o ministro da Defesa do Japão, que participou nestas manobras aéreas.

Os exercícios foram realizados por dois bombardeiros norte-americanos e caças japoneses, disse em conferência de imprensa o ministro da Defesa japonês, Fumio Kishida.

Não é a primeira vez que o Pentágono decide destacar estes aviões, estacionados na sua base aérea de Andersen, na ilha de Guam, numa demonstração de força militar, em resposta ao que considera provocações norte-coreanas.

As aeronaves já tinham sido enviadas para as imediações da península coreana após o primeiro míssil intercontinental, lançado a 04 de julho, e em finais de maio, depois de Pyongyang disparar um projétil de curto alcance.

Washington também destacou os bombardeiros a 20 de junho, após o anúncio da morte do estudante norte-americano Otto Warmbier, que morreu depois de ser devolvido aos Estados Unidos em coma, após 17 meses detido na Coreia do Norte.

O envio destes aviões hoje representa uma resposta ao lançamento de sexta-feira de um míssil intercontinental, o segundo deste género.

O Hwasong-14 voou 998 quilómetros durante 47 minutos e alcançou uma altitude máxima de 3.724,9 quilómetros antes de cair no mar do Japão, segundo os ‘media’ estatais norte-coreanos, uma informação que corresponde aos dados do exército sul-coreano.

A Coreia do Norte considerou o teste um êxito e garantiu que pode alcançar qualquer parte dos Estados Unidos.

 

 

 

Lusa

 

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27 de Julho de 2017


estados-unidos-usaO chefe de Estado Maior das Forças Armadas dos Estados Unidos, o general Joseph Dunford, garantiu hoje que o Pentágono não aplicará, até nova ordem, a decisão do Presidente Trump de proibir que os transexuais sirvam nas Forças Armadas.

 

“Não haverá qualquer modificação na atual política até que o secretário da Defensa (Jim Mattis, equivalente ao ministro da Defesa em Portugal) receba uma ordem do Presidente e emita diretrizes para a aplicar”, realçou Dunford numa comunicação interna.

O general Dunford sublinhou que, entretanto, as Forças Armadas norte-americanas continuarão a “tratar todo o pessoal com respeito”. Os comandos militares, ordenou o general, devem “continuar concentrados” nas suas missões.

Trump anunciou na quarta-feira a sua decisão de proibir que os transexuais sirvam “em qualquer capacidade” as Forças Armadas norte-americanas. O Presidente disse que, ao decidir a medida, consultou os seus “generais e peritos militares”.

“As nossas forças devem estar concentradas na vitória decisiva e esmagadora, e não podem ter o lastro dos enormes custos médicos e da perturbação que implicaria [incorporar] os transgénero”, argumentou Trump num anúncio-surpresa na sua conta no Twitter.

Ainda que o Presidente tenha dito que consultou os seus “generais e peritos militares”, a imprensa norte-americana noticiou hoje que Jim Mattis, o chefe do Pentágono, apenas foi avisado da decisão na véspera do anúncio.

O New York Times noticiou que por detrás da decisão de Trump está a necessidade de se aprovar no Congresso um pacote orçamental de 790 mil milhões de dólares em gastos de Defesa, ao qual alguns republicanos se opunham por incluir tratamento hormonal para os militares transexuais.

As Forças Armadas norte-americanas estão abertas ao serviço de transexuais desde junho de 2016, por decisão do anterior Presidente, Barack Obama. O recrutamento, no entanto, deveria começar apenas em janeiro próximo.

Estima-se que, atualmente, sirvam nas forças americanas cerca de 6.600 transexuais.

 

 

Lusa

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25 de Julho de 2017


coreia usaA Coreia do Norte ameaçou hoje os Estados Unidos com um ataque nuclear se tentarem derrubar o seu líder, reagindo à recente insinuação do diretor da CIA de concretizar uma mudança de regime no país comunista.

 

“Se os Estados Unidos se atreverem a mostrar o mais pequeno sinal de intenção de eliminar o nosso líder supremo [Kim Jong-un], atingiremos sem piedade o coração dos Estados Unidos com o nosso poderoso martelo nuclear, aperfeiçoado e fortalecido com o tempo”, afirmou hoje um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em declarações à agência norte-coreana KNCA e reproduzidas pela sul-coreana Yonhap.

O diretor da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês), Mike Pompeo, aludiu, na semana passada, à possibilidade de uma mudança de regime em Pyongyang, ao defender que o mais importante que Washington pode fazer é “separar a capacidade [nuclear] e alguém com um propósito [nuclear]”.

