Plano e Orçamento dos Açores para 2020 aprovados em Conselho de Governo

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O Governo Regional dos Açores aprovou em Conselho de Governo as propostas de Plano de Investimentos e do Orçamento da Região para 2020, que serão entregues esta semana na Assembleia Legislativa, onde serão votados no próximo mês.

“Depois do trabalho de auscultação, diálogo e concertação social que desenvolvemos nas últimas semanas com todos os parceiros sociais e conselhos de ilha, o Governo Regional aprovou estes documentos, que serão entregues na Assembleia Legislativa dos Açores na próxima quinta-feira”, adiantou o secretário regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares, Berto Messias.

O governante falava hoje, em Angra do Heroísmo, na apresentação do comunicado do Conselho de Governo, reunido na passada segunda-feira, em Ponta Delgada.

Os documentos, que preveem um investimento total de 815,4 milhões de euros, em 2020, consolidam, segundo Berto Messias, um “novo ciclo de desenvolvimento” nos Açores e materializam uma política de “fomento do crescimento, do investimento público, de aumento do rendimento disponível das famílias e de apoio às empresas açorianas”.

“Quem for a favor do aumento do emprego, do aumento do crescimento, quem for a favor do apoio às famílias, do aumento do rendimento disponível das famílias e do apoio a quem mais precisa terá, naturalmente, na nossa perspetiva, que apoiar estes documentos”, frisou.

Segundo o secretário regional, está previsto também para o próximo ano um “reforço da política de transportes e acessibilidades, o incremento do investimento e do financiamento do Serviço Regional de Saúde e um aumento de verbas para o desenvolvimento do turismo, do emprego e do apoio às empresas”.

Berto Messias salientou, por outro lado, que o Plano e Orçamento da Região para 2020 dão “cumprimento a um conjunto de compromissos assumidos pelo Governo Regional”, referindo-se à contagem do tempo de serviço dos professores, das progressões na carreira na administração pública e da renovação da administração pública”.

 

Lusa

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