BE quer explicações sobre atraso de um ano na conclusão de estudo sobre a toxicodependência

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O Bloco de Esquerda questionou esta quarta-feira o Governo Regional, sobre o estudo, aprovado por unanimidade em janeiro de 2017 , por proposta do BE, sobre a problemática da toxicodependência na Região, e que deveria estar concluído no prazo de um ano, a partir da data da publicação em Jornal Oficial, que ocorreu no dia 7 de fevereiro de 2017.

O Partido alerta para os dados divulgados nos relatórios de 2013 e 2016 do Instituto da Droga e da Toxicodependência, e inquérito nacional ao consumo de substâncias psicoativas realizado pelo Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependência que revelam que os Açores são uma das regiões de Portugal em que se verifica uma maior prevalência de consumo de substâncias aditivas, em particular nos jovens, tendo sido esse o motivo da preocupação do Bloco de Esquerda quando propôs que o estudo se realizasse, “resultando, não só na caracterização da situação atual – com particular enfoque nos consumidores, nomeadamente, quanto a escalão etário, género, situação perante a escolaridade e o emprego, condições socioeconómicas, tipologia e padrões de consumo e área geográfica de residência –, mas também na apresentação de propostas de intervenção adequadas aos resultados do diagnóstico”, relembram.

O BE lamenta este enorme atraso e quer que o Governo Regional indique em que ponto se encontra a realização do estudo, que de acordo com declarações públicas do secretário regional da Saúde, no seguimento da aprovação do referido projeto de resolução foi
encomendado à Universidade dos Açores.

 

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