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Açores 24Horas – Jornal Diário


musicaA Direção Regional da Cultura, através do Museu da Horta, promove a 27 de outubro, na Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, a realização de três sessões de um concerto destinado a crianças do pré-escolar até ao 2.º ciclo, intitulado “Nova Viagem ao Mundo da Dança”.

Nestas sessões, com cerca de 25 minutos de duração, serão interpretadas peças curtas, acompanhadas da projeção de imagens.

Para grupos de crianças das escolas, realizam-se duas sessões, às 10h00 e às 11h00, enquanto a terceira sessão, às 18h00h, é destinada às famílias.

O Museu da Horta solicita a inscrição prévia das escolas, para que seja possível equilibrar o número de participantes em cada sessão.

As inscrições podem ser feitas através do telefone 292 202 573 ou do email margarida.ma.barreto@azores.gov.pt, onde também é possível obter mais informações.

A Direção Regional da Cultura informa que este e outros eventos estão disponíveis para consulta na Agenda Cultural do Portal CulturAçores, no endereço www.culturacores.azores.gov.pt.

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A Direção Regional da Cultura promove, a 2 de setembro, pelas 21h30, no Auditório da Madalena, no Pico, a realização de um concerto pela Orquestra Regional Lira Açoriana, integrado na Temporada Artística 2017, com a participação de 46 jovens músicos de várias ilhas dos Açores.

O concerto, que tem como solista convidado o clarinetista Frederic Cardoso, é de entrada livre, devendo os bilhetes ser levantados na Câmara Municipal da Madalena, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30, e, no dia do concerto, no Auditório da Madalena, a partir das 20h30.

Este espetáculo culminará o segundo estágio deste ano da Orquestra Regional Lira Açoriana, que tem início a 28 de agosto, com a direção artística de Alberto Roque, maestro convidado para orientar o Projeto Lira no biénio 2017/2018.

O estágio será ministrado com o apoio de 10 formadores oriundos do continente, nomeadamente Dina Hernandez (flauta), Catarina Silva (oboé), Daniel Frazão (clarinete), Ricardo Santos (fagote), Ricardo Pires (saxofone), Pedro Silva (trompa), João Ferreira (trompete), Nuno Carreira (trombone), Miguel Alves (tuba/bombardino) e Marco Fernandes (percussão).

Na sequência da realização deste segundo estágio, o Projeto Lira Açoriana promove uma ação de formação para músicos de todos os naipes, dirigida às bandas filarmónicas da ilha do Pico.

Esta iniciativa decorre de 30 de agosto a 1 de setembro, no Centro de Formação Artística da Madalena, devendo as inscrições ser feitas até 29 de agosto através do email drac.info@azores.gov.pt.

O Projeto Lira Açoriana, que reiniciou em 2015 a atividade da Orquestra Regional, assente num objetivo de formação, pretende ser uma oportunidade de valorização e evolução para os jovens músicos selecionados, não só através de momentos formativos e de concertos públicos, mas também da atribuição de prémios para os participantes que mais se destacarem.

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museu jesuitasO Museu da Horta, promove a 18 de julho, das 10h00 às 17h30, a realização de visitas guiadas a este museu, no edifício do Colégio dos Jesuítas, como forma de assinalar a passagem do 40.º aniversário de criação da instituição.

O Museu da Horta foi criado em 1977 como um serviço externo da então Direção Regional dos Assuntos Culturais, da Secretaria Regional da Educação e Cultura.

Tomando o nome da cidade que o alberga, o Museu da Horta surge de um ato político-administrativo fundamentado pela necessidade de recolher e preservar o património artístico, histórico, etnográfico e científico, que corria o risco de desaparecer ou ser destruído nas ilhas que constituíam o ex-distrito da Horta, incluindo o que se encontrava em mosteiros e conventos, que não tivesse sido oficialmente restituído à Igreja ou adquirido por particulares.

Para participar nesta visita, cujo guia será uma recriação de um padre jesuíta, os interessados podem efetuar as marcações na receção do Museu da Horta, através do endereço eletrónico margarida.ma.barreto@azores.gov.pt ou do telefone 292 202 573.

 

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tanto ceuO Centro Municipal de Cultura vai encher-se de “Tanto Céu”, no próximo dia 20 de junho, pelas 18h30, com a exposição de pintura de Alfredo Luz.

Cerca de 20 telas, vão estar patentes neste espaço municipal até 21 julho, apresentado “uma realidade segunda que surge como a verdadeira, preservada numa espécie de Arca de Noé capaz de transportar os sonhos mais ancestrais e os mais contemporâneos de que o artista é guardião e mensageiro”, refere Maria João Fernandes, no texto alusivo a esta iniciativa.

O Artista Alfredo Luz, nasceu em Santa Maria da Feira, a 31 de outubro de 1951, já foi premiado na área de pintura e desenho, tem vindo a realizar diversas exposições individuais, desde 1985 e participa em exposições coletivas, desde 1982.

 

 

Açores 24Horas / NI

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No âmbito do Festival Festina Lente, que se realiza na ilha do Faial de 19 a 31 de Maio, serão realizadas oficinas artísticas para crianças, orientadas pelos membros do Festina, para as quais se encontram abertas inscrições.

 

Oficina de BeatBox – dirigida a crianças a partir dos 7-8 anos; duração de 30 minutos; lotação – 10 crianças.

