Pilotos da TAP lamentam impacto da greve e dizem que “não restava outra opção”

“Quero deixar claro que estamos a fazer isto [greve] por uma TAP sólida e lamentamos afetar os nossos passageiros, mas compreendam que em função do que tem vindo a acontecer não nos restava outra opção “, afirmou à Lusa o presidente da SPAC, Jaime Prieto.

O porta-voz dos pilotos garante que não vai haver “guerras mediáticas sobre quanto é que a operação ficou afetada”, alertando que o recurso à greve é, antes, “uma guerra para que se acabe com a danificação da operação”.

Irão realizar-se três ligações às ilhas dos Açores e Madeira: Lisboa/Horta/Lisboa, Lisboa/Funchal/Lisboa e Lisboa/Porto Santo/Lisboa.

Serão também efetuados voos para países lusófonos: um voo para o Brasil (Lisboa/Brasília/Lisboa), outro para Moçambique (Lisboa/Maputo/Lisboa) e um terceiro para Angola (Lisboa/Luanda).

Os pilotos da TAP terão também de cumprir serviços mínimos para destinos onde reside uma comunidade emigrante significativa, incluindo Estados Unidos (Lisboa/Newark/Lisboa), França (Lisboa/Paris/Lisboa), Suíça (Lisboa/Genebra/Lisboa), Reino Unido (Lisboa/Londres/Lisboa) e Bélgica (Lisboa/Bruxelas/Lisboa).

 

Lusa

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