Segundo a Coreia do Norte, os Estados Unidos “ultrapassaram as marcas, e agora é claro que o objetivo final da administração Trump é a mudança de regime”.

Ao ver comprometido o seu futuro, Pyongyang “deve aniquilar de maneira preventiva aqueles países e entidades que estejam direta ou indiretamente envolvidos, mobilizando todo o tipo de ataques, incluindo os nucleares”.

Esta posição surge no mesmo dia em que a Coreia do Norte anunciou a visita ao seu território do segundo representante russo para as negociações sobre a desnuclearização do país, Oleg Burmistrov, a quem as autoridades norte-coreanas garantiram que não vão “ceder nem um milímetro” na sua intenção de reforçar o seu potencial nuclear.

Por outro lado, um alto responsável norte-coreano garantiu à agência noticiosa France-Presse que a decisão dos EUA de proibirem os seus cidadãos de viajar para Pyongyang não terá impacto no setor do turismo daquele país asiático.

A interdição norte-americana seguiu-se ao primeiro lançamento bem-sucedido por Pyongyang de um míssil intercontinental e, em particular, à morte do turista Otto Warmbier, que tinha sido detido há mais de um ano na Coreia do Norte.

O estudante norte-americano tinha sido condenado em 2016 pela justiça norte-coreana a 15 anos de trabalhos forçados pelo roubo de um cartaz de propaganda. O jovem foi repatriado, em coma, em junho para os EUA, onde morreu alguns dias depois.

Cerca de cinco mil turistas ocidentais, entre os quais um milhar de americanos, visitam todos os anos a Coreia do Norte, segundo dados de agências de viagem. O circuito normal de sete dias custa cerca de 2.000 dólares (1.700 euros).

 

 

Lusa

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23 de Julho de 2017


estados-unidos-usaOito mortos e 28 feridos foram encontrados hoje no interior de um camião num parque de estacionamento de Santo António, nos EUA, anunciaram as autoridades, referindo-se ao sucedido como um caso de tráfico humano.

 

Os feridos, 20 dos quais em estado grave, foram hospitalizados, precisaram os bombeiros e o chefe da polícia de Santo António, uma cidade próxima da fronteira mexicana com o Texas, nos EUA.

Tanto os falecidos como as pessoas hospitalizadas eram jovens e adultos com idades entre os 20 e os 30 anos, acrescentou o chefe da polícia, William McManus.

“Isto parece bem tratar-se de tráfico de seres humanos”, declarou McManus, falando de uma cena de horror encontrada no camião.

O responsável salientou ainda que os vídeos de segurança do estacionamento mostram que alguns veículos tinham vindo escolher certas pessoas que estavam escondidas no reboque do camião e que estas se encontravam vivas.

McManus acrescentou que era impossível dizer quantas pessoas tinham sido transportadas no reboque.

Santo António está a algumas horas de autoestrada da fronteira com o México e nos últimos dias enfrentado tempo quente e seco.

 

 

Lusa

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17 de Julho de 2017


A União Europeia (UE) avisou hoje que poderá adotar novas sanções contra a Coreia do Norte devido aos programas nuclear e de mísseis balísticos e que representam uma “séria ameaça à paz e segurança internacionais”.

 

O Conselho da UE ameaça adotar “mais respostas apropriadas em coordenação com parceiros chave e em linha com as deliberações do Conselho de Segurança da ONU, nomeadamente através de medidas restritivas autónomas adicionais”.

Os 28 Estados-membros querem que Pyongyang cumpra “sem demora, total e incondicionalmente, com as suas obrigações ao abrigo de todas as resoluções relevantes do Conselho de Segurança da ONU e se abstenha de mais ações provocatórias que possam aumentar tensões regionais e globais”.

A posição do Conselho da UE vem em linha com declarações do presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, que em 06 de julho, numa declaração após a cimeira UE-Japão, considerou que a Coreia do Norte representa “uma ameaça cada vez maior”, ameaçando então com o reforço das sanções.

Em 04 de abril, a UE reforçou as sanções contra o regime de Pyongyang, proibindo o investimento em setores como indústria armamentista convencional, metalúrgica, metalúrgica e aeroespacial e a prestação de determinados serviços a pessoas ou entidades da Coreia do Norte, como serviços de informática e serviços relacionados à mineração e a fabricação na indústria química e mineira.

A UE acrescentou também quatro pessoas – para um total de 41 – à lista de nomes sobre os quais pesam medidas restritivas, estando, por exemplo, proibidas de entrar na UE.

Sete entidades viram os seus bens congelados.

As medidas restritivas da UE contra a Coreia do Norte foram introduzidas em 22 de dezembro de 2006.

 

 

Lusa

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