Oficina de Artes Circenses – dirigida a crianças a partir dos 5 anos; duração de 1 hora; lotação – 8 crianças.

Oficina de Dança – dirigida a crianças a partir dos 8 anos; duração de 1 hora; lotação – 10 crianças.

 

As oficinas acontecerão na Marina da Horta, no próximo Sábado dia 20 de Maio, dia Europeu do Mar, entre as 15:00H e as 17:00H.

As inscrições podem ser feitas por email, até sexta-feira para os contactos carladamaso@oma.pt | omaacores@gmail.com) ou por telefone (968856308).

 

O cartaz do Festival Festina Lente pode ser consultado em : https://www.facebook.com/festivalmaravilha/

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ZAPE burroA MiratecArts prometeu lançar cinco novos projetos neste que é o seu quinto ano de programação nos Açores e eis que depois do Apresenta Triângulo, da Festa do Vime, do Azores Birdwatching Arts Festival, do Visitarte, a Associação Cultural apresenta ZAPE – Dia do Burro.

ZAPE, evoca o Dia Mundial do Burro, que se celebra a 8 de maio (World Donkey Day), e pretende chamar a atenção para a  população asinina nos Açores, incluindo a reconhecida raça autóctone do burro anão da ilha Graciosa, pretendendo dar reconhecimento a esta espécie, através de variadas formas de arte da contemporaneidade, revalorizando e reinventando o mundo rural co-relacionando-o a este animal, que durante séculos, lavrou a terra e carregou pessoas e bens, e “cuja dignificação ainda não está assegurada”.

ZAPE, palavra com origem onomatopaica e que representa o som que o burro faz com a extremidade da pata quando bate no chão, foi escolhido por ir ao encontro do dinamismo que este animal concedeu ao mundo da ruralidade e que caracteriza.

Assim, e para lançar o primeiro ano do projeto ZAPE – Dia do Burro, a MiratecArts desafia os amantes da fotografia a captarem imagens da população asinina que se encontra nos Açores, com destaque para o mais único – o burro anão da Graciosa.

O concurso, que termina a 30 de Novembro, comporta duas categorias: Melhor Imagem do Burro Anão da Graciosa e Melhor Imagem População Asinina nos Açores, terá como júri artistas e associados à produção e proteção da população asinina, e culminará com uma exposição das fotografias mais votadas.

Os vencedores serão galardoados com um pacote promocional que inclui a participação em eventos da MiratecArts numa ilha, além da ilha de sua residência.

Para inscrição e informações visite : www.zapediadoburro.com

 

 

Açores 24Horas

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santo cristoUma década depois da sua primeira edição, o concurso fotográfico “Festividades” assinala também os 10 anos de vida da Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores (AFAA), colectividade que com o apoio da Câmara Municipal de Ponta Delgada dá corpo, desde 2007, a esta iniciativa que culmina com a Exposição Fotográfica “Féstividades”.

Jorge Kol de Carvalho, atual Presidente da AFAA, enaltece a celebração desta união que acontece desde a sua constituição e que tem contribuído para o engrandecimento da Fotografia e acentua que este “momento primeiro e único de celebração religiosa, mas indissociável da festa profana que em simultâneo ocorre, e que através dos diferentes olhares dos seus autores, refletidos nos seus registos fotográficos é captada, celebrada e divulgada cada ano no “Festividades”, que então lhe associa o momento cultural ímpar que constitui, a cada ano mais expressivo, e que a partir de agora se reafirmará pela perspetivada itinerância da exposição de fotografia pelo Concelho e pelas comunidades açorianas da diáspora”.

A inauguração da Exposição de Fotografia “Féstividades 2016”, que se integra no programa das Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, está agendada para as 18h30, do dia 18 de maio, na Sala do Forno do Centro Municipal de Cultura de Ponta Delgada, e é, como já referido, resultado de um concurso fotográfico anual, organizado pela AFAA- Associação de Fotógrafos Amadores dos Açores.

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cartazA Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na Horta, promove sábado, 6 de maio, a realização de mais uma sessão do “Clube de História – Reis, Rainhas e outros Heróis“, orientada por Rita Braga.

Esta atividade, destinada a crianças dos 7 aos 12 anos, terá lugar a partir das 14h30, nas instalações da Biblioteca.

Os interessados em participar podem contactar a Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça na rua Walter Bensaúde, através do email bpar.horta.info@azores.gov.pt ou do número de telefone 292 202 550.

 

 

Açores 24Horas

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serao radiofonicoA Vida no Campo, projecto de Joel Neto centrado nos modos de vida e na identidade do povo açoriano (e terceirense em particular), começou por se chamar Regresso a Casa, com publicação semanal no Diário Insular, de Angra do Heroísmo. Estendeu-se daí ao Diário de Notícias, de Lisboa, e a uma série de outros jornais da diáspora açoriana nos EUA e no Canadá, ganhando novo título e acabando por se transformar naquilo que, na verdade, sempre foi: um livro em forma de diário, em diálogo íntimo com a anterior obra do autor, o romance Arquipélago. Tal como este, vingou crítica e comercialmente, chegando aos tops nacionais de vendas. A sua adaptação ao teatro consumar-se-á em 2019, com a chancela do Teatro Constantino Nery, de Matosinhos.

