Plano e Orçamento para 2020 dá continuidade ao trajeto positivo que os Açorianos estão a fazer – PS

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No encerramento do debate sobre o Plano e Orçamento para 2020, Francisco César, Presidente do Grupo Parlamentar do PS/Açores realçou “os resultados positivos que se têm alcançado na Região, destacou os desafios que se colocam no futuro e reiterou a importância de todos os partidos contribuírem para melhorar a vida dos Açorianos”.

Francisco César fez questão de realçar “o empenho que governo, empresas, instituições da sociedade civil e famílias, dedicaram à resolução dos problemas da nossa terra nos últimos anos” e que, agora, permite apresentar um Plano e Orçamento “inovador e ambicioso”.

“Empenhámo-nos, e muito fizemos, na proteção das famílias, das pessoas e das ilhas com maiores dificuldades. É isso que importa prosseguir. Empenhámo-nos em gerar confiança nos cidadãos, nos criadores de emprego e nos investidores regionais e externos. É nessa via que continuaremos a ganhar robustez e sustentabilidade”, adiantou o líder da bancada socialista.

Hoje, acrescentou, os resultados estão à vista: “Dispomos da melhor e mais abrangente Rede de Proteção Social do país, constituída por inúmeros apoios ao rendimento, mais de 250 infraestruturas dedicadas a esta área e providenciando mais de 700 valências. Hoje, nos Açores, a taxa de mortalidade infantil é quase metade do valor de 2012, o número de cirurgias praticadas no SRS é superior a 25.000 por ano, o maior valor de sempre”

Hoje, prosseguiu, “nos Açores, a taxa de pré-escolarização até aos 5 anos é de 93,1%, o acesso à internet 86,5%.  Todos estes valores são superiores à média nacional. A taxa de transição no ensino regular é de 90%. Hoje, nos Açores, temos a população empregada mais alta da nossa história. Sim, é verdade, nunca houve nesta Região tantas pessoas a trabalhar. Nunca tantas mulheres desta Região conquistaram autonomia pessoal e conquistaram o seu emprego”.

No entanto, Francisco César alertou para “uma dimensão da nossa democracia que continua fragilizada e sem a qual estamos sempre a viver uma democracia incompleta”, disse, referindo-se “aos fenómenos de pobreza e de privação que afligem ainda, infelizmente, milhares de açorianos”.

Apesar da “ampla rede de apoio social que permite que essas situações sejam compensadas”, o Presidente da bancada socialista deixou uma garantia: “A mais incisiva das recomendações que posso, em nome do grupo parlamentar do PS, reiterar, é, justamente, o de acentuarmos os esforços, também no âmbito da Estratégia Regional de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, para atenuarmos esta mancha que perdura entre nós”.

Ao contrário de alguns partidos para quem “tudo está sempre mal e de tudo o governo tem sempre culpa”, o Partido Socialista reconhece que “nem tudo vai bem, é certo, mas há muitos progressos, muitas adversidades vencidas e muita obra que nos orgulha e que a muitos servem nos nossos Açores”.

Francisco César lamenta que nem toda a oposição esteja disponível para criar pontes: “Uma das coisas que mais distingue o PS de alguns outros partidos na nossa Região, que sobre todas as coisas falam com a maior das facilidades, é a consciência que temos da impossibilidade de resolver sozinhos e de uma vez, alguns velhos problemas e a persistência que, simultaneamente, revelamos em não desistir de os trabalhar com sucesso”.

“Uma coisa é certa – alguns partidos criticam, mas é ao PS que tem cabido a iniciativa; alguns partidos falam, mas é ao PS que tem cabido a ação. Seja na qualificação, sejam nas políticas para o mar, seja no serviço regional de saúde, sabemos que há muito trabalho a fazer, mas os açorianos podem contar com o empenho do Partido Socialista”, assegurou.

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