Nacional impõe ao FC Porto primeira derrota da época

fcp-porto-futebolO suplente Anselmo foi o herói do Nacional, a primeira equipa a vencer o FC Porto esta época, por 2-1, surpreendendo em pleno Estádio do Dragão, no arranque do Grupo A da Taça da Liga de futebol.
Hulk (63), de grande penalidade, adiantou os portistas para o que parecia uma vitória anunciada, dado até o seu claro domínio, mas um “frango” do guarda-redes Pawel Kieszek (78) mudou tudo.

Anselmo aproveitou o facto do polaco largar a bola em plena pequena área para igualar e, aos 84, após centro de João Aurélio, o avançado surgiu oportuno na pequena área a desviar para o fundo da baliza, consumando a surpresa.

Sempre muito bem organizado na defesa, o Nacional da Madeira não deu muitos espaços aos “azuis e brancos”, que, mesmo jogando com uma segunda linha, confiaram em demasia num triunfo natural – em desvantagem, já não tiveram tempo nem cabeça para reagir.

Numa prova que o FC Porto quase sempre encarou como “menor”, André Villas-Boas deu oportunidade a vários futebolistas e sofreu com essa opção, pois Kieszek foi determinante da derrota, enquanto Sereno e Emílio Rafael revelaram lacunas defensivas.

Após 23 vitórias e apenas três empates, o “motor” do “dragão” emperrou num desafio em que apenas Rolando, João Moutinho e Hulk mantiveram o lugar no “onze”.

Com fome de bola, foram 30 018 os portistas que enfrentaram a gelada noite portuense, mas saíram desiludidos com o resultado e uma exibição à qual faltou o “fio condutor” habitual.

Os portistas fartaram-se de rematar, mas sempre com poucos espaços, pelo que muitas bolas foram contra adversários e outras erraram o alvo.

Bracali pouco conseguiu brilhar, excepto uma “bomba” de Hulk (48) que defendeu para canto: aos 58, numa das melhores jogadas do adversário, ficou fora do lance, mas James, na pequena área, tentou encostar com o pé esquerdo (o direito era o óbvio), mas errou o alvo.

O Nacional aproveitou os remendos na defesa portista e várias vezes ameaçou surpreender no contra-ataque.

Já perto do fim, Pecnik caiu na área portista, ficando a sensação de que foi ceifado por um contrário.

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