“Mas a rádio, esse meio de comunicação tão ideal e romântico como (tantas vezes) esquecido, foi o primeiro a reconhecê-lo”. Depois de uma série de edições da rubrica Sinais centrados nos seus textos, o jornalista Fernando Alves, um dos mais importantes cronistas e repórteres da rádio portuguesa do pós-25 de Abril, decidiu unir esforços com o sonoplasta Herlander Rui e viajar até à Terceira, à procura das suas personagens, das suas histórias e das suas atmosferas. O resultado, o documentário Leva-Me à Estrada do Paraíso, encantou os ouvintes da TSF-Rádio Notícias e chega agora à Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, para apresentação num Serão Radiofónico Especial em que à exibição da obra se juntará uma conversa informal sobre as exigências do documentário radiofónico e o próprio futuro da rádio.

Na véspera, 20 de Abril, a Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro será anfitriã de uma emissão especial de Serões Inquietos, programa da TSF-Rádio Notícias que será, nesse dia, dedicado à mais recente casa dos livros dos Açores, à literatura açoriana, à arquitectura, à música e, em geral, à cultura feita nos Açores. Transmitido em directo para todo o país (e para o mundo, via edição online), o programa terá a duração de duas horas e contará com convidados como Nuno Lopes, director regional de Cultura dos Açores; Cláudia Cardoso, directora da Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro; Susana Goulart da Costa, Francisco Maduro-Dias e Jorge Bruno, historiadores e museólogos; Luísa Ribeiro, Álamo Oliveira e Joel Neto, escritores; entre outros.

 

Fernando Alves, 62 anos, é fundador e (ex-director) da TSF-Rádio Notícias, na qual se ocupa da crónica diária Sinais e tem coordenado os mais diversos e inesquecíveis programas, da breve Revista de Imprensa ao longo Terra a Terra, entre muitos outros. Um dos mais respeitados homens da rádio a nível nacional, começou em Luanda, onde trabalhou com Emídio Rangel e uma série de outros nomes que viriam a tornar-se incontornáveis na comunicação social portuguesa do pós-25 de Abril. Colaborou com a SIC, publicou a colectânea de crónicas Sinais (Oficina do Livro) e recebeu, em 2015, o notável Prémio de Carreira Escritaria, atribuído pela Câmara Municipal de Penafiel.

Herlander Rui, 46 anos, nascido em Lisboa, é um dos mais destacados sonoplastas da rádio portuguesa. Formado no âmbito do programa Ijovip, começou na Rádio Nova Antena, transitando em 1995 para a TSF-Rádio Notícias, onde hoje se divide entre a sonoplastia – incluindo edição de inúmeros programas e reportagens, pós-produção de jingles e autopromoções e apoio técnico a operações no exterior – e diferentes funções na área  de multimédia. É formador do CENJOR-Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas.

Joel Neto, 43 anos, é autor de uma dúzia de livros dos mais diversos géneros. Em 2012, e depois de duas décadas a viver em Lisboa – e quase outros tantos como jornalista de virtualmente todos os principais jornais nacionais –, voltou à Terceira, ilha Natal, para se dedicar inteiramente à literatura. Cronista permanente dos jornais Diário de Notícias e O Jogo, entre outros, publicou entre 2015 e 2016 Arquipélago (romance) e A Vida no Campo (diário), os primeiros dois resultados desse investimento pessoal e profissional. Ambos receberam a aclamação da crítica, chegando aos tops nacionais de vendas.

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forum livroMais de três dezenas de escritores açorianos participam de 20 a 22 de abril, no I Fórum do Livro dos Açores, que decorre esta semana em Ponta Delgada, uma iniciativa do Grupo Nova Gráfica, para assinalar o 10º aniversário da editora açoriana Publiçor/Letras Lavadas, no âmbito das comemorações do Dia Mundial do Livro.

Diferentes sessões de reflexão e debate sobre a atividade editorial no mercado açoriano terão lugar na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada com entrada livre à população em geral, que para além das “mesas redondas” com os autores açorianos, que serão gravadas para posterior transmissão pela Antena 1 Açores, inclui uma Mostra Bibliográfica, uma Exposição Didática de Produção Editorial e uma Exposição Artística de Livros Especiais.

Na sessão de abertura, quinta-feira, pelas 18h, que será presidida pelo Secretário Regional da Educação e Cultura, Avelino de Meneses, participarão também o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, o sócio gerente da Publiçor/Letras Lavadas, Ernesto Resendes, a diretora da Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, Iva Matos, e o subdiretor da RTP/Açores, Victor Alves.

Uma conferência inaugural sobre literatura, proferida por António Machado Pires, encerrará este primeiro dia do Fórum do Livro, que inclui ainda o lançamento da publicação “O Livro dos Livros”, com organização de José Andrade, e um apontamento musical a cargo do Conservatório Regional de Ponta Delgada.

A publicação de livros infantis e juvenis nos Açores é o tema central do primeiro painel do Fórum do Livro, que tem lugar sexta-feira, 21 de abril, às 10 horas, numa sessão especialmente dedicada às escolas. As intervenções iniciais estarão a cargo das escritoras infanto-juvenis Ana Isabel Ferreira, Célia Barreto Carvalho, Susana Nunes Caldeira, Susana Teles Margarido e Teresa Viveiros, com moderação de Rosa Margarida Armas.

livrosNo mesmo dia, às 17 horas, o segundo painel abordará a problemática da “Edição e Comercialização de Livros nos Açores”, com moderação de Lena Goulart. Estão previstas as intervenções iniciais do Diretor Regional da Cultura, Nuno Ribeiro Lopes, o gerente da editora Publiçor, Ernesto Resendes, o gerente da livraria Solmar, José Carlos Frias, e a diretora das Lojas CTT nos Açores, Fátima Albergaria Costa.

Um terceiro painel, pelas 18h30, incidirá sobre a “Crítica de Livros nos Açores”, que contará com a participação de Carlos Bessa e Eduardo Ferraz da Rosa, expressamente deslocados da ilha Terceira, bem como Santos Narciso e Vamberto Freitas. Este painel será moderado pelo jornalista Sidónio Bettencourt.

No último dia do Fórum do Livro, durante a tarde de sábado, 22 de abril, tem início às 15 horas um quarto painel sobre a publicação de livros de Fotografia e Pintura nos Açores. António Soares de Sousa, Carlos Ribeiro, José António Rodrigues e José Franco são os participantes previstos sob a moderação de Herberto Quaresma.

A publicação de livros de Romance e Poesia nos Açores é o tema proposto para o quinto painel, moderado por Cristina Oliveira, a partir das 16h30. As intervenções iniciais, que antecedem um habitual debate com a assistência, estão a cargo de Emanuel Jorge Botelho, João Pedro Porto, Paula de Sousa Lima e Urbano Bettencourt.

O sexto painel deste encontro regional de autores açorianos é dedicado à publicação de livros de História e Ciência nos Açores e deverá iniciar-se pelas 18 horas. Os oradores participantes são José Ferreira Almeida, Mário Moura, Sérgio Ávila, Teixeira Dias, Teresa Medeiros e Victor Hugo Forjaz, com moderação de Elsa Soares.

O Fórum do Livro encerra, pelas 19h30, com a apresentação pública da nova revista literária “Grotta – arquipélago de escritores”, por Nuno Costa Santos e Gina Ávila Macedo, numa sessão moderada por António Melo Sousa. Será ainda apresentada uma síntese final dos trabalhos do encontro, por José Andrade, como diretor editorial da Letras Lavadas.

 

 

Açores 24Horas

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cartaz arquipelagoO ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas assinala hoje o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, com uma conferência que conta com a especial participação de David Santos, Subdiretor-Geral da Direção Geral do Património Cultural, João Mendes Ribeiro, Arquiteto do Projeto deste Centro de Artes Contemporâneas e Carlos Marques, Presidente da Delegação Açores da Ordem dos Arquitetos, e moderação de Fátima Marques Pereira, diretora do ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas.

David Santos falará sobre “O tempo a dois tempos: as temporalidades do património e da visita”, colocando, na sua apresentação, várias questões: “Como se pode apreender e valorizar as diferentes manifestações do tempo no património que nos rodeia? Como poderemos hoje, entre tempos cada vez mais limitados e controlados, intuir, observar e experimentar a dimensão da temporalidade nos monumentos, na arquitetura contemporânea ou na leitura de uma obra de arte?”.

A apresentação de João Mendes Ribeiro, co-Arquiteto do projeto ARQUIPÉLAGO, irá centrar-se nas requalificações, mais especificamente o caso deste Centro de Artes.

“Património, significado abrangente, utilizado vezes sem conta na busca de uma identidade…experiências empíricas de um arquiteto” será a temática abordada pelo Arquiteto Carlos Marques.

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é celebrado anualmente a 18 de abril, e a data visa promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, ao mesmo tempo que tenta alertar para a necessidade da sua conservação e proteção, sendo o tema de 2017 “Património Cultural e Turismo Sustentável”.

A conferência no ARQUIPÉLAGO tem início agendado às 19horas.

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A Biblioteca Pública e Arquivo Regional Luís da Silva Ribeiro, em Angra do Heroísmo, promove sábado, 22 de abril, pelas 17h00, a realização do primeiro encontro da Semana do Jovem “Escolher não dói”.

Este encontro, subordinado ao tema “O que queres ser quando fores grande?”, conta com a participação de Avelino Ormonde, Maurício Nunes, Nuno Barroso e Susana Cunha, profissionais de quatro áreas distintas.

Moderados por Carlos Severino, estes quatro profissionais vão mostrar o percurso que fizeram até à realização das suas vidas profissionais, apresentando aos jovens os passos a dar até à escolha do caminho certo no sentido da sua vocação principal.

Avelino Ormonde é proprietário da empresa Biofontinhas, no concelho da Praia da Vitória, que produz alimentos de elevado valor nutritivo, mais equilibrados, sem resíduos prejudiciais e mais saudáveis.

Maurício Nunes, licenciado em Medicina Dentária pelo Instituto Superior Ciências da Saúde – Sul e graduado em Implantologia e Reabilitação Oral pelo European School of Oral Rehabilitation Implantology and Biomaterials, em colaboração com a New York University College of Dentistry, possui prática de clínica privada nas áreas de cirurgia e reabilitação oral, sendo responsável pelos departamentos de Cirurgia e Prostodontia.

Nuno Tito de Sousa Barroso, licenciado em Saúde Ambiental pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa, foi campeão nacional júnior em basquetebol pelo Sport Algés e Dafundo, jogou no Sport Club Lusitânia e é treinador de basquetebol de nível III, tendo sido campeão nacional da 2.ª divisão masculina pelo Terceira Basket Club.

Ainda nesta modalidade, foi treinador principal da Liga Portuguesa de Basquetebol pelo Sport Club Lusitânia, tendo atingido por duas vezes a meia-final do apuramento do campeão nacional, e exerceu o cargo de Diretor Técnico Regional da Associação de Basquetebol da ilha Terceira, tendo iniciado há cerca de dois anos a atividade empresarial, com a abertura de um café/restaurante.

Susana Cunha, licenciada em Arquitetura e Design de Interiores, criou na empresa Susiarte um ateliê de arquitetura e design, desenvolvendo uma nova área de atividade nesta empresa.

Carlos Mesquita Severino, licenciado em Línguas e Literaturas Clássicas, pós-graduado em Cultura Portuguesa Contemporânea e em Estudos Clássicos, trabalhou cinco anos em Timor-Leste como formador de professores timorenses e foi professor de Língua Portuguesa em instituições como a Polícia Nacional de Timor-Leste, Tribunal, Procuradoria e Universidade de Timor Lorosae.

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O Museu do Pico e em parceria com a produtora Comunicar Atitude, apresenta, a 20 e 27 de abril, pelas 21h00, no Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, os primeiros filmes do ciclo documental “Baleeiros do Mundo”.

Este ciclo, que vai decorrer durante os próximos meses, integra um conjunto de filmes internacionais sobre a baleação desde o início do século XX, na sua maioria a preto e branco e com imagens de cenas de caça e desmanche que podem chocar a sensibilidade de alguns espetadores.

A iniciativa prevê, igualmente, uma revisitação de memórias, com o objetivo de aumentar o espólio fotográfico histórico das Lajes do Pico, sendo a população convidada a partilhar fotografias antigas referentes à baleação, as quais serão digitalizadas, mediante a autorização dos proprietários.

A recolha de imagens decorrerá até ao final deste ano, junto das instalações da Comunicar Atitude e do Museu do Pico.

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ensaio do ballet Programa Reportório.No âmbito das comemorações do seu 40º aniversário, a Companhia Nacional de Bailado apresenta no Teatro Micaelense, nos próximos dias 21 e 22 de abril, um programa de reportório, onde se reúnem alguns dos coreógrafos que mais marcaram a História da Dança. A belíssima e feminina Serenade, de Balanchine, que contrasta com a energia masculina de Grosse Fuge, de Anne Teresa De Keersmaeker, a abstração de William Forsythe, com um dueto virtuosístico, e a inspiração latina de 5 Tangos, de Hans van Manen, são uma janela aberta para o que de melhor se produziu no séc. XX.

As apresentações no Teatro Micaelense integram uma grande digressão nacional, que passará por mais de 30 salas de espetáculos em todo o país. A passagem da CNB por Ponta Delgada inclui também uma master classe, para alunos de escolas de dança locais, e um workshop, no âmbito dos Projetos de Aproximação à Dança, uma iniciativa dos serviços educativos da CNB, onde através de pequenos projetos idealizados por um convidado, estudantes entre os 9 e os 14 anos podem conviver com criadores e intérpretes, familiarizar-se com diferentes linguagens artísticas e experimentar a dança nas suas diversas dimensões.

A Companhia Nacional de Bailado apresentou o seu primeiro espetáculo no Teatro Rivoli, no Porto, a 5 de dezembro de 1977, tendo a estreia oficial ocorrido no dia 17 do mesmo mês no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa. Desde então, a CNB tem construído um caminho sólido, tanto na criação de obras artísticas, como na preservação de repertório.

Os bilhetes para o espetáculo no Teatro Micaelense têm um preço de 15 euros, para a plateia, e 10 euros, para o balcão, e podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Micaelense e em Bilheteira Online.

 

 

 

Açores 24Horas /Foto Bruno Simão

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teatro-micaelenseFique a conhecer a programação do Teatro Micaelense para os meses de maio, junho e julho hoje apresentada :

 

A 6 de maio, José Gonzalez estreia-se em concerto nos Açores. Depois do lançamento do seu primeiro álbum a solo em 6 anos, “Vestiges & Claws”, José Gonzalez regressa a Portugal para um conjunto de concertos íntimos, em que se cantarão os temas que o celebrizaram e que renderam ao artista sueco cerca de 1 milhão de cópias vendidas um pouco por todo o Mundo.

 

A 12 de maio, Aníbal Raposo apresenta o novo disco “Mar de Capelo”. Este é o quarto CD da sua já longa carreira a solo e inclui quinze novos temas de sonoridades muito diversas. É a palavra, que o autor cultiva e acarinha, que garante a unidade de todo o trabalho.

 

No dia 13 de maio, o grupo Dançantes apresenta “Preto no Branco”, um espetáculo com criação coregráfica e artística de Rosa Macedo, que conta com as participações especiais do bailarino Rafael do Canto e dos músicosCristóvão Ferreira, Jorge Valério e Sara Cruz.

 

A 19 de maio, acolhemos o concerto de reunião dos Rebeldes. O grupo, fundado em 1990, desenvolveu, na sua curta carreira, um reportório de mais de 20 originais, no espírito do rock português. A formação atual dos Rebeldes conta com Manuel Moniz (voz), Álvaro Pimentel (saxofone), Paulo Bettencourt (guitarra), Cristóvão Ferreira (teclas/guitarra), Paulo Vicente (piano), Pedro Silva (baixo) e Zezé N’Gambi (bateria).

 

A 27 de maio, regressa o ciclo de cinema “O Filme da Minha Vida”, uma parceria Teatro Micaelense e 9500 Cineclube. Desta vez, o convidado é o músico, ator e realizador José Medeiros e o filme escolhido é“Amarcord”, de Federico Fellini.

 

A encerrar o mês de maio, no dia 31, realiza-se mais uma edição de Teatro no Teatro – Leituras Dramatizadas. A obra escolhida para esta sessão é “Eis o Homem”, de Marta Freitas.

 

A 3 de junho, os alunos de dança de Ana Cosme interpretam a sua nova criação: “Vestida de Ti”. Do dramático ao cómico, este espetáculo percorre várias emoções, associando, em algumas coreografias, a dança contemporânea a grandes temas da música clássica e a uma cenografia improvável.

 

No dia 9 de junho, António Rosado (piano) e Filipe Quaresma (violoncelo) apresentam um repertório que contempla as riquíssimas sonoridades da música da segunda metade do século XIX e da primeira metade do século XX. O programa que propõem consiste de grandes obras do repertório para violoncelo e piano – Sonata para violoncelo e piano, de Luís de Freitas Branco (1890/1955), Sonata para violoncelo e piano, de Claude Debussy (1862/1918), e Sonata para violoncelo e piano, de César Franck (1822/1890). Este concerto integra aTemporada Artística 2017, da Direção Regional da Cultura.

 

A 17 de junho, ginastas e bailarinos de diferentes gerações e diversas faixas etárias trazem à cena “Analepse”, uma retrospetiva histórica de 25 anos do Corpore Ginásio, que recria universos tão distintos quanto os do circo, da Disney, ou da colossal Atlântida.

 

No dia 24 de junho, acolhemos um concerto de Susana Baca, uma das últimas divas da música latino-americana. O concerto realiza-se por ocasião da vinda da cantora a Portugal, integrada no programa das Festas de Lisboa e no âmbito de Lisboa Capital Ibero-americana da Cultura. Compositora, cantora dos grandes poetas da América Latina, professora e política, Susana Baca apresentou, durante décadas, a música peruana ao mundo. Com “Afrodiaspora”, o trabalho que traz agora ao Teatro Micaelense, a cantora decidiu homenagear as influências africanas na música do seu país.

 

Para a sessão de 27 de junho de Teatro no Teatro – Leituras Dramatizadas a obra selecionada é “A porta fechou-se e a casa era pequena”, de Ricardo Neves-Neves, editada em 2013 pela Companhia das Ilhas.

 

No dia 28 de junho, a Associação de Juventude Viola da Terra apresenta Violas do Atlântico VII. “Violas do Atlântico” tem por objetivo trazer aos Açores Violas de Arame de diversas regiões. Os músicos encontram-se e ensaiam, escolhendo repertório e partilhando ideias. Nos concertos, as Violas começam por se apresentar individualmente, mostrando os temas, técnicas e sonoridades características de cada Região e de cada instrumento, passando-se depois a uma fusão de sonoridades em que os músicos juntam temas tradicionais e originais seus. Esta edição traz aos Açores o músico madeirense Vítor Sardinha, que se juntará, no Salão Nobre do Teatro Micaelense, ao músico açoriano Rafael Carvalho.

 

A 1 de julho, o Estúdio de Dança de Ana Cymbron apresenta “Suite”, um trabalho conjunto com a Sinfonietta de Ponta Delgada, da Quadrivium – Associação Artística. Este espetáculo reúne em palco 90 alunos de Dança Clássica e Dança Contemporânea. À Sinfonietta juntam-se, em interpretações a solo, a pianista Raquel Machado, o guitarrista Miguel Cordeiro e a violoncelista Leonor Moniz. A escolha musical recaiu sobre J. S. Bach, notável compositor alemão do período barroco, considerado, por muitos, como um dos maiores músicos de todos os tempos. O espetáculo tem direção artística de Maria João Gouveia, que partilha a criação coreográfica com Ana Cymbron, ficando a direção musical a cargo de Amâncio Cabral.

 

No dia 8 de julho, a Banda Fundação Brasileira e o grupo Canto D´aqui apresentam “Amizade – Açores@Minho”, um espetáculo que une a filarmónica açoriana ao grupo bracarense, que desenvolve um trabalho de pesquisa e divulgação da música tradicional portuguesa, desde o Minho até às Ilhas, sendo já uma referência do panorama musical nacional. O concerto contará ainda com a participação especial de Luís Alberto Bettencourt.

 

Em cena no dia 15 de julho estará “Se eu vivesse tu morrias”, uma peça de teatro, escrita e dirigida por Miguel Castro Caldas, com cocriação e interpretação de Lígia Soares, Miguel Loureiro e Tiago Barbosa. O espetáculo integra a programação Walk&Talk 2017.

 

Ainda no âmbito da parceria com o Walk&Talk, estreará, a 27 de julho, “Cortado por todos os Lados, Aberto por todos os cantos”, a nova criação de Gustavo Ciríaco, e, a 28 de julho, “Equanimidade e/ou Ânimo Inalterável”,  de Vânia Rovisco. Ambos os espetáculos resultam de residências artísticas, que decorrerão durante o mês de julho no Teatro Micaelense. Realizar-se-á, ainda, uma residência de dança em que os coreógrafos e intérpretes Filipe Pereira e Teresa Silva trabalharão numa nova criação a apresentar a 14 de julho, num espaço ainda a definir.

 

Entre maio e julho o Serviço Educativo continuará a promover um conjunto de atividades para grupos, por marcação, incluindo as visitas guiadas e as oficinas: “Descobrir a Música”, “O Lugar dos Fantoches”, “Vem Dançar…Vem Conhecer o Teu Corpo” e “O cinema, a grande ilusão”.

 

Os bilhetes para a maioria dos espetáculos já podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Micaelense e em Bilheteira Online.

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“Arquivo hebraico – a memória do seu resgate” é o título da conferência que será proferida por José de Almeida Mello, na Sinagoga de Ponta Delgada, na próxima quarta-feira, e que dá início a um ciclo de conferências em torno dos legados da Sinagoga Sahar Hassamaim, de forma a divulgar, valorizar e prestigiar os legados hebraicos de Ponta Delgada e dos Açores.

No local os participantes terão acesso a alguns manuscritos, incluindo pergaminhos inscritos em hebraico, e serão apresentados vários documentos que foram resgatados dentro de fora da Sinagoga, quando esta ainda se encontrava em estado de abandono e de ruína.

A iniciativa, que se iniciará pelas 14h00, insere-se no âmbito das ações que o Museu Hebraico de Ponta Delgada tem vindo a desenvolver desde da sua abertura, em 2015, e é aberta a todos os interessados.

 

 

Açores 24Horas

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foto claudia varejaoNo âmbito das comemorações dos 40 anos da Companhia Nacional de Bailado, o Teatro Micaelense exibirá “No escuro do cinema descalço os sapatos”, um documentário de Cláudia Varejão.

O filme será apresentado em duas sessões. A primeira, na 5ªfeira, dia 30 de março, às 21h30, é de entrada livre. A segunda sessão, no dia 31, às 10h30, destina-se ao público escolar.

A realizadora Cláudia Varejão e a sua assistente de som Adriana Bolito acompanharam a CNB durante doze meses, recolhendo imagens do quotidiano  rigoroso dos bailarinos, coreógrafos, músicos, ensaiadores, costureiras, técnicos de luz, som e toda a vasta equipa que permite que a dança percorra as salas de ensaio e se alongue pelos corredores até chegar ao palco. Este filme acompanha não só as criações e estreias da companhia, mas, sobretudo, o trabalho silencioso e estrutural de cada bailarino. Dançar, mais do que uma profissão, é um modo de vida e o título do filme, um poema de Adília Lopes, gentilmente cedido pela autora, remete-nos para a vulnerabilidade dessas vidas. Será destas imagens, guiadas por artistas e por todos que trabalham com a CNB que, seguramente, também rezará a história das quase quatro décadas da Companhia.

Cláudia Varejão nasceu no Porto e estudou cinema no Programa de Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a German Film und FernsehakademieBerlin, na Academia Internacional de Cinema de São Paulo, Brasil, e fotografia na AR.CO, em Lisboa. É autora da curta documental “Falta-me/Wanting” e, recentemente, tem dedicado o seu trabalho à ficção, dando origem à trilogia de curtas metragens “Fim de semana/Weekend”, “Um dia Frio/Cold Day” e “Luz da Manhã/Morning Light”.”Ama-San 海女さ” é o seu mais recente filme. Para além do seu percurso como realizadora e fotógrafa, trabalha regularmente com teatro e dança.

Ainda no âmbito das comemorações do seu 40º aniversário, a Companhia Nacional de Bailado trará ao Teatro Micaelense, nos dias 21 e 22 de abril, um programa de reportório, onde se reúnem alguns dos coreógrafos que mais marcaram a História da Dança: George Balanchine, Anne Teresa De Keersmaeker, William Forsythe e Hans van Mannen.

 

 

Foto: Cláudia Varejão

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teatro micaelenseEm comemoração do Dia Mundial do Teatro, que se celebra anualmente a 27 de março, o Teatro Micaelense promove duas edições especiais de Teatro no Teatro – Leituras Dramatizadas.

Na próxima segunda-feira, às 10h30, o Serviço Educativo organiza uma sessão para o público escolar, com a participação de diversas escolas de Ponta Delgada. Com esta atividade, a compreensão e vivência da obras tornar-se-á mais apelativa, interiorizável e sensitiva para quem a escuta e para quem a representa. O objetivo das leituras dramatizadas é introduzir no quotidiano dos alunos uma forma de intervenção artística, tendo como base as obras de leitura obrigatória.

No mesmo dia, às 21h00, realizar-se-á uma sessão de entrada livre,  aberta ao público em geral. A obra escolhida para esta leitura é “Peça romântica para um teatro fechado”, de Tiago Rodrigues, editada pela Companhia das Ilhas. Tiago Rodrigues é ator, encenador e dramaturgo. Considerado um dos mais relevantes criadores portugueses da sua geração, começou por escrever para os espetáculos do Mundo Perfeito, a sua própria companhia. É, atualmente, diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II. Em “Peça romântica para um teatro fechado”, o teatro transforma-se num lugar onde, contra todas as possibilidades, um casal pode estar a sós e examinar a vida que não têm juntos.

Desde fevereiro de 2016, de dois em dois meses, o Teatro Micaelense, a Morada da Escrita/Casa Armando Côrtes-Rodrigues e o Instituto Cultural de Ponta Delgada propõem leituras dramatizadas de peças de teatro de autores portugueses. As sessões realizam-se habitualmente na última quarta-feira do mês, no Teatro Micaelense, com coordenação de Eleonora Marino Duarte e apresentação de Leonor Sampaio.

Em 2017, foi iniciado um novo ciclo de leituras com a parceria da editora Companhia das Ilhas.

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O Museu de Angra do Heroísmo, promove sábado, 25 de março, pelas 21h00, na Biblioteca do Edifício de São Francisco, um serão de homenagem a José Nuno da Câmara Pereira.

Neste evento, será projetado o documentário “José Nuno, um criador nas suas ilhas”, produzido pelo Instituto Açoriano de Cultura, em 2006, e lidos poemas que evocam obras deste artista plástico.

A iniciativa conta com a participação de poetas como Luísa Ribeiro, Bianca Mendes e Paulo Lopes Lobão, que vão apresentar poemas inéditos, cuja mensagem é evocada pelas imagens plasmadas na tela pelo artista.

Esta homenagem integra-se no programa de dinamização da exposição “José Nuno da Câmara Pereira – um Sísifo Feliz”, patente no Museu de Angra do Heroísmo até 16 de abril.

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afonso chavesO Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada, nos Açores, inaugura na quinta-feira a última de três exposições para dar a conhecer a fotografia de Francisco Afonso Chaves, o naturalista que também se distinguiu na arte da imagem.

É uma homenagem no sentido em que não só se reconhece o valor e importância de Francisco Afonso Chaves, que tem vindo a ser reconhecido de há um século para cá como cientista, naturalista fundamental na história da ciência em Portugal, mas também aqui como fotógrafo”, afirmou à agência Lusa o curador da exposição, Victor dos Reis.

Denominada “Imagem Paradoxal”, a exposição foi inaugurada em 2016, em Lisboa, e mostra mais de 200 fotografias, algumas em três dimensões, documentos e objetos associados à fotografia, entre outras peças do coronel Francisco Afonso Chaves (1857-1926).

Nascido em Lisboa, Afonso Chaves viveu toda a vida nos Açores, estando também o seu nome associado ao início do serviço de meteorologia no arquipélago.

Victor dos Reis adiantou que esta exposição, que resultou de um trabalho de investigação iniciado há seis anos, e que pretendeu “pôr Francisco Afonso Chaves na história da fotografia em Portugal”, dá a conhecer registos da paisagem açoriana, aspetos etnográficos e biográficos.

Segundo disse o curador, de entre todas as imagens expostas destacam-se as que registam a visita régia de D. Carlos I e D. Amélia à ilha de São Miguel, em 1901, e do rei Alberto I do Mónaco, em 1904, porque Afonso Chaves passa a fotografar em modo estereoscópico.

Além disso, há fotografias do pintor açoriano Domingos Rebelo, de como eram as Portas da Cidade, um dos mais icónicos monumentos de Ponta Delgada no passado, e de uma tourada na ilha Terceira, entre outras.

“A obra fotográfica dele é também o registo das suas viagens e do mundo que conheceu”, refere o responsável, acrescentando que Afonso Chaves se correspondeu com mais de 100 pessoas e tinha uma rede de amigos e conhecimentos espalhada por toda a Europa.

Para Victor dos Reis, Francisco Afonso Chaves foi uma personagem que transcendeu o seu próprio tempo, logo tinha uma “dimensão visionária, o que era raro para a sua época”.

A exposição estará dividida entre o núcleo de Santa Bárbara e Santo André do Museu Carlos Machado, instituição de que Afonso Chaves foi diretor e contribuiu para o seu crescimento, adquirindo muitas das peças que ainda hoje estão expostas, em particular a coleção de história natural.

“Vamos criar um percurso dentro da coleção de história natural sem retirar as peças dos locais onde estão, para que o visitante possa conhecer melhor as peças icónicas, que chegaram ao museu por via de Afonso Chaves e que ele próprio visitou”, destacou Victor dos Reis.

Neste museu estão cerca de 6.000 fotografias tiradas por Afonso Chaves, devidamente preservadas e digitalizadas, sendo que parte da documentação do naturalista e fotógrafo estão na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada, e outra parte na posse da família.

Depois de ter sido inaugurada em Lisboa, no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, em 2016, e de um segundo núcleo estar ainda patente ao público, até maio, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, também em Lisboa, a exposição chega agora aos Açores.

“Esta é a última de três exposições. É maior e aborda mais temas”, assegurou Victor dos Reis, que conjuntamente com Emília Tavares, são os curadores da mostra.

Paralelamente à exposição em Ponta Delgada será lançado em breve um catálogo, sobre este acervo de Francisco Afonso Chaves, realizadas conferências e ações pedagógicas.

 

 

Lusa

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