Defesa da autonomia implica boa gestão dos recursos e aposta na formação

O presidente do Governo dos Açores, Carlos César, defendeu hoje que a defesa da autonomia regional implica a boa gestão dos recursos, a sua correta aplicação e uma aposta na formação das novas gerações.

“Para defender a autonomia dos Açores é fundamental ter sucesso nestas três áreas”, afirmou Carlos César, recordando que, nos últimos anos, as políticas desenvolvidas pelo executivo regional permitiram que os Açores atingissem, segundo dados de 2009, os últimos conhecidos, 76 por cento da riqueza média europeia e 96 por cento da riqueza média nacional.

O presidente do Governo dos Açores, que falava na inauguração do pavilhão desportivo e do edifício do primeiro ciclo e do pré-escolar da Escola Básica e Secundária de S. Roque do Pico, frisou que “neste tempo de opressão orçamental sabe bem realizar obra e tê-la à vista de todos”.

“É na escola que se forjam as novas gerações, que terão responsabilidade no desenvolvimento da democracia e na defesa da autonomia”, afirmou.

Carlos César destacou o investimento que está a ser feito na melhoria da rede escolar, mas frisou que esse processo exige uma ponderação “muito rigorosa” das aplicações orçamentais.

“Isso implica que não podem decorrer obras a mais ao mesmo tempo, caso contrário não as poderíamos pagar atempadamente às empresas e aos fornecedores”, afirmou Carlos César, salientando a necessidade de avaliar constantemente as prioridades e de adaptar os projetos às necessidades e às disponibilidades financeiras.

Para o presidente do executivo regional, “o facto de os Açores pagarem atempadamente não só é bom para a economia, como é uma vantagem em termos de reputação num país tão abalado por desastrosas opções de gestão financeira”.

Carlos César salientou o “vultuosíssimo investimento” que o executivo tem feito na reestruturação da rede escolar, acrescentando que visa a “requalificação e modernização das escolas, devolvendo-lhes dignidade, eficácia e funcionalidade, criando condições para a prática de um ensino moderno, adaptado às exigências programáticas atuais, às novas tendências educativas e às incorporações tecnológicas”, afirmou.

O presidente do executivo regional salientou que estas novas condições das escolas representam também “um chamamento à proficiência dos professores, ao profissionalismo dos funcionários, à motivação dos alunos e ao empenhamento responsável dos pais”.

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