Berto Messias assegura que “o Governo não anda a reboque de ninguém, muito menos do líder do PSD”

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O Secretário Regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares afirmou que “o propósito do líder do PSD/Açores é fazer folclore político e mediático com as questões referentes aos transportes marítimos e aéreos”.

Berto Messias frisou que, “só depois do Governo tornar pública a sua intenção de ir à Comissão de Economia da Assembleia Legislativa para dar todas as informações aos deputados, é que chegou o pedido do PSD/Açores para uma reunião com o Presidente do Governo sobre este assunto”.

O Secretário Regional, numa reação a criticas dos social-democratas, salientou que, afinal, a “urgência do líder do PSD/açores era para aparecer nos jornais e não para solicitar a tal reunião”.

“Isto comprova, mais uma vez, que o líder do PSD/Açores diz uma coisa e faz outra. Não andamos a reboque de ninguém, muito menos de protagonistas políticos que dizem uma coisa e fazem outra, como a nova liderança do PSD/Açores”, frisou.

Berto Messias assegurou que o Governo dos Açores está “empenhado em ultrapassar as dificuldades e as contingências externas que têm surgido”, para prosseguir o “caminho de crescimento que temos trilhado, em que os transportes aéreos e marítimos tiveram e têm um papel fundamental”.

O governante lembrou que, “há poucos anos, os problemas existiam em torno da falta de capacidade de crescimento”, ao passo que agora “os problemas residem nos altos índices de crescimento e de procura e na nossa capacidade de responder a isso”.

“É inquestionável, por isso, que fizemos um grande trabalho, em parceria com os agentes económicos e sociais, alcançando índices de crescimento recorde em toda a Região. Por isso, temos a consciência que fizemos muito, mas temos ainda muito para fazer, e é nisso que estamos empenhados”, realçou Berto Messias.

O Secretário Regional garantiu que o Executivo está “a trabalhar com grande empenho, reconhecendo os problemas e constrangimentos, encontrando soluções para esses problemas e ouvindo atentamente as preocupações e reivindicações das forças vivas locais de cada uma das ilhas”.

“Uma matéria tão séria como esta não se coaduna com abordagens levianas que nada contribuem para o futuro da Região”, Berto Messias.

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