Justiça norte-americana decide libertação de Strauss-Kahn

A justiça norte-americana decidiu libertar Dominique Strauss-Kahn, mas sem abandonar a acusação por crimes sexuais que lhe custou o cargo de diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Numa breve audiência de 10 minutos no tribunal penal de Manhattan, Nova Iorque, o procurador Cyrus Vance pediu ao juiz para levantar a prisão domiciliária de Strauss-Kahn, após revelações que desacreditaram a sua acusadora, uma empregada de hotel guineense de 32 anos.

Esta afirma que Strauss-Kahn a tentou violar a 14 de maio no quarto que ocupava no hotel Sofitel de Nova Iorque